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Há um mito em medicina veterinária que relata a não necessidade de equipamento desfibrilador em um momento de parada cardiorrespiratória em cães e gatos. Aliado ao mito, o mundo televisivo das séries e novelas também proliferam indicações inadequadas para a utilização do desfibrilador. No Brasil, a resolução 1015/2012 do CFMV trouxe mudanças e obrigatoriedades e, desse modo, os animais vêm sendo melhores monitorados, sendo possível a identificação do tipo de ritmo que gerou a parada cardiorrespiratória. Sobre o tema, é CORRETO afirmar:
A taquicardia ventricular sem pulso e a assistolia necessitam de desfibrilação elétrica.
A fibrilação ventricular e a atividade elétrica sem pulso necessitam de desfibrilação elétrica.
A parada sinusal e a assistolia necessitam de desfibrilação elétrica.
A fibrilação ventricular e a taquicardia ventricular sem pulso necessitam de desfibrilação elétrica.
A atividade elétrica sem pulso e a assistolia necessitam de desfibrilação elétrica.