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O Conselho Federal de Psicologia (CFP), em sua “Nota técnica sobre processo transexualizador e demais formas de assistência às pessoas trans”, orienta que o(a)
psicólogo não deverá valer-se de pesquisas e estudos culturais na área de gênero e sexualidade.
trabalho do psicólogo deve ser restrito ou centralizado no procedimento cirúrgico de transgenitalização.
acompanhamento psicológico requerido pelo Ministério da Saúde, quando necessário, deve basear-se no acolhimento e(ou) na escuta e(ou) na avaliação psicológica ao longo de todo o processo transexualizador.
assinatura do termo pelo usuário exime o profissional ou o serviço de responsabilidade em relação à sua prática.
assistência psicológica deve se orientar por um modelo patologizado ou corretivo da transexualidade e de outras vivências trans.