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A concepção atual de extensão universitária, na USP,

TEXTO PARA AS QUESTÕES 09 E 10


Adilson Avansi de Abreu, em seu artigo intitulado “A Cultura e a Extensão como motivação da atividade universitária” analisa o histórico do conceito de extensão na USP. Sobre o momento da fundação da universidade, ele analisa que “(...) as atividades de extensão eram, em 1934, concebidas no contexto da ‘vulgarização das ciências, das letras e das artes’, fundamentalmente através de procedimentos formais do tipo ‘aula’, através dos meios de comunicação de massa da época.”


Abreu, A.A., Revista de Cultura e Extensão,

n. 0, 2005, p. 14

A concepção atual de extensão universitária, na USP,


A

mantém a estrutura de 1934, alterando apenas o enfoque na elite agrária da época para a população das grandes cidades.


B

tem o conceito de vulgarização através de procedimentos formais como único foco, deixando o restante para o campo da cultura.


C

se modernizou no formato, acompanhando as novas tecnologias, e no conteúdo, mas deixou de se distinguir do conceito de cultura.


D

mantém a vulgarização das ciências como um dos focos, mas sofreu ampliação para abarcar outros tipos de interações com entes sociais.


E

foca na interação com entidades governamentais para a formulação de política pública, deixando de fora a vulgarização do conhecimento.