Atualmente, cerca de 500 espécies de pragas quarentenárias apresentam potencial para causar danos significativos à
agricultura brasileira. Delas, 221 já ocorrem em pelo menos um país da América do Sul [...]. Para viabilizar métodos e
tecnologias para reduzir os riscos de entrada e dispersão e os impactos econômicos dessas pragas quarentenárias no País, foi
organizado um Arranjo para Prevenção e Manejo de Pragas Quarentenárias, pela Embrapa, iniciado em 2016, abrangendo um
conjunto de 40 projetos, sendo os eixos de atuação:
A
I. Conhecimento: obtenção de informações sobre as pragas quarentenárias. II. Priorização: estabelecimento de método
que permita priorizar, entre as pragas quarentenárias vigentes, aquelas que serão alvo de ações de detecção, contenção
e/ou mitigação. III. Detecção: desenvolvimento de metodologias e técnicas de identificação rápida para agilizar a
detecção precoce de pragas. IV. Mitigação: busca por métodos e ações para minimizar os impactos de pragas
quarentenárias pós-entrada e erradicação da praga-alvo.
B
I. Inteligência quarentenária, com uso de técnicas para evitar que uma praga invada e se dissemine em uma região. II.
Técnicas avançadas de melhoramento aplicadas à sanidade vegetal. III. Visão multitrófica dos agroecossistemas, que
considera a complexa interação entre as plantas e outras espécies de seres vivos e toda a diversidade incluída em cada
situação. IV. Manejo em paisagens agrícolas.
C
I. As pragas quarentenárias que, mesmo sob controle permanente, constituem ameaça à economia agrícola de um país
ou região. II. A presença delas em determinado local pode comprometer a comercialização de produtos e implicam no
impedimento de exportações. III. A Região Norte é a principal porta de entrada das pragas quarentenárias no Brasil. IV.
Há pelo menos 66 pragas quarentenárias ausentes (ainda não detectadas em solo brasileiro) já estabelecidas nos países
que compõem a Bacia Amazônica, algumas com alto risco de entrada pela Região.
D
I. Aperfeiçoar e promover sistemas, cadeias e arranjos produtivos locais. II. Promover a melhoria da qualidade
ambiental. III. Aumentar a apropriação dos processos de desenvolvimento pelas comunidades. IV. Integrar ações e
políticas públicas para o meio rural.
E
I. Programas de defesa agropecuária. II. Caravana Embrapa de alerta às ameaças fitossanitárias: Fase I e Fase II.
III. Programa Nacional de Melhoramento Preventivo (Agropreventivo). IV. Portfólios de Projetos de Pesquisa em
Sanidade Vegetal e em Sanidade Animal.