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Nos documentos curriculares da SEE-MG que pautam a avaliação no estado, são determinados três níveis de desempenho para avaliação diagnóstica dos alunos. São eles:
Nível 1 − conteúdos de fácil assimilação atingidos; Nível 2: conteúdos de média assimilação atingidos; Nível 3: conteúdos de difícil assimilação atingidos.
Nível 1 − capacidades ainda não desenvolvidas; Nível 2: capacidades em desenvolvimento; Nível 3: capacidades já desenvolvidas pelos alunos.
Nível 1 − conteúdos conceituais garantidos; Nível 2: conteúdos procedimentais garantidos; Nível 3: conteúdos atitudinais garantidos.
Nível 1 − capacidades observáveis; Nível 2: capacidades implícitas; Nível 3: capacidades complexas.
Segundo a UNESCO os quatro pilares para a educação no século XXI são: aprender a conhecer e a perceber; aprender a conviver; aprender a viver e aprender a ser. Nesse contexto, com base na Proposta Curricular/MG, está correto afirmar que a aula de Educação Física deve propiciar ao aluno oportunidades, entre outras, de
praticar exercícios físicos moderados de forma sistematizada, mas dependente de orientação externa, buscando a construção de corpos esterotipados.
desenvolver competência em práticas esportivas, buscando sempre um melhor desempenho durante a participação em competições escolares.
aprender a conhecer e a perceber, de forma permanente e contínua, seu corpo, suas limitações, na perspectiva de superálas, e suas potencialidades, no sentido de desenvolvê-las, de maneira autônoma e responsável.
aprender a viver consigo mesmo, buscando sempre o aprimoramento do seu corpo, do ponto de vista estético e tornando-o mais apto para os desafios do trabalho e do esporte.

fenômenos / teorias e modelos / representações.
representações / teorias e modelos / fenômenos.
teorias e modelos / representações / fenômenos.
teorias e modelos / fenômenos / representações.
Segundo as Orientações Pedagógicas da Proposta Curricular do Estado de Minas Gerais, o ensino de Química deve utilizar experimentações como, por exemplo,
representar fenômenos por meio de equações químicas.
investigar a corrosão de um objeto de ferro.
realizar a distribuição eletrônica de Pauling.
memorizar a Tabela Periódica.
Um enunciado ou um texto nunca é somente uma informação: nele estão envolvidos processos de subjetivação, de argumentação, de construção do real. Em outras palavras, todo uso que se faz da linguagem é ideológico; logo, as informações que recebemos – inclusive as do domínio jornalístico – não são uma simples reprodução do real.
As afirmações acima transcritas, retiradas das Orientações Pedagógicas da SEE/MG para o ensino de Língua Portuguesa, implicam o reconhecimento de quea transparência da linguagem é facultativa.
todo discurso é falso em alguma medida.
a linguagem é desvinculada da realidade.
a neutralidade do discurso é um mito.
São princípios norteadores do Novo Plano Curricular do Ensino Médio no estado de Minas Gerais:
Compromisso da escola com a formação, o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos; escola pública como instrumento para a mudança das relações de poder nas diversas instâncias do sistema educacional; autonomia da escola para construir seu projeto pedagógico.
Escola pública como instrumento para a mudança das relações de poder nas diversas instâncias do sistema educacional; participação ativa dos alunos nas atividades escolares, estimulando a emergência de iniciativas coletivas e criativas do corpo discente nos âmbitos cultural, social, econômico, científico e da prática da cidadania como parte do projeto pedagógico da escola; foco no professor como agente transmissor de conhecimento relegando o papel do aluno ao segundo plano.
Autonomia da escola para construir seu projeto pedagógico; escola fechada à participação da comunidade, pois as diretrizes escolares devem ser determinadas por especialistas; compromisso com a difusão de valores e atitudes fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática.
Responsabilidade da escola de seguir à risca as diretrizes curriculares, restringindo sua autonomia para construir seu projeto pedagógico; participação ativa da comunidade na elaboração da proposta pedagógica, sendo os educadores responsáveis por colocar em prática essa proposta; participação ativa dos alunos nas atividades escolares, estimulando a emergência de iniciativas coletivas e criativas do corpo discente nos âmbitos cultural, social, econômico, científico e da prática da cidadania como parte do projeto pedagógico da escola.
Segundo as Diretrizes Pedagógicas do Novo Plano Curricular, a avaliação deve ser vista como um
instrumento de classificação e seleção indicando sempre quais são os melhores alunos.
instrumento de diagnóstico constante do progresso do aluno e da ação eficiente do professor nesse progresso.
processo de preparo e treino para o aluno prestar vestibulares e concursos públicos e deve ser aplicada sempre na forma de testes.
processo independente do pedagógico e desvinculado das metodologias adotadas pelos professores.
Considerando alguns argumentos apresentados na Proposta Curricular de Física/MG, está correto afirmar que o currículo de Física deve buscar
a formação e educação geral do cidadão, possibilitando que o estudante adquira uma cultura técnica e científica básica, também oferecendo conhecimentos básicos para os alunos que pretendem ingressar em curso superior relacionado a carreiras voltadas para ciências e tecnologia.
o desenvolvimento de uma cultura técnica e científica superior aos padrões dos testes internacionais de estudantes, nos quais o Brasil tem baixo desempenho.
aquisição dos conhecimentos básicos que permitam o ingresso em curso superior, ou seja, deve ser voltado para os vestibulares que dão acesso a esses cursos e a manutenção dos alunos nos mesmos.
a construção de uma cultura científica básica voltada para o ensino profissionalizante, para o qual a maioria dos alunos deve ser dirigida, dada a dificuldade de acesso ao ensino superior.

Os alunos recebem cópia xerográfica do texto e, como atividade de pré-leitura, o professor solicita que os alunos sublinhem as palavras do título e do cabeçalho da notícia cujo significado desconheçam; em seguida, o professor lê o texto em voz alta; depois, os alunos o leem uma vez mais, silenciosamente; por último, o professor esclarece o significado das palavras desconhecidas e pede que os alunos elaborem um glossário com o novo vocabulário aprendido.
O professor mostra o texto, projetando-o para que todos os alunos realizem a leitura em conjunto, porém, silenciosamente; em seguida, o professor pergunta sobre a ideia principal do texto lido; inicia-se, então, um debate sobre a questão dos direitos humanos, mais especificamente, sobre a situação dos presos políticos, relacionando o que aparece na notícia com o cotidiano do aluno; o professor atua como mediador, simplesmente dirigindo a palavra ao aluno que queira intervir e dando liberdade para que exponha suas opiniões e ideias; como trabalho final para avaliação, o professor solicita que os alunos escrevam, individualmente e em português, um texto acerca de uma questão relacionada aos direitos humanos no Brasil.
O professor mostra o texto, projetando-o e realiza a leitura em voz alta, para que todos os alunos escutem sua pronúncia; em seguida, os alunos serão incentivados a ler em voz alta, um parágrafo cada; ao final de cada parágrafo, o professor esclarece as dúvidas de vocabulário, explicando o significado dos vocábulos por meio de paráfrases, sinônimos ou mímicas, ou seja, sem utilizar jamais o recurso da tradução; como tarefa e, ao mesmo tempo, trabalho para avaliação, o professor pede que os alunos ensaiem a leitura da notícia para apresentarem-na na aula seguinte.
Os alunos recebem cópia xerográfica do texto e o professor inicia a aula perguntando se reconhecem o gênero do texto que vão ler, pedindo que observem a disposição do texto na página, os tipos de letra e as fotos; em seguida, o professor lê com os alunos o título e o cabeçalho do texto, perguntando aos alunos o que sabem sobre derechos humanos e presos políticos; procede-se à leitura do texto e, ao final, o professor pergunta sobre o significado de huelga de hambre, colaborando para que os alunos realizem a inferência do sentido desse sintagma tentando estabelecer relações entre ele e outros elementos presentes no texto.
De acordo com os materiais da SEE-MG, é importante a comunicação dos resultados das avaliações para os familiares e comunidade escolar. As competências que mais auxiliam neste processo são conhecer
a comunidade e definir os limites de sua atuação no espaço escolar.
a legislação, o funcionamento do sistema e aplicar seus princípios e normas.
as famílias e viabilizar seu envolvimento na melhoria da educação.
a legislação e o funcionamento da instituição escolar.
Seguindo as orientações expressas na Proposta Curricular/MG, e considerando a escrita como processo e não como produto, uma sequência de tarefas recomendável para ser realizada nas aulas de língua estrangeira com alunos de Ensino Médio é:
1. Leitura em voz alta de um texto literário curto;
2. Cópia escrita individual do texto, com especial atenção para as questões de ortografia e acentuação gráfica;
3. Entrega da cópia ao professor;
4. Correção do professor;
5. Devolução do texto corrigido ao aluno.
1. Discussão entre os alunos para a escolha de um assunto importante para o grupo;
2. Escrita em grupo de uma notícia sobre esse assunto para o jornal da escola;
3. Leitura em classe entre todos os alunos;
4. Comentários dos colegas e do professor;
5. Reescrita, considerando os comentários dos colegas;
6. Entrega do texto para o professor;
7. Devolução do texto com comentários e correções linguísticas;
8. Reescrita, considerando os comentários e correções do professor.
1. Leitura silenciosa de texto sobre a vida cotidiana e as tarefas domésticas;
2. Trabalho em grupos para a identificação dos verbos conjugados no tempo Presente do Modo Indicativo (sublinhar);
3. Diferenciação entre verbos regulares e verbos irregulares;
4. Reescrita individual do texto para a transposição dos verbos conjugados no tempo Presente para os tempos Pretérito Indefinido ou Pretérito Perfeito, com especial atenção às diferenças de uso entre estes dois últimos na língua espanhola;
5. Entrega do texto ao professor;
6. Correção do professor;
7. Devolução do texto corrigido ao aluno.
1. Pesquisa individual na internet sobre uma personalidade mundial importante;
2. Seleção de três textos de diferentes gêneros (biografia, notícia e editorial, por exemplo) nos quais essa personalidade é comentada;
3. Relato oral individual do aluno sobre a personalidade escolhida e os textos selecionados;
4. Escrita de um texto que relacione as informações contidas nos textos selecionados;
5. Entrega do texto ao professor;
6. Correção do professor;
7. Devolução do texto corrigido ao aluno.
Na seleção dos conteúdos complementares, no sentido de atender às necessidades e aos interesses dos alunos, devem ser considerados os elementos da realidade escolar como as
condições da escola e as características locais e regionais da comunidade onde está inserida.
condições da escola e as características de seu interior, voltadas para o saber do professor.
características locais em que a escola está inserida, subordinadas ao conhecimento do professor.
características regionais em que a escola está inserida, com vistas às competições esportivas.
Considere os seguintes pressupostos:
I. Historicamente, a concepção dicotômica de homem, dividido em corpo e alma, foi predominante e contribuiu para a fragmentação do currículo escolar em disciplinas, valorização do cognitivo em detrimento de domínios afetivos e motores, bem como para a desarticulação entre a teoria e a prática. II. A compreensão acerca de como os sujeitos lidam com o corpo não é universal, mas, na verdade, é oriunda de uma construção social resultante de relevantes processos históricos, ou seja, condicionada a fatores sociais e culturais. III. A compreensão do corpo em sua totalidade implica a concepção do ser humano a partir da indissociabilidade de suas dimensões biológica, afetiva, cognitiva, histórica, cultural, estética, lúdica, linguística etc, na busca de entender que o ser humano é um todo indivisível que pensa, sente e age, simultaneamente. De acordo com a Proposta Curricular da SEE/MG estão voltados para a Educação Física, com vistas à concepção do corpo em sua totalidade, os pressupostos apresentados emI e II, apenas.
I, II e III.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
Marcelino (1987), citado no texto da Proposta Curricular/MG, destaca algumas visões relativas ao lazer: utilitarista, romântica, moralista e compensatória. A visão utilitarista refere-se à
redução do lazer a uma brincadeira.
utilização do lazer para transformação social.
utilização do lazer para encobrir atividades de trabalho.
redução do lazer á função de recuperação da força de trabalho.
De acordo com a Proposta Curricular de Física/MG, o professor, ao elaborar seu plano de aula, deve atentar para
os conceitos, sem dar importância às Competências e Habilidades, cujo desenvolvimento é autônomo.
o desenvolvimento de Competências e Habilidades, que levem à construção de conhecimentos e à compreensão de conceitos importantes.
as Competências e Habilidades, sem se preocupar com a compreensão dos conceitos, que ocorrerá aos poucos, no decorrer das aulas.
a sua intuição, que o ajudará a definir o que é mais importante no momento.
A Resolução da SEE-MG nº 469/2003, em seus artigos 18 e 19, defende uma avaliação contínua e diagnóstica do processo de aprendizagem para garantir a Progressão Continuada dentro de cada Ciclo escolar. Neste sentido, ao final dos Ciclos o professor deve
dar nota aos alunos e classificá-los em aptos e não aptos a passar de ano, para que possam ser garantidas as aprendizagens mínimas previstas no Ciclo.
realizar avaliação global do desenvolvimento dos alunos em relação aos objetivos da Fase em que se encontram.
aplicar instrumento de auto avaliação nos alunos para que eles possam refletir sobre o seu processo de aprendizagem.
desenvolver reunião juntos aos pais/responsáveis para que eles avaliem, juntamente com o professor, os progressos de seus filhos.
Considerando o fragmento transcrito em conjunto com as diretrizes expostas na Proposta Curricular – CBC da SEE/MG para o ensino de Língua Portuguesa, é correto afirmar que a escola tem como tarefa ensinar
apenas a norma culta ou padrão da língua portuguesa, por diversos motivos: é ela a variante reconhecida e prestigiada socialmente; para as pessoas cultas, ela funciona como modelo e acaba por representar a própria língua; e, finalmente, é a única variante livre dos inevitáveis preconceitos dirigidos às demais variantes.
a norma culta ou padrão da língua portuguesa, pois é a que o aluno em geral não domina, mas deve recusar a ideia de que esta variante é a própria língua, isto é, não pode desconsiderar as outras variantes e nem dar lugar à expressão dos preconceitos que costumam ser dirigidos a algumas delas.
apenas as variantes que são geralmente desconsideradas por aqueles que privilegiam a norma culta, chegando a crer que esta variante é a própria língua; ao privilegiar os dialetos menos cultos e os registros menos formais, a escola pode valorizar o conhecimento prévio do aluno e combater os preconceitos linguísticos.
as variantes ou os dialetos utilizados pelos alunos, no caso da língua oral, para que eles não se sintam vítimas do preconceito linguístico, ao passo que o ensino da norma culta deve ser reservado para os momentos em que se trabalha a expressão escrita elaborada literariamente, nas aulas de literatura.
As Diretrizes Gerais para o Ensino de Língua Estrangeira (pp. 13-22) sugerem que se utilize, para o ensino de língua estrangeira no contexto escolar de Minas Gerais,
o Enfoque por Tarefas.
uma metodologia estruturalista.
o Método Audiolingual.
uma abordagem comunicativa.
Segundo as Diretrizes Gerais para o Ensino de Língua Estrangeira, o aspecto-chave na abordagem sugerida para o ensino desta disciplina
...é o desenvolvimento de habilidades para o uso da língua em situações reais de comunicação nas modalidades oral e escrita. Concentram-se os procedimentos pedagógicos na integração destes quatro componentes de competência comunicativa: competência linguística (conhecimento léxico-sistêmico e fonético-fonológico), competência textual (conhecimento sobre textualidade, continuidade temática, gêneros textuais, tipos de texto, etc.), competência sociolinguística (adequação da linguagem às situações de interação) e competência estratégica (pp. 13-14).
Levando em conta o que se diz no texto sobre os componentes da competência comunicativa, o gráfico que ilustra a relação entre as competências referidas é:




Partindo do pressuposto de que o Estado brasileiro tem como tarefa reconhecer a diversidade sexual, enfrentar o sexismo e combater a homofobia e seus efeitos e tendo a escola o papel fundamental de formação da identidade e de atitudes cidadãs, está correto afirmar que esta instituição é local privilegiado para se desenvolver a consciência crítica, além de práticas de
inclusão de temas religiosos que previnam a violência.
prevenção ao preconceito, realizadas pelo Conselho Tutelar.
respeito à diversidade e defesa dos direitos humanos.
elaboração de legislação a favor dos direitos humanos.