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A avaliação adequada das condições de conforto térmico em ambientes construídos requer o conhecimento de diferentes variáveis térmicas que influenciam as trocas de calor entre o corpo humano e o ambiente. Entre essas variáveis, destacam-se a temperatura do ar, a temperatura radiante média e a temperatura operativa, cada uma com definição e aplicação específicas. Considerando os conceitos estabelecidos pela ABNT NBR 16401-2:2008 e pela ISO 7730, assinale a alternativa que apresenta a definição correta de uma dessas variáveis térmicas.
Temperatura radiante média: representa a temperatura média das superfícies que envolvem o ocupante (paredes, piso, teto, janelas), ponderada pela posição e área de cada superfície em relação à pessoa. Quanto mais próxima e maior a superfície, maior sua influência na temperatura radiante média.
Temperatura operativa: variável que corresponde à temperatura do ar em movimento corrigida por um coeficiente derivado da velocidade do ar incidente sobre o ocupante. Quanto maior a velocidade do ar, menor o valor do coeficiente.
Temperatura radiante média: variável medida diretamente por termômetro de bulbo seco, representando a quantidade de radiação solar que atravessa as aberturas envidraçadas e incide sobre os ocupantes do ambiente. É o parâmetro mais importante para dimensionamento de sistemas de proteção solar em edificações.
Temperatura do ar: variável medida diretamente por termômetro de bulbo seco, com correção por um coeficiente derivado da umidade relativa do ambiente.
A ABNT NBR 15219 trata da elaboração de Plano de Emergência Contra Incêndio. Assinale a alternativa que melhor descreve um elemento essencial desse plano:
Lista nominal de todos os frequentadores eventuais da edificação.
Procedimentos operacionais padronizados para abandono de área e acionamento de recursos de emergência.
Exclusão de cenários de risco considerados improváveis.
Dispensa de treinamento após elaboração do documento.
Arquivamento do plano sem divulgação aos ocupantes.
Em relação a norma ABNT NBR ISO 21500 é correto afirmar que
substitui o guia PMBOX como padrão para gerenciamento de projetos no Brasil.
tem foco em engenharia.
oferece uma estrutura de processos para o gerenciamento de projetos.
é um manual de execução de projetos com procedimentos específicos.
tem foco em projetos de grande porte e alta complexidade.
Segundo a ABNT NBR 11742:2003, o material inserido entre as capas da folha de uma porta cortafogo, com a função de conferir-lhe a característica do isolamento térmico, é denominado como:
Acabamento.
Capa isolante.
Miolo.
Marco.
Segundo a NBR 6028, da ABNT, é recomendável que o resumo de um relatório científico
tenha entre 100 e 125 palavras de extensão.
apresente uma análise do conteúdo do documento.
seja elaborado por outra pessoa que não o autor do documento.
apresente informações que possibilitem dispensar a consulta ao relatório.
inclua símbolos, extraídos do texto, mesmo que não sejam de uso corrente.
Conforme a NBR 13570:2021, as instalações elétricas em locais de afluência de público devem utilizar qual esquema de aterramento?
IT.
TN-C.
IT ou TN-C.
TN ou TT.
As regras de condutas existem para ajudar o servidor a:
- Desenvolver sua própria orientação interna, dando-lhe segurança e estímulo para a sua atuação profissional;
- Alcançar o domínio dos modos de realizar ou construir algo. Esse domínio implica a familiaridade com as regras ou procedimentos que indicam o quê e como fazer.
Segundo a Escola Nacional de Administração Pública ENAP - (2014), deve-se estar atento a dois tipos diferentes de regras de conduta.
Assinale a alternativa que indica os 2 (dois) tipos diferentes de regras de conduta indicados pelo ENAP (2014).
Regras Imperativas e Regras para Agir.
Regras Imperativas e Regras Comportamentais.
Regras Construtivas e Regras para Agir.
Regras Construtivas e Regras Imperativas.
Regras para Agir e Regras Comportamentais.
Uma indústria química encaminha um resíduo líquido contendo solventes para uma empresa especializada em valorização, onde o material é processado e posteriormente utilizado como matéria-prima por outra indústria. Com base nos conceitos de “cadeia de valor” e de “status de não resíduo” previstos na ABNT NBR 17100-1, é CORRETO afirmar que:
A cadeia de valor restringe-se ao gerador inicial do resíduo, não abrangendo as empresas responsáveis pela valorização ou pela utilização posterior do material recuperado.
A empresa responsável pela valorização integra a cadeia de valor, porém a indústria que utiliza o material recuperado como matéria-prima não participa das atividades relacionadas ao produto obtido.
O status de não resíduo somente pode ser reconhecido quando a valorização for realizada pelo próprio gerador, sendo vedada a participação de empresas terceirizadas.
O material somente poderá adquirir o status de não resíduo quando atendidos os critérios aplicáveis para sua utilização, e as entidades que participam da geração, valorização e utilização do material podem integrar a cadeia de valor.
No contexto da infraestrutura urbana, considerando a NBR 16636-4:2023, trata-se do “dispositivo físico ou eletrônico, bem como as medidas de engenharia de tráfego e desenho urbano destinadas a reduzir e controlar a velocidade de deslocamento dos veículos automotores”. O trecho refere-se ao(à):
Moderador de tráfego
Faixa de serviço da calçada.
Mobilidade urbana.
Traffic calming.
Durante a elaboração de um projeto arquitetônico, o arquiteto optou por adotar os princípios da coordenação modular, conforme a NBR 15873:2024. Nesse contexto, o conceito de projeção ortogonal do sistema de referência modular, baseado no módulo básico e em multimódulos adequados ao projeto a ser realizado, refere-se à:
Medida nominal.
Medida de trabalho.
Junta modular.
Malha modular.
Segundo a NBR 16415 (Caminhos e espaços para cabeamento estruturado), a abreviatura de “distribuidor de edifício” é:
ED.
DE.
DB.
BD.
Segundo a NBR 16694 (Projeto de pontes rodoviárias de aço e mistas de aço e concreto), e com relação às espessuras mínimas das chapas de aço, a espessura mínima para contenções laterais, diafragmas, chapas de piso, seções transversais e chapas gusset de conexão, exceto para almas de perfis laminados e nervuras de seção fechada em tabuleiros ortotrópicos de aço, deve ser de:
5 mm.
6 mm.
7 mm.
8 mm.
Conforme a NBR 5101 (Iluminação viária), é normatizado que a unidade para o Indicador de Densidade de Potência seja expressa em:
W.lx-1 .m-2 .
W.lx.m-2 .
W.lx.m2 .
W.lx-1 .m2 .
Em relação às luminárias para iluminação pública, conforme NBR 15129, as luminárias, de acordo com as disposições da ABNT NBR IEC 60598-1:2010, Seção 2, devem ser classificadas como:
Classe A, B ou C.
Classe A ou B.
Classe I, II ou III.
Classe I ou II.
O guarda-corpo é um elemento fundamental de segurança, destinado a proteger as pessoas que permaneçam ou circulem em sua proximidade contra o risco de queda fortuita. De acordo com os parâmetros estabelecidos pela ABNT NBR 14718:2019 (Esquadrias — Guarda-corpos para edificação — Requisitos, procedimentos e métodos de ensaio), é correto afirmar que:
No caso de guarda-corpos com vãos abertos, o espaçamento entre perfis verticais (vão-luz) não pode ser superior a 0,10 m.
A configuração do guarda-corpo deve prever um componente de fechamento posicionado no lado interno, na medida em que haja apoios que permitam a escalada até a altura de 0,40 m, inclusive para guarda-corpos com desenhos ornamentais.
Para impedir a queda acidental de objetos soltos no piso de uma área protegida por guarda-corpos, deve existir uma barreira que impeça a passagem livre de uma esfera com diâmetro de 0,05 m rolando pelo piso, em toda a extensão dos guarda-corpos.
Quanto aos guarda-corpos em escadas, na zona dos degraus, o afastamento do último elemento horizontal em relação à aresta exterior do piso pode ser de, no máximo, 0,10 m.
De acordo com a NBR 6023/2025, os casos omissos da norma devem ser resolvidos por meio de
consulta ao código de catalogação vigente.
consulta à ABNT.
consulta ao Conselho Federal de Biblioteconomia.
consulta à Comissão de Estudo Especiais.
consulta pública.
A norma ABNT NBR 17068 - Desenho técnico – Requisitos para representação de dimensões e tolerâncias tem como objetivo estabelecer os requisitos para representação de desenhos e de tolerâncias associadas que se aplicam a desenhos técnicos em duas dimensões (2D), mas que podem se aplicar a desenhos em três dimensões. Segundo essa norma, e considerando a unidade de medida do desenho, o símbolo SR 50 significa:
raio de concordância medindo 50
superfície retificada com grau 50
chanfro reto com ângulo 50º
esfera de raio 50
A cotagem é um elemento essencial para a fabricação e para a execução correta de peças e de componentes. Segundo a ABNT NBR 17068:2022, as cotas de um desenho técnico devem ser:
colocadas preferencialmente fora da peça
omitidas em desenhos executivos
escritas sempre na vertical
repetidas várias vezes
Conforme as teorias de sistemas de proteção contra incêndio, uma ação indispensável para compartimentação contra o fogo é a aplicação de Portas Corta Fogo (PCF). De acordo com a ABNT NBR 11742:2003, a característica da porta corta-fogo de manter a estabilidade estrutural, sob ação do fogo é denominada como:
Resistência ao fogo.
Resistência mecânica ao fogo.
Resistência elementar ao fogo.
Isolação térmica.
As peças de madeira de seção circular variável (peças roliças), conforme NBR 7190-1, podem ser calculadas como se fossem de seção circular constante representada pelo diâmetro equivalente (deq), considerado igual ao da seção situada a 1/3 do comprimento da extremidade mais delgada, não se considerando, no entanto, valor superior a:
0,8 vez o diâmetro dessa extremidade.
1,0 vez o diâmetro dessa extremidade.
1,2 vez o diâmetro dessa extremidade.
1,5 vez o diâmetro dessa extremidade.