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O racismo, o capacitismo e o sexismo constituem opressões estruturais que incidem sobre o acesso à educação, ao trabalho e a outros direitos sociais no Brasil. Para enfrentar essas expressões da questão social que acirram desigualdades historicamente produzidas, o Estado brasileiro instituiu políticas de ação afirmativa, como o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010) e a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012). À luz desses marcos legais e da direção ético-política do Serviço Social brasileiro, as ações afirmativas constituem-se em
estratégias universais baseadas exclusivamente na lógica da meritocracia individual.
medidas especiais e temporárias voltadas à promoção da igualdade material de grupos socialmente discriminados.
programas de caráter médico-reabilitador orientados à correção de limitações individuais.
diretrizes permanentes de gestão centralizada, sem participação da sociedade civil.