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Na visão de Kleiman, (In: CORRÊA e BOCH. Ensino de Língua: Representação e Letramento, São Paulo: Mercado de Letras, 2006, p.87), “Olhando para a história, percurso e transformação das ideias linguísticas na prática de ensino de Língua Portuguesa, percebe-se que, nos trinta anos passados, houve uma adesão bastante acentuada aos modelos e construtos teóricos das ciências da linguagem”.
Pode-se compreender que
as implicações trazidas por novas concepções do ensino de língua têm acarretado prejuízos na prática pedagógica.
mudanças consideráveis aconteceram nas atividades do professor de Língua Portuguesa, em sua maioria, que evoluiu da “gramática da frase” para as atividades sobre gêneros textuais, fundamentadas nos PCNs.
as mudanças de paradigmas acarretam, sempre e, de forma geral, mudanças correlatas na ação didática do professor.
o professor, como ator social, não pode modificar e transformar seus planos de ação, seguindo essas mudanças.
a incorporação dessas novas concepções desencadeou uma série de problemas sobre a finalidade e os conteúdos do ensino de Língua Portuguesa.