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Em uma aula do 2º ano do Ensino Médio, o professor de língua portuguesa estabeleceu como foco de trabalho o estudo dos gêneros textuais, sobretudo gêneros não-ficcionais. O foco seria na tipologia dos gêneros e não tanto em sua função. Sua colega, por sua vez, desenvolvendo o mesmo trabalho com gêneros, optou por focar na função dos textos e não em sua tipologia.
Seguindo a definição de Camps, no ensaio “Texto, processo, contexto, atividade discursiva: diferentes pontos de vista sobre a atividade de aprender e de ensinar a escrever”, é possível dizer que os professores, respectivamente:
Adotaram um modelo formalista e construtivista de prática textual.
Adotaram um modelo socioconstrutivista e formalista de prática textual.
Adotaram um modelo construtivista e formalista de prática textual.
Adotaram um modelo construtivista e socioconstrutivista de prática textual.
Adotaram um modelo formalista e socioconstrutivista de prática textual.