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Maria do Rosário Mortatti Magnani, em Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto, considera que o ponto de partida de uma prática docente transformadora está na “concepção interacionista da linguagem”.
Conclui-se que, para a autora:
a organização da subjetividade do aluno precisa ser administrada mediante técnicas de racionalização do prazer da leitura.
a exposição do aluno ao texto literário favorece a percepção das normas de determinada época e de determinado grupo.
os gêneros literários mais profícuos para a faixa etária do aluno devem ser identificados por técnicas pedagógicas efetivas.
a enunciação, enquanto produto do ato de fala, é de natureza social e se dá sempre na relação entre indivíduos socialmente organizados.
a prática da leitura deve incluir finalidades utilitárias, tais como: ler para fazer exercícios de interpretação e para adquirir modelos de escrita.