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Por que esquecer é benéfico, segundo neurocientista

“A memória”, escreve o neurocientista Charan Ranganath em seu novo livro Why We Remember ("Por que nos lembramos", em tradução livre), “é muito, muito mais do que um arquivo do passado; é o prisma através do qual vemos a nós mesmos, aos outros e ao mundo”.
Ranganath é professor de psicologia na Universidade da Califórnia, na cidade de Davis, e passou os últimos 30 anos explorando os processos cerebrais por trás da nossa capacidade de recordar, de lembrar — e de esquecer.
Ele argumenta que muitas das nossas suposições comuns sobre a memória são equivocadas; suas aparentes falhas muitas vezes surgem de seus recursos mais úteis, criando uma flexibilidade cognitiva que tem sido essencial para a nossa sobrevivência.
(David Robson Role, BBC Future. Disponível: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6py2v785npo.)
A imagem aliada ao texto cria visualmente um ambiente de entendimento por associar:
Associar a palavra “prisma” com a imagem presente no texto, pois segundo a física, prisma é um sólido com o formato de um prisma (triangular), geralmente em vidro ou cristal, por meio do qual é possível decompor a luz em várias frequências, no espectro de cores.
Alia a imagem com o conceito da nossa primeira infância e como se desenvolve a formação do pensamento.
A imagem se compõe por nuvens e nossas suposições sobre o que há no universo em equiparação a argumentação que muitas das nossas suposições comuns sobre a memória são equivocadas.
A imagem e o texto não têm relação, uma vez que é apenas ilustrativo.
A imagem exemplifica por um tempo passado e é justificado pela citação do cientista no trecho: “é muito, muito mais do que um arquivo do passado; é o prisma através do qual vemos a nós mesmos, aos outros e ao mundo”.