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Sobre a palavra “que”, nos dois usos do trecho “Ou seja, ao...

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões 11, 12 e 13, que a ele se referem.


Texto 01


Filosofia de padaria e o tempo das coisas


[...] Você já fez um pão? Posso dizer que sou padeiro amador. A panificação me ensinou que pra comer croissant ou panettone, tenho que dedicar 24 horas para produzi-los, e pra comer minha massa de pizza, 48 horas. Mas, no mundo do encurtamento das distâncias, você pode comê-los daqui a 10 minutinhos, sem sujar as mãos.

Ou seja, ao panificar, aprendi que pães são feitos de tempo. E o valor das coisas é medido pela quantidade de tempo que dedicamos a elas. Com toda atenção e paciência de que precisam. É por isso que filhos são preciosos, carreiras longevas são inestimáveis e relações duradouras não têm preço. Porque exigem nossa dedicação constante e duradoura. Porque é preciso regar, nutrir, suster e cuidar [...].


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 16 fev. 2024. Adaptado.

Sobre a palavra “que”, nos dois usos do trecho “Ou seja, ao panificar, aprendi que pães são feitos de tempo. E o valor das coisas é medido pela quantidade de tempo que dedicamos a elas.”, é CORRETO afirmar que


A

constroem a coesão do período retomando substantivos anteriores, já que pertencem à classe dos pronomes relativos.


B

ligam as orações do período e inserem complementos de verbos usados anteriormente.


C

ligam as orações do período já que foram usadas como conjunções subordinativas.


D

constroem a coesão do período e pertencem a diferentes categorias gramaticais, respectivamente, conjunção subordinativa e pronome relativo.


E

retomam termos anteriores e inserem, no período, orações subordinadas adjetivas restritivas.