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Não está analisado corretamente o termo do penúltimo...

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 40 a 42.


Urupês


Quando Pedro I lança aos ecos o seu grito histórico e o país desperta estrovinhado à crise duma mudança de dono, o caboclo ergue-se, espia e acocora-se de novo.


Pelo treze de maio, mal esvoaça-se o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! O cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça, imagina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo.


A 15 de Novembro troca-se um trono vitalício pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança. O caboclo não dá pela coisa.


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Jeca Tatu é um piraquara do Paraíba, maravilhoso epítome de carne onde se resumem características da espécie.

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De pé ou sentado, as ideias se lhe entramam, a língua emperra e não há de dizer coisa com coisa.


Nos mercados para onde leva a quitanda domingueira, é de cócoras, como um faquir de Bramaputra, que vigia os cachinhos de brejaúva ou o feixe de três palmitos.


Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!


(Monteiro Lobato)

Não está analisado corretamente o termo do penúltimo parágrafo:


A

"como"- conjunção subordinativa comparativa.


B

"que", pronome relativo; um faquir antecedente.


C

"domingueira", "de Bramaputra" e " de brejaúva" são adjuntos adnominais.


D

"que vigia os cachinhos" é uma oração com valor de substantivo.