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HISTÓRICO DE AMÉRICO DE CAMPOS
Em 1920, Manoel Francisco Tomaz e Henrique de Souza Lima planejaram fundar um patrimônio nos sertões entre o rio Preto e o São José dos Dourados, recebendo do procurador de Escolástica Augusta de Vasconcelos, proprietária da Fazenda Águas Paradas, a doação de dez alqueires de terra para o Bispado de São Carlos, divididos em quarteirões, criando o povoado de Vila Botelho.
Outros colonizadores apoiaram o empreendimento, como João Batista de Souza Filho, Joaquim Manoel Serapião, Olegário Nogueira da Silva, Francisco Vilar Horta, João Batista da Silveira, Fungêncio de Andrade, Israel Francisco Tomaz, Francisco Goulart, Carlos Lauer e Guilherme Palhate, que se destacaram no desenvolvimento e administração do núcleo.
Em 1920 já estava construída a capela e o cruzeiro, iniciando-se também, as primeiras casas residenciais e comerciais, adotando o nome de São João das Águas Paradas. Em 1926 criou-se o Distrito de Paz e em 1948, o Município, agora denominado Américo de Campos, em homenagem ao político e homem público paulista
(…). FONTE: Adaptado de https://www.americodecampos.sp.gov.br/portal/servicos/1004/historia/
“...Outros colonizadores apoiaram o empreendimento…” (2º parágrafo). O uso desse tipo de pronome no início do parágrafo estabelece uma relação semântica de continuidade. Isso significa dizer que:
O parágrafo anterior já mencionou o esforço de colonizadores.
O parágrafo seguinte mencionará o esforço de uma série de colonizadores.
O texto inteiro fala somente sobre os colonizadores da região onde atualmente se situa o município de Américo de Campos.
Américo de Campos foi um antigo colonizador da região.