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Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito
inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto. Casou com
uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,
conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Paulo Leminski
Entre outros recursos e/ou ferramentas da língua portuguesa, o autor cita o pleonasmo, figura/vício de linguagem muito recorrente na oralidade. Tal recurso é apresentado na assertiva:
Todos foram unânimes na tomada de decisões durante a última reunião de condomínio.
Fique tranquila, dona Regina, sua filha é um anjo.
Ouvir Beatles diariamente é uma terapia para mim.
Todos um dia iremos partir desta para uma melhor.
Essas brincadeiras são muito inadequadas, já falei um milhão de vezes.