Questões de Concurso sobre Análise sintática

 
 
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Sobre os componentes linguísticos do quinto (5º§), analise as assertivas:


I.Inicia com pronome indefinido invariável.

II.O verbo "causar" é bitransitivo, por isto pede duplo complemento.

III.Em: "quando não nos valorizamos o suficiente", temos exemplo de próclise atraída por advérbio de negação, e exemplo sujeito elíptico identificado pela desinência verbal.

IV.Semanticamente, a expressão: "o suficiente" equivale a "o bastante".

V.O TIL usado nos substantivos: "situações" e "formação" justifica a tonicidade da última sílaba em ambos.

VI.Em ambas as expressões: "a não ser que você permita", "maior permissão que" - destacamos conjunções subordinativas integrantes.


Estão CORRETAS, apenas:


A

II, IV e VI.


B

III, IV, V e VI.


C

I, II, III e IV.


D

I, III e V.

Marque a alternativa com informação INCORRETA.


A

O período simples: "Conscientização sempre!" - tem uma única e pontuação exclamativa.


B

A conjunção de: "Uma espécie como a nossa" está escrito com conjunção que enuncia comparação.


C

O substantivo "mulher" é o feminino de "homem" e exemplifica a mudança de gênero por heteronímia.


D

A expressão: "destruição progressiva" é antônimo de "construção regressiva".

João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho

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A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

João Branco 18 de março de 2022

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Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?

Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.

É nesse contexto que os filmes recentes do Homem-Aranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.

Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?

Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um super-herói.

Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.

Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.


João Branco é CMO do McDonald’s.

linkedin.com/in/falajoaobranco / Instagram @falajoaobranco


BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha

sobre trabalho? Forbes Brasil, 18 de março de 2022.

Colunas. Disponível em:

https://forbes.com.br/colunas/2022/03/joao-branco-o-que-

aprendemos-com-o-homem-aranha-sobre-trabalho/.


As palavras grifadas no trecho “O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente.” (3º parágrafo) são classificadas, nesse contexto, como


A

advérbios intensificadores.


B

adjetivos pátrios.


C

advérbios locativos.


D

substantivos intensificadores.


E

advérbios temporais.

'Já pensou em ter uma ajuda extra para se sentir mais inteligente em pouco tempo?'


Assinale a opção CORRETA.


A

Na frase, percebe-se a presença de quatro advérbios de categorias diferentes.


B

A frase é constituída por quatro substantivos: dois comuns e dois abstratos.


C

Existem cinco preposições na frase, sendo que uma se repete duas vezes.


D

Os vocábulos 'extra', 'inteligente' e 'pouco' constituem os adjetivos da frase.


E

A frase é composta por três verbos; logo, possui três orações.

Ano: 2022
Prova: FURB - Prefeitura - Técnico em Higiene Dental - 2022

Em: "...que foram feitas totalmente com materiais recicláveis doados por empresas parceiras.", as palavras destacadas são, respectivamente:


A

Substantivo - verbo.


B

Preposição - preposição.


C

Advérbio - advérbio.


D

Pronome relativo - preposição.


E

Conjunção - verbo.

   
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