Questões de Concurso sobre Casos obrigatórios de crase

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
765 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Sobre o acento indicativo de crase, assinale a alternativa em que seu uso é correto.


A

O churrasco foi ótimo, voltei para casa somente à noite.


B

Bárbara não viu àquele garoto que passou pela esquina.


C

Seus pais foram à Estocolmo no ano passado.


D

Executaremos esta experiência à olho nu.


E

Eis o jovem à quem dei a medalha da competição.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa cuja retirada da crase torna a oração incorreta ou causa prejuízo de sentido.


A

Entregou os papéis à sua supervisora.


B

Falei à Lúcia que não iria.


C

Fiz alusão à minha amiga.


D

À medida que caminhava, ficava mais cansado.

Em relação ao uso do sinal indicativo de crase, no trecho [...] em toda a sua rede de serviços, no que respeita a atenção à mulher, ao homem ou ao casal, programa de atenção integral à saúde, em todos os seus ciclos vitais" [ ...]o uso nas duas ocorrências pode ser considerado:


A

Na primeira ocorrência obrigatório e na segunda facultativo.


B

Na primeira e segunda ocorrências facultativo.


C

Na primeira ocorrência facultativo, já na segunda, obrigatório.


D

Nas duas ocorrências obrigatório.

Assinale a alternativa que apresenta a frase em que ocorreria crase se trocássemos a(s) palavra(s) masculina(s) sublinhada(s) por outra(s) do gênero feminino.


A

O esgoto doméstico, aliado aos efluentes industriais e rurais e ao lixo, é carregado para córregos e bueiros.


B

O risco é o da redução da disponibilidade e da qualidade das águas para o consumo humano e para as atividades econômicas, o que já é uma realidade em muitos países.


C

A elevação do uso doméstico, industrial e agrícola, a poluição e o aumento da população do planeta representam maior pressão sobre os recursos hídricos existentes.


D

A maior causa da poluição das nossas águas, porém, tem sido os esgotos despejados sem tratamento nos cursos d'água.


E

O viver em sociedade é que explica a nossa crise ambiental.

Assinale a opção incorreta quanto ao uso do acento indicativo de crase.


A

Os livros novos pertencem às crianças da escola.


B

Os portões serão abertos às duas horas.


C

Demos os melhores lugares às pessoas que chegaram cedo.


D

Fez o trabalho às carreiras; é claro que não ficou bom.


E

O carro estará pronto à partir de amanhã.

Ao substituir a expressão sublinhada no fragmento “se reduz à crítica que não busca alterar a realidade“, assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase deve ser empregado.


A

se reduz a mesma crítica.


B

se reduz a certa crítica.


C

se reduz a qualquer crítica.


D

se reduz a alguma crítica.


E

se reduz a toda crítica.

TEXTO:


Um cão apenas


Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito – eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrimas que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer enquanto dormem...

Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, arrastando o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente, inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.

(Fragmento/Cecília Meireles)



Assinale a afirmativa em que o uso da crase apresenta-se correto:


A

Graças à Deus, o cãozinho está melhor.


B

À noite estava clara com o brilho da lua.


C

Estou disposto à ajudar aquele cão doente.


D

Não irei àquele lugar.


E

Isto não interessa à ninguém.

Em relação ao uso de crase: " ... é necessário dar um destino à montanha de lixo ... ", é correto afirmar que:


A

o uso da crase é facultativo.


B

o uso da crase decorre da utilização do verbo ser.


C

o uso da crase decorre da utilização da locução verbal é necessário.


D

é um caso de regência nominal, o termo regente destino e o termo regido a montanha.


E

a locução conjuntiva à montanha torna obrigatório o uso da crase.

Assinale a alternativa em que a crase foi utilizada corretamente:


A

O padre caminhava à passo firme.


B

Dirigiu-se ao tribunal disposto à falar ao juiz.


C

Viajou à Londres a fim de rever antigo amor.


D

Retornaram tarde à casa dos ávos.


E

Chegou à noite, precisamente as dez horas.

Em “...sobrevive às custas dele -” (l. 39), o acento grave indicativo da crase, segundo o registro culto e formal da língua, está correto assim como em


A

Nem sempre o sucesso está acessível à todos.


B

Muitas vezes, para não fracassar, é preciso tomar o rumo à esquerda.


C

O fracasso e o sucesso caminham lado à lado.


D

O empreendedor bem-sucedido é avesso à subterfúgios.


E

Às vezes que obtive sucesso sempre soube o motivo.

Orientação espiritual ...... todas as pessoas é um dos propósitos ...... que escritores e pensadores vêm se dedicando, porque a perplexidade e a dúvida são inevitáveis ...... condição humana.


As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:


A

à - a - à


B

à - à - a


C

a - a - à


D

a - à - à


E

a - a - a

Não posso ficar

Nem mais um minuto com você

Sinto muito amor

Mas não pode ser.

Moro em Jaçanã,

Se eu perder esse trem,

Que sai agora às onze horas,

Só amanhã de manhã.


O penúltimo verso de Adoniran Barbosa emprega o acento indicativo de crase numa locução adverbial feminina, como recomendam os manuais de redação. Também está correto o uso do acento de crase na seguinte alternativa:


A

Peço à V.Sa. que compareça à conferências que sejam úteis às suas pesquisas.


B

Ficamos frente à frente, entregues à sorte e à mercê de um regulamento ultrapassado.


C

Lembro que, à noitinha, minhas retinas cansadas ficavam à espera de um pensamento à esmo.


D

Escuto dizerem às vezes que uso palavras semelhantes às que o chefe emprega à toa.


E

Cheguei à tempo de vender à peso de ouro um livro antigo que custou caro à beça.

Na frase “Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo...” (1º§), observa-se a utilização de sinal indicativo de crase.. A utilização deste mesmo sinal também é obrigatória em:


A

Eles sempre saíam a passeio pelas ruas do Rio.


B

A mulher acostumara-se a sofrer com a traição do marido.


C

A aceitação das tristezas é prejudicial a saúde do indivíduo.


D

Eu mostrei a ela o programa do teatro.


E

O marido a viu entrando na Igreja.

A alternativa em que o uso da crase é exigido é

A
Falaram muito a respeito de você.

B
Prendia-se a questões de menor importância.

C
Quando ele chegou a casa, foi logo se atirando na cama.

D
Não deram atenção as nossa queixas

E
Voltarei a Porto Alegre brevemente.

Quanto ao uso, ou não, do sinal de crase, a frase inteiramente correta é:


A

Acaba de chegar a América um grupo de sudaneses, à que se darão diferentes destinos, certamente à revelia desses jovens, que chegaram como refugiados.


B

O autor supõe que, tendo em vista à quantidade de leis às quais deverão obediência, os jovens refugiados passarão por poucas e boas, até a completa adaptação.


C

As normas da tribo, às quais faz o autor referência, são poucas e implícitas, visam à boa prática de valores consensuais, e não a uma mera catalogação de obrigações.


D

A angústia a que submeteremos esses jovens deverse- á não apenas à essa quantidade de leis, mas sobretudo à maneira artificial pela qual pretendem aplicar-se à realidade.


E

Quando à cada nova obrigação miúda corresponder uma nova norma, não haverá como pôr termo a inchação dos códigos, à uma sempre crescente lengalenga de leis.

Quanto à utilização ou não do sinal de crase, a frase inteiramente correta é:


A

Em meio às vagas oferecidas pelo sistema de cotas, muitas haverão de ir para brancos, mesmo, pois não faltará quem as pleiteie alegando a mestiçagem.


B

A política à que se opõe a Folha é à de combater uma discriminação com outra, àquela segundo a qual só os negros e pardos têm as vagas garantidas.


C

Será que daqui à uma década ainda estaremos a titubear na administração da insuficiência de vagas, ou já teremos chegado à um bom termo?


D

Sempre é oportuna a lembrança de que a genômica tem chegado à uma série de convicções que põem por terra a teoria de uma raça pura.


E

Parece que estamos à atravessar um momento crucial de nossa história, quando velhas contas estão à pagar, sem haver quem as resgate.

Assinale a alternativa em que não ocorre erro quanto ao uso da crase.


A

Quem se dirigiu à Vossa Majestade sem permissão?


B

Oferecemos flores à ela em sinal de gratidão.


C

Sempre disposto à contrariar o amigo, saiu da sala.


D

Chegamos à casa antiga conforme queríamos.

A ocorrência do sinal de crase justifica-se apenas na frase:

A
Há máscaras que envergamos com relativa naturalidade e àquelas de que nos socorremos com grande constrangimento.

B
As máscaras à que recorrem os atores lembram as que também nós envergamos em nosso dia-a-dia.

C
Quando assistimos à uma peça teatral, intensificamos nossa percepção das verdades simuladas.

D
As mentiras por vezes não se distinguem das verdades, sobretudo quando se passa a considerar àquelas como absolutamente necessárias.

E
O autor não se refere a um amigo qualquer, mas àquele a quem pedimos que nos olhe nos olhos.

Não está correta a alternativa:


A

Ele procedeu à leitura do testamento.


B

Carla aspirava e sonhava com a promoção.


C

Elas experimentaram e aprovaram o tempero.


D

A ação visava à resolução dos problemas.

   
Gerar simulado