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Tendo em vista a norma padrão para a escrita em língua portuguesa, o pronome oblíquo átono foi devidamente colocado na seguinte sentença:
“O horizonte que abre-se pela manhã é simplesmente divino!”.
“Nunca julgamo-nos incapazes de executar tal tarefa.”.
“Todos os pupilos seguir-te-ão se você souber dar bons exemplos.”.
“Me sinto muito bem agora que passei a comer mais salada.”.
“Cumprimentá-los-ei assim que as provas forem finalizadas.”.
Assinale o período em que o pronome pessoal oblíquo átono está bem colocado.
Em se tratando de passaporte, não o solicitei ainda, mas vou fazê-lo em breve.
Assim que sentir-se em condições, me pedirá ajuda.
Isto me não diz respeito! Me respondeu ele, afetadamente.
Quando chegar aí, te contarei por que peripécias consegui não envolver-me nesse assunto.
Segundo deliberou-se na assembleia ordinária, nada pode-se fazer com a prestação de contas sem antes enviá-la ao Conselho Fiscal.
Quanto à colocação pronominal em: "Bonito é chorar quando se sentir vontade " pode-se afirmar que:
O pronome está na posição enclítica, pois há palavra atrativa.
O pronome está na posição proclítica, pois há palavra atrativa.
A ênclise seria obrigatória, pois uma expressão atrativa antecede o verbo.
A próclise é facultativa, pois há uma expressão atrativa que antecede o verbo.
Assinale a alternativa em que o pronome átono pode ser movido para a posição enclítica ao verbo.
“[...] quando se fala do trabalho [...]’.
“Essa tese se desdobra em quatro domínios [...]”.
“[...] diversas contradições que se observam [...]”.
“[...] quando se considera o processo de produção do conhecimento [...]”.
“[...] o que se chama de ‘centralidade epistemológica’ do trabalho.”.
Leia as frases elaboradas a partir do texto.
• É vasta a região afetada pelo desastre de Brumadinho e é um dever recuperar essa região.
• A técnica de clonagem tem sido bem-sucedida, por isso será positivo quando aplicarem essa técnica para salvar outros ecossistemas.
Em conformidade com a norma-padrão de emprego dos pronomes, os trechos destacados podem ser substituídos por:
recuperá-la ... lhe aplicarem
recuperá-la ... a aplicarem
recuperar-se ... lhe aplicarem
recuperar-lhe ... a aplicarem
recuperar-lhe ... se aplicarem
Assinale a alternativa correta acerca da colocação pronominal, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Não esqueça-se de levar o casaco, pois vai esfriar.
Agora os réus negam-se a depor.
Soube que negariam-se a pagar o que devem.
Vou-me embora neste mesmo momento.
Poucos deram-te a oportunidade de trabalhar na área de humanas.
Assinale a alternativa em que a colocação do pronome oblíquo está incorreta.
Parece-me que já lhe comuniquei a decisão.
Pelo menos por enquanto, me poupe de suas chateações.
Aquelas pessoas, eu não as convidei em momento algum.
Correto ele estaria se se apresentasse no horário marcado.
Leia os parágrafos retirados do texto Procura-se! de Lorena Fonseca a seguir para responder às questões 7 e 8.
Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau!
É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar.Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija-flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos.
“Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho.” O termo destacado refere-se a
beija-flores.
sementes.
grãos de pólen.
néctar.
flores.
Leia o texto abaixo:
No ritmo atual da destruição, uma espécie se extingue a cada 20 minutos. Há muito para ser feito, mas o tempo é curto. Por onde começar, então? Muitos acreditam que bastam dados alarmantes para a conscientização das pessoas. Especialistas em comunicação advertem, no entanto, que pode acontecer o contrário: a grandiosidade do problema talvez provoque a imobilização e o conformismo nas pessoas. Segundo Michael Soulé, professor da Universidade de Recursos Naturais de Michigan, “a realidade mostra que as más notícias, quando apresentadas sem perspectivas de saída, criam uma repulsão pelo tema”.
As organizações não governamentais, que dependem do apoio público para sobreviver, há muito descobriram a importância de propor estímulos positivos enquanto denunciam a devastação. “É preferível o otimismo das ações ao pessimismo das ideias”, sustentam os militantes do Greenpeace, num dos seus slogans prediletos. Essas ideias são compartilhadas por Mário Mantovani, diretor da Fundação SOS Mata Atlântica, hoje com mais de 23.000 associados. “Reforçamos os fatos positivos. Mostrar uma área da Mata Atlântica que tenha se regenerado depois de praticamente destruída prova para as pessoas que a luta vale a pena.”
“Não conseguiremos ensinar às pessoas o amor à vida com argumentos econômicos e raciocínio lógico”, sentencia Michael Soulé. Para ele, a conscientização depende de um sentimento de comunhão com a natureza. Para amá-la, é preciso um contato direto, o pé na trilha, a caminhada na praia, o pôr do sol na praça. “Não há argumento que substitua a experiência direta com o mundo natural”, assegura.
“É quase uma experiência religiosa”, disse o biólogo Russel Mittermeier, presidente da organização Conservation International, à revista Time. Esses momentos podem ser precedidos por informações colhidas em livros, revistas, filmes ou mesmo exposições. Mittermeier conta que aprendeu a amar a natureza com os livros de Tarzan. Porém, esses contatos indiretos só são sedimentados nos momentos de real comunhão, ao vivo. “Se quiser convencer alguém da importância da biodiversidade, em vez dos números, tenha a coragem de contar uma experiência emocional concreta sua com a natureza”, sugere o professor Michael Soulé. O amor pela diversidade da vida continua sendo a nossa melhor arma.
ALVES, Liane Camargo de Almeida. Um mundo por conhecer e preservar. Terra, São Paulo, v.8, n. 5, p. 29, maio 1999, adaptação
Assinale a alternativa correta em relação ao texto.
O pronome la no terceiro parágrafo retoma a palavra conscientização.
Este seria um bom título, que sintetizaria o texto: Como sobrevivem as organizações não governamentais.
A palavra que, no primeiro período do segundo parágrafo, poderia ser substituída por nas quais sem prejuízos de significado e sem infração à norma culta.
Segundo o autor do texto, para conscientizar as pessoas sobre a preservação do meio, não adiantam argumentos econômicos.
O texto é um artigo de opinião que traz o ponto de vista de vários especialistas sobre as maneiras de sensibilizar as pessoas sobre as causas ambientais.
Assinale a alternativa que avalia corretamente o pronome empregado no trecho “Joaquim suicidou-se [...]”, do Texto 1.
Indetermina o sujeito da oração e ocorre apenas em posição proclítica.
Trata-se de conjunção integrante, que exerce a função de sujeito da oração principal.
Trata-se de pronome oblíquo átono e indica que o sujeito, ao mesmo tempo, realiza e é alvo da ação verbal.
Apresenta uma condição para a realização da ação verbal e ocorre apenas em posição enclítica.
Especifica que a ação verbal é recebida pelo sujeito, mas não praticada por ele. Ocorre apenas em posição proclítica.
Com base no texto 3 e na norma padrão escrita, considere as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.
I. Em “Um dos fatores que possibilitaram a transformação e o surgimento das línguas foi a navegação.”, o verbo em destaque pode ficar no singular, uma vez que a concordância plural nessa sentença é facultativa.
II. Em “[...] a língua portuguesa, que se transformou em meio às línguas indígenas, às africanas e às dos muitos imigrantes [...]”, o registro do acento indicativo de crase em destaque está incorreto, uma vez que se encontra diante de termo masculino.
III. Em “[...] que se transformou [...]”, o emprego da próclise é obrigatório, devido à ocorrência do pronome “que”.
IV. Os três registros de crase (linha 08) marcam a fusão da locução prepositiva “em meio a” com o artigo feminino plural “as” determinado pelo substantivo feminino plural “línguas”.
Somente as afirmativas I e IV estão corretas.
Somente as afirmativas III e IV estão corretas.
Somente as afirmativas II e III estão corretas.
Somente as afirmativas I, II e IV estão corretas.
Somente a afirmativa III está correta.
Assinale a alternativa em que o pronome destacado pode estar depois do verbo.
“[...] nós nem sempre as valorizamos o suficiente [...]”.
“Partir desse princípio também nos ajuda a evitar dores [...]”.
“[...] os laços com os amigos se dão a partir de um nível mais sutil de identificação.”.
“[...] e, talvez por isso, elas por vezes nos frustram.”.
“[...] podemos não nos dar tão bem com nossa família [...]”.
Em “nos dias que se seguiram ao terremoto que devastou o Haiti” (segundo parágrafo), a colocação do pronome “se” antes da forma verbal justifica-se para reforçar a indeterminação do sujeito oracional.
Certo
Errado
A respeito da estruturação do pensamento de Napoleão, assinale a opção que se mostra adequada.
A conjunção “quando“ tem valor de condição.
O ponto-e-vírgula equivale à conjunção “porque”.
A palavra “comerciante” critica os maus governantes.
A última oração do texto não tem ligação com a anterior.
Os pronomes “se” e “lhe” referem-se a termos distintos.
Analise as afirmativas que seguem:
I. Na oração pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia (linha 3), o pronome em destaque é classificado como índice de indeterminação do sujeito.
II. Na oração e me coloquei em posição de sentido (linha 10), o pronome em destaque é reflexivo.
III. No trecho Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis (linhas 19 e 20) o pronome em destaque é classificado como reflexivo.
Assinale
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
se apenas a afirmativa I estiver correta.
se nenhuma das afirmativas estiver correta.
Considere as seguintes afirmações quanto à sintaxe de colocação do pronome pessoal oblíquo átono se.
I - Na expressão Sêneca preocupou-se (l. 02-03), o emprego do pronome se na posição enclítica decorre da aplicação da regra geral da colocação pronominal segundo a norma-padrão do português.
II - Na expressão que se encontra (l. 25), a próclise é justificada pela anteposição da conjunção integrante que ao pronome se.
II- A colocação sintática de ênclise do pronome se na linha 31 justifica-se por estar a expressão amplia-se (l. 31), no referido contexto, entre vírgulas.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
I, Il e III.
A colocação dos pronomes oblíquos átonos é classificada de próclise (antes do verbo), de mesóclise (no meio do verbo) e de ênclise (depois do verbo).
A esse respeito, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que afirma sobre as frases transcritas do texto de Ruy Castro.
( ) Em “Eu me importo.”, não há regra clara para a colocação do pronome oblíquo átono e, por isso, ele pode assumir qualquer uma das três posições: antes, no meio ou depois do verbo.
( ) Na frase “E só vamos saber disso depois, quando não se pode fazer mais nada.”, o pronome oblíquo foi empregado antes do verbo porque o advérbio interrogativo “quando” exige a próclise.
( ) Na frase “Nos anos 60 e 70, burocratas dos governos Costa e Silva e Médici (...) deixaram material inestimável se perder.”, o pronome oblíquo está antes do verbo devido à presença do adjetivo “inestimável.”
( ) Em “Gravar material novo, de áudio ou de vídeo, em fitas contendo material já gravado, apagando-o, era praxe das gravadoras e TVs brasileiras até os anos 80.”, o pronome oblíquo foi empregado depois do verbo “apagando” por causa da pausa (vírgula) antes dele.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
F, F, V, V.
V, V, F, F.
V, V, V, F.
F, F, F, V.
De acordo com a norma-padrão, o pronome átono destacado pode ser colocado antes ou depois do verbo na alternativa:
... em referência aos pedregulhos que se usavam antigamente...
Tal conhecimento (...) não nos permite “dominar os arcanos da álgebra”.
... é a origem óbvia da palavra sob a qual se abriga a apavorante covid-19.
Acabou se tornando epidêmico no vocabulário comum de diversas línguas.
Antigamente, quando se ignorava tudo sobre os vírus, uma receita comum que as pessoas usavam para se proteger do risco de contrair as doenças provocadas por eles era rezar.
Considerando as relações coesivas do texto CB2A1, assinale a opção em que há correta correspondência entre o elemento de coesão destacado e o termo ou expressão a que ele se refere.
“elas” (segundo período do penúltimo parágrafo) — “experiências positivas de leitura” (segundo período do penúltimo parágrafo)
“o”, em “o que permitirá” (segundo parágrafo) — “instrumento da cultura humana” (segundo parágrafo)
“cujas” (terceiro parágrafo) — “qualidades próprias do gênero humano” (terceiro parágrafo)
“o”, em “o faz” (primeiro período do quinto parágrafo) — “leitor autônomo” (primeiro período do quinto parágrafo)
“o”, em “o que será muito importante” (segundo período do quinto parágrafo) — “O mediador de leitura” (segundo período do quinto parágrafo)
Releia o trecho a seguir.
“Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.” 2º parágrafo
As palavras sublinhadas nessa frase referem-se a:
casa.
flor.
água.
autor.
jardim.