Questões de Concurso sobre Colocação dos pronomes oblíquos átonos

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
647 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

No trecho “fazendo-a cair do outro lado” (linha 20) o pronome ligado ao verbo retoma a palavra “bola” (linha 19).


C

Certo


E

Errado

Leia o trecho a seguir:


“Não há iniciativa, isto é, não há mão poderosa que abra uma direção aos espíritos; há terreno, não há semente; há rebanho, não há pastor; há planetas, mas não há outro sistema.

A arte para nós foi sempre órfã; adornou-se nos esforços, impossíveis quase, de alguns caracteres de ferro, mas, caminho certo, estrela ou alvo, nunca os teve.

Assim, basta a boa vontade de um exame ligeiro sobre a nossa situação artística para reconhecer que estamos na infância da moral; e que ainda tateamos para darmos com a porta da adolescência que parece escondida nas trevas do futuro. [...]”


MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Ideias sobre o teatro. Disponível em: https://machado.mec.gov.br/obra-completa<acesso em 02/01/2023>


Agora avalie as proposições abaixo.


I. No primeiro parágrafo, há a presença de verbo impessoal.

II. O pronome “os”, presente no segundo parágrafo, refere-se às expressões “caminho certo”, “estrela” e “alvo”.

III. No segundo parágrafo, a conjunção "mas" exprime ideia de acréscimo ou adição.

IV. Os verbos “estar”, “tatear” e “dar”, presentes no terceiro parágrafo, possuem o mesmo tipo de sujeito.


Estão corretas as proposições


A

I e III.


B

I, II e IV.


C

II, III e IV.


D

I, III e IV.

O pronome oblíquo átono entre parênteses deve ser colocado na posição indicada pelo asterisco (*), de forma OBRIGATÓRIA, em:


A

Outros (*) explicaram a questão. (lhe)


B

Já irei (*) embora daqui. (me)


C

(*) esperavam na porta da igreja. (nos)


D

Deus abençoe (*) bastante! (te)

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/calor-acima-de-40c-no-rio-inspira-memes-e-brincadeiras-nas-redes-sociais.ghtml. Acesso em: 30 ago. 2023.


Na primeira frase do texto, a posição do pronome oblíquo átono é justificada


A

pela presença de termo negativo, que atrai o pronome para antes do verbo.


B

pela ocorrência de oração optativa, o que exige a colocação em próclise.


C

pelo verbo no modo indicativo, que atrai o pronome para antes de si.


D

pelo advérbio “mal” no final da oração, afastando o pronome de si.

Assinale a opção em que a colocação do pronome pessoal átono esta incorreta de acordo com a normas padrão da Lingua Portuguesa:


A

Vê-lo-ei assim que puder.


B

Pretendia dizer-lhe um segredo.


C

Podes me emprestar um lápis?


D

O povo tinha dado-lhe um voto de confiança.

Um livro sobre a Língua Portuguesa no Modernismo indicou algumas de suas marcas.

Assinale a opção que apresenta a marca que é exemplificada de forma adequada.


A

Verbo ter em lugar de haver: Todos os lugares que têm bancos mais largos, são mais caros.


B

Pronome oblíquo solto entre dois verbos: Ele desejava se sair bem nas provas.


C

Pronome oblíquo no início de oração: Ela abandonou o portão; gritou-me algo de dentro de casa.


D

Uso de a gente em lugar de nós: não sei o que a gente faz nessa hora.

No texto temos: se vacinaram (l. 08) e vacinar-se (l. 31), caso de próclise e ênclise, respectivamente. Assinale a alternativa que apresenta a colocação INCORRETA do pronome oblíquo.


A

Ele está me ajudando muito nesta tarefa.


B

Alguém diga-me o que está escrito aqui!


C

Quem nos ajudará a estudar para a prova?


D

Dê-me um auxílio, por favor.


E

Realizar-se-ão todos os eventos referentes a este ano.

Na oração “se permitia uma rotina mais tranquila” (linha 8), o deslocamento do pronome “se” para depois da forma verbal “permitia” preservaria a correção gramatical do texto.


C

Certo


E

Errado

A posição do pronome oblíquo destacado é facultativa em:


A

“Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco [...].”


B

“Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco [...].”


C

“O caminho do sagrado, do final de um período escuro, frio e penoso que se abre para uma imensidão de luzes, sonhos e possibilidades.”


D

“Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão.”

Raros são o secretário ou secretária que, enviando a alguém um documento ou um livro, não comece a carta escrevendo “Anexo lhe envio”.

Assinale a frase abaixo que está em desacordo com as normas gramaticais cultas.


A

Anexo lhe envio os documentos e as fotos.


B

Em anexo lhe envio os documentos e as fotos.


C

Anexos lhe envio os documentos e as fotos.


D

Envio-lhe os documentos e as fotos anexos.


E

Envio-lhe, em anexo, os documentos e as fotos.

“Visões e reminiscências iam assim comendo o tempo e o espaço ao conselheiro Aires, a ponto de lhe fazerem esquecer o pedido de Natividade”


O termo sublinhado acima refere-se a


A

Natividade.


B

tempo e espaço.


C

Visões e reminiscências.


D

conselheiro Aires.


E

pedido.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de pronomes oblíquos átonos.


A

Sem avisá-lo do ocorrido, levaram-no preso.


B

Espero-lhe amanhã em frente à garagem do condomínio para te entregar a encomenda.


C

Na pescaria de hoje se metemos numa fria, pois surpreenderam nós com as redes já armadas.


D

Não se arrisque não, pois tu sabe que a mata pode enganá-lo.


E

Nada encontrou-se lá que pudesse lhe incriminar, mas tu sabes o que enconde-se nas paredes da casa.

A pipoca


A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras do que com as panelas. (...)

Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chefe. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo — porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.

As comidas, para mim, são entidades oníricas.

Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu. (...)

A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido.

Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a ideia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos. (...)

Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas! (...)

É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. (...)

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos. (...)

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. (...) A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: PUF!! — e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante. (...)

Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.

Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia, as explicações científicas não valem. (...)

Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. (...) A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira...


ALVES, Rubem. A pipoca. In:_____. O amor que acende a lua.

Campinas, SP: Papirus,

1999.


Todos os pronomes pessoais oblíquos átonos, abaixo, destacados podem mudar de posição em relação ao verbo a que se referem; a EXCEÇÃO encontra-se na alternativa:


A

“A culinária me fascina.” (1º parágrafo).


B

“Não vão se transformar na flor branca macia.” (15º parágrafo)


C

“(...) mas o fato é que houve alguém que teve a ideia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, (...)” (6º parágrafo)


D

“O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos.” (11º parágrafo)


E

“Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.” (13º parágrafo)

Leia o trecho a seguir.


“Entrando ali, pareceu-me1 entrar em um templo fantástico e sem proporções. É natural o fenômeno: sempre que nos achamos2 diante das obras-primas da criação, secreto instinto nos adverte que estamos na presença de Deus. A admiração tem então a solenidade de um recolhimento e de uma homenagem. As impressões passam dos sentidos ao fundo da alma onde vão repetir-se3 com maior intensidade. Todas as nossas faculdades — a inteligência, a imaginação, a própria vontade — deixam-se dominar de uma como volúpia que não é sensual, mas deleitosa, e grande como é talvez o êxtase. Ainda quando tenhamos o espírito cansado dos erros e injustiça dos homens, nós o sentiremos levantar-se4 imediatamente cheio de vida diante da representação enorme, como se ele se achasse em sua integridade virginal. É o efeito do assombro que percorre, como fluido, o nosso organismo, despertando em nós abrutas sensações que nunca experimentamos, e que são para nós verdadeiros fenômenos do mundo fisiológico.”


TÁVORA, Franklin. O cabeleira. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/o _cabeleira.pdf. Acesso em: 01 abr. 2022.


Após a leitura desse fragmento, analise as afirmativas abaixo, tomando, como base, a norma padrão para a colocação dos pronomes oblíquos átonos na língua portuguesa escrita.


I. Em “pareceu-me” (ref. 1), a colocação enclítica do pronome é obrigatória, já que se inicia uma oração.

II. Em “nos achamos” (ref. 2), a próclise do pronome deve ocorrer por conta da presença de uma palavra atrativa.

III. Em “vão repetir-se” (ref. 3), o pronome oblíquo tem a opção de ocorrência em próclise ao verbo auxiliar.

IV. Em “levantar-se” (ref. 4), há a opção de se colocar o pronome oblíquo em posição proclítica.


Está(ão) correta(s)


A

I e II.


B

I, II e III.


C

II e III.


D

II, III e IV.


E

I, II, III e IV.

No TEXTO I encontramos as seguintes construções: “- Me chame de você” e “- Me enganei, ou eram cascas de camarão?”. Em relação ao uso correto da colocação pronominal, podemos afirmar que o pronome ME corresponde


A

corresponde à próclise, pois o pronome surge anterior ao verbo.


B

corresponde à mesóclise, o pronome surge no meio do verbo.


C

corresponde à ênclise, o pronome surge posterior ao verbo.


D

não corresponde a nenhuma das questões anteriores, pois pronomes pessoais oblíquos átonos não iniciam orações.

Quanto a colocação dos pronomes nas orações, marque a alternativa correta.


A

Não o vimos sair esta noite.


B

Me vou para a festa esta noite.


C

Não esqueça-se da festa esta noite.


D

Lhe disseram que ninguém saiu esta noite.

O elemento coesivo destacado em “revigorá-los” (2º parágrafo) refere-se:


A

ao vocábulo “filhos”, do 1º parágrafo.


B

ao homem e à mulher do 1º parágrafo.


C

aos termos “trânsito pesado” e “filas do banco”, do 1º parágrafo.


D

ao vocábulo “exaustos”, do 2º parágrafo.


E

ao sintagma “crianças recolhidas”, do 1º parágrafo.

Complete a lacuna das frases com o pronome oblíquo adequado, escolha entre “a” ou “lhe”.


1. Não .............. obedeceu porque estava revoltada

2. Notifiquei .............. a data correta da prova.

3. Eu .............. queria para matar minha sede, água é essencial.

4. Eu .............. perdôo, minha amada!

5. O chefe chamou .............. para a reunião.



Assinale a alternativa correta de acordo com a norma-padrão.


A

Apenas duas frases podem ser completadas com “a”.


B

Com exceção de 1, as demais frases podem ser completadas por “a”.


C

As frases 1 e 5 exigem o pronome “lhe”, pois os verbos são intransitivos.


D

Em 4, há opção, ou seja, pode-se usar “a” ou “lhe”.


E

Todas as frases podem ser completadas por “lhe”.

A palavra em destaque na frase “Vivia sua vida, e parecia-lhe bem” exerce função


A

sintática de objeto direto, complementando, sem preposição, o verbo “parecia”.


B

morfológica de pronome oblíquo, usado como objeto indireto do verbo.


C

morfológica de preposição para introduzir o advérbio “bem”.


D

sintática de adjunto adverbial, modificando o verbo “parecia”.


E

morfológica de pronome indefinido, já que não se conhece seu referente.

Com base em "Furto de flor", de Carlos Drummond de Andrade, analise as afirmações a seguir:


I. Em "trouxe-a", "coloquei-a", "destina-se", "passei-a", "conservá-la", "restituí-la", "peguei-a", "repreendeu-me", há ênclise.

II. Em "Eu a furtara, eu a via morrer", o pronome "a" em próclise retoma o nome "flor".

III. Em "ela me agradecia", "me" é um pronome oblíquo tônico.

IV. "Empalidecia" é um adjetivo derivado de "pálido".


Estão CORRETAS:


A

Apenas III e IV.


B

Apenas I e III.


C

Apenas I e II.


D

I, II, III, IV.


E

Apenas II e IV.

   
Gerar simulado