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A frase com a forma verbal no tempo futuro, expressando uma hipótese, está na alternativa:
E como seria a verdadeira boa morte?
... os agradecimentos que não fizemos antes.
Morrer é como uma curva na estrada...
Faz 28 anos que busco mais vida com qualidade para os pacientes...
... prefiro denominar de ortotanásia.
Está correta, de acordo com a norma padrão, a correlação entre os tempos e modos verbais na alternativa:
Quem não quisesse se envolver, há de tomar as medidas cabíveis.
A cada vez em que se pensassem melhorias, a lógica era de que as coisas mudassem.
Há pouco tempo, não se poderia pensar que conseguir uma vaga de emprego venha a ser tão difícil.
Os que comentam esses problemas talvez nem imaginem a gravidade real que têm.
Os verbos empregados nos mesmos tempo e modo estão agrupados em:
Leia o que disse o piloto Ayrton Senna, após voar em um Mirage: “Se cada brasileiro tivesse a oportunidade de fazer esse voo que eu fiz, com certeza teria mais amor à Pátria”.
Observe outras possibilidades de correlação apresentadas para os verbos destacados no texto:
I- tivera – terá
II- tiver – terá
III- tivesse – tinha
Assinale a alternativa que apresenta as possibilidades também corretas de correlação.
I e II
I e III
II e III
Apenas III
A correlação entre tempos e modos verbais está adequadamente estabelecida na frase:
Muita gente ficaria com medo de embarcar caso chegasse à plataforma e se detivesse diante de um trem a que faltasse o condutor.
Muita gente ficará com medo de embarcar caso chegando à plataforma e detendo-se diante de um trem, verá que lhe falta o condutor.
Muita gente terá ficado com medo de embarcar, caso chegue à plataforma e se detenha diante de um trem a que faltaria o condutor.
Muita gente ficou com medo de embarcar ao chegar à plataforma e deter-se diante de um trem a que estivesse faltando o condutor.
Muita gente ficara com medo de embarcar quando chegou à plataforma e se detivera diante de um trem a que faltara o condutor.
Leia:
I- Quando ele trazer os documentos, encaminharei seu processo.
II- Quando o vires, entrega-lhe os documentos que serão necessários para a matrícula.
III- Se você pôr os documentos na mesa antes do intervalo do café, eu os guardarei.
IV- Traga seus documentos para que possamos efetuar sua matrícula no próximo curso.
A seqüência que apresenta frases cujas formas verbais estão empregadas incorretamente é
II e III.
I e III.
III e IV.
I e IV.
Das alterações feitas na redação do período “Pena e comiseração para os que envelheceram tentando decidir o que iam ser quando crescessem.” (2º parágrafo), aquela em que os verbos estão corretamente empregados quanto à correlação entre os tempos verbais é:
Pena e comiseração para os que envelheciam tentando decidir o que vão ser quando crescessem.
Pena e comiseração para os que envelhecerão tentando decidir o que iam ser quando crescerem.
Pena e comiseração para os que envelhecessem tentando decidir o que hão de ser quando crescem.
Pena e comiseração para os que envelhecem tentando decidir o que haviam de ser quando crescessem.
Pena e comiseração para os que envelhecem tentando decidir o que vão ser quando crescerem.
Os tempos verbais estão adequadamente articulados na frase:
Os congressistas deverão se esforçar para que melhorasse a educação, em vez de agravarem a questão do menor no Brasil.
Caso os bispos convencessem os deputados, não passaria nenhum projeto que viesse a prejudicar os menores de 18 anos.
Se a força da mídia não afetasse tanto a opinião pública, é possível que esta acabe por se mostrar contrária à redução da maioridade penal.
Muito embora seja radical o projeto apresentado pelo líder do PL, são muitos os que haveriam de apoiá-lo, desde o momento em que foi apresentado ao plenário.
Sempre haverá quem deseje que a questão do menor se resolve com medidas radicais como as que têm sido apresentadas.
É adequada a articulação entre os tempos verbais na frase:
O adolescente poderia e devesse ser punido pelo que faria de errado, mas a sanção precisava ter caráter predominantemente educativo.
A pergunta estava nas ruas: não teria sido o caso de que venha a se reduzir a maioridade penal?
Mesmo porque não é reduzindo a maioridade penal que o envolvimento de jovens em crimes terá deixado de existir.
Seria natural que o cidadão, acuado pela obscena violência que o cerca, concorde com tudo o que soasse como solução drástica para o problema.
Nada haveria de impedir que os bandidos passassem a recrutar um contingente mais jovem, o que, aliás, já vem ocorrendo em algumas situações.
"Se não existisse o tédio, não haveria, por exemplo, tantas empresas de entretenimento e tantas fortunas decorrentes delas." (linhas 47-49)
Alterando-se os tempos verbais, haverá erro de coesão em
Não existindo o tédio, não haveria, por exemplo, tantas empresas de entretenimento e tantas fortunas decorrentes delas.
Se não existe o tédio, não terá havido, por exemplo, tantas empresas de entretenimento e tantas fortunas decorrentes delas.
Se não existir o tédio, não vai haver, por exemplo, tantas empresas de entretenimento e tantas fortunas decorrentes delas.
Se não tivesse existido o tédio, não teria havido, por exemplo, tantas empresas de entretenimento e tantas fortunas decorrentes delas.
Está adequada a articulação entre os tempos verbais na frase:
Caso venha a ser considerado nocivo à comunidade, o programa ""Nheengatu"" deverá ter sido proibido pelas autoridades.
A menos que fosse nocivo o conteúdo veiculado pelo programa ""Nheengatu"", não há razões para que se o houvera proibido.
Se o conteúdo veiculado pelo programa ""Nheengatu"" vier a se revelar nocivo, só assim se pudesse cogitar de proibir sua transmissão.
No caso de que o programa ""Nheengatu"" se caracterizasse por transmitir idéias nocivas à comunidade, cabe cogitar sua proibição.
A menos que o conteúdo veiculado pelo programa ""Nheengatu"" possa ser considerado nocivo à comunidade, não há razões para que se venha a proibi-lo.
... vem pedir que o Congresso Nacional decrete o tupi-guarani como língua oficial e nacional do povo brasileiro.
A relação entre os tempos e modos verbais dessa frase permanecerá correta, se as formas sublinhadas forem substituídas, respectivamente, por
vem pedir - decretaria.
virá pedir - decretará.
vinha pedir - tinha decretado.
veio pedir - decretasse.
viria pedir - tenha decretado.
A frase totalmente correta quanto ao emprego dos tempos e modos verbais é:
É possível que não entendamos o que é parar de raciocinar para refletir, visto que não temos, como os orientais, rituais que nos levem ao silêncio.
Se é realmente importante desmistificar certas crenças sobre o pensamento, acho ótimo que reservamos, quando for oportuno, um tempo para falar sobre isso.
Para se compreender como os orientais entendem a reflexão, basta que eles explicam o que é, segundo sua cultura, a meditação.
Nossa sociedade valoriza a ação e seus resultados palpáveis, e isso fará que consideramos muito difícil abrir espaço para a reflexão.
Embora um mestre oriental está aqui divulgando sua prática, não há muitos brasileiros interessados em que aprendessem a meditar.
Os tempos e modos verbais estão corretamente articulados na frase:
É um contra-senso interpretativo quando afirmarmos que o princípio da soberania absoluta do povo tinha origem em Rousseau.
Foi um contra-senso interpretativo quando afirmáramos que o princípio da soberania absoluta do povo terá origem em Rousseau.
Seria um contra-senso interpretativo se afirmássemos que o princípio da soberania absoluta do povo teve origem em Rousseau.
Será um contra-senso interpretativo se afirmássemos que o princípio da soberania absoluta do povo haverá de ter origem em Rousseau.
É um contra-senso interpretativo quando afirmávamos que o princípio da soberania absoluta do povo tem tido origem em Rousseau.
Assinale a opção em que a correlação entre tempos e modos verbais constitui erro de sintaxe.
O mundo perfeito, garantem, é aquele em que não há nenhum tipo de obstáculo ao fluxo de mercadorias, pessoas e idéias.
Deixada sem amarras, a economia funcionaria de maneira harmoniosa, regida por uma mão invisível que a fazia viver sempre em equilíbrio.
Presa, seria como uma máquina com areia nas engrenagens, cujo atrito traria desperdício de energia e empobreceria os cidadãos.
A virada do milênio reservou um paradoxo e tanto para os seguidores do economista escocês. Nunca como agora o mundo aderiu com tanta garra a suas teses.
(Adaptado de Exame, 1/11/2000, p.135)