

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta com relação ao emprego do pronome “cujo” e variações, de acordo com a norma-padrão, atentando-se para todo o enunciado.
Eis aqui um grande amigo cujo me ajuda nos momentos mais difíceis da vida.
Quero lhe apresentar uma pessoa em cuja aparência desconfio muito.
Esta é uma decisão de cujas consequências dependo para tomar um rumo na minha vida.
Está aqui o livro de cujas páginas gosto muito delas.
Aquele é o cujo amigo lhe falei várias vezes.
Assinale a alternativa em que o espaço em branco pode ser preenchido corretamente com “cujo”, “cuja”, “cujos” ou “cujas”.
Eu me referi a _____ estudantes estavam com muita defasagem nas notas.
Aquela é a turma _____ representantes organizaram uma festa invejável.
Acabei de ler um livro _____ trata de questões históricas da atualidade.
Esta é a pessoa _____ lhe falei, que possui muitas virtudes e valores.
O mês de fevereiro de cada ano bissexto _____ possui um dia a mais.
As questões 5 e 6 referem-se ao trecho reproduzido abaixo.
Como regra, embora possa haver exceções, o setor público oferece um atendimento aos estudantes melhor do que o oferecido pelo setor privado cujas instituições têm o mesmo orçamento por pessoa matriculada. Como corolário dessa constatação, com a mesma quantidade de recursos por aluno, o setor público obtém melhor desempenho que o setor privado, tanto no ensino superior como na educação básica.
A palavra “cujas”, nesse contexto linguístico,
é pronome possessivo variável, estabelece relação de posse e exerce a função de adjunto adverbial.
é pronome possessivo invariável, estabelece relação de posse e exerce a função de adjunto adverbial
é pronome relativo invariável, estabelece relação de posse e exerce função sintática de adjunto adnominal.
é pronome relativo variável, estabelece relação de posse e exerce função sintática de adjunto adnominal.
O pronome relativo "cujo" e suas variantes (cuja, cujos, cujas) devem concordar em gênero e número com o termo antecessor ao qual se referem.
Certo
Errado
Considerando as relações morfossintáticas em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 01, 07 e 09.
Há – porque – cujas
A – por que – quais
Há – por que – cujas
A – porque – cujas
Há – por que – quais


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Leia o texto a seguir para responder a esta questão.
Línguas mudam
Sírio Possenti
Desde a década de 1960, um fator foi associado sistematicamente à mudança linguística: a variação. Isso quer dizer que, antes que haja mudança de uma forma a outra, há um período de variação, quando as duas (ou mais) ocorrem – inicialmente em espaços ou com falantes diferentes. Aos poucos, a forma nova vai sendo empregada por todos; depois, a antiga desaparece. Qualquer exemplo de mudança serve para ilustrar o fato: tomemos “igreja”, derivado de “ecclesia”. São mudanças gerais na passagem do latim ao português. As mais óbvias são a sonorização do ‘c’ (k), uma surda que se torna sonora (g) entre vogais; o ‘e’ que se eleva e se torna ‘i’. Fixemo-nos neste caso, para ilustrar a tese mencionada acima: a grafia “egreja” é atestada, o que significa que a pronúncia com ‘e’ inicial esteve em variação com outra, com ‘i’.
O que quer dizer [que determinada forma] “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente. De vez em quando, há discussões sobre certos casos. Dois exemplos: o pronome ‘cujo’ e a segunda pessoa do plural dos verbos (‘jogai’ etc.).
Minha avaliação (bastante informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito formais.
Que apareça em textos antigos é uma evidência de que a forma era / foi empregada. Que apareça cada vez menos é um indício de que tende a desaparecer. Com um detalhe: desaparecer não quer dizer não aparecer nunca mais em lugar nenhum. Quer dizer não ser de uso corrente.
Outro caso é a segunda pessoa do plural, em qualquer tempo ou modo. Recentemente, um colunista defendeu a tese de que a forma está viva. Seu argumento: aparece em cartazes de torcedores em estádios de futebol, especialmente do Corinthians, no apelo “jogai por nós”. Apesar de utilizada em torcidas de times de futebol, em especial a do Corinthians, a segunda pessoa do plural tende a desaparecer, ficando limitada a situações muito específicas.
Mesmo que este seja um fato, a conclusão é fraca. A forma é inspirada numa ladainha de Nossa Senhora, toda muito solene, muito mais do que formal. E é bem antiga, traduzida do latim. Os ‘vocativos’ são títulos de Nossa Senhora: Arca da Aliança, Torre de Marfim etc. A cada invocação, os fiéis respondem “rogai por nós”. “Jogai por nós” é uma fórmula inspirada em outra fórmula, típica dessa oração.
Para que se possa sustentar que a segunda pessoa do plural não desapareceu, seria necessário que seu uso fosse regular. Que, por exemplo, os corintianos também gritassem “Recuai, Wendel”, “Não erreis estas bolas fáceis, Vagner Love”, “Tite, fazei Malcolm treinar finalizações” e, quando chateados, gritassem “Como sois burro!”. Espero que nenhum colunista sustente que isso ocorre…
O uso eventual de uma forma não significa que ela está viva; significa que resiste em certos casos, os mais óbvios sendo os textos antigos ou muito formais, como alguns dos religiosos. Sempre cito a Carta de Caminha para mostrar mudanças, das quais ninguém reclama, aliás. Caminha pede a Sua Alteza que traga seu cunhado de volta do exílio, e lhe diz que “será de mim mui(to) bem servida”. Mesmo quando a Carta é atualizada, estas formas permanecem.
[POSSENTI, Sírio. Línguas mudam. Ciência Hoje. Coluna Palavreado. 2015. Adaptado]
Possenti avalia o uso do item ‘cujo’ na seguinte passagem:
“Minha avaliação (bastante informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer ‘desapareceu’? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito formais.”
Considere as sentenças a seguir em que se verifica o uso do pronome cujo e suas flexões.
I. A opção pela expressão Círculo dá-se em virtude de sua tradicional utilização na referência a um grupo de pensadores russos cujo encontro está ligado à cidade russa de Niével.
II. Um exemplo de controle do texto encontra-se em uma redação do vestibular Unicamp de 2000 cujo tema estava relacionado aos 500 anos do descobrimento do Brasil.
III. Os autores são escritores cujo o texto é, usualmente, considerado “correto” do ponto de vista da norma linguística.
Tendo em vista as regras da gramática normativa, estão CORRETAS as sentenças:
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Leia o texto a seguir para responder a esta questão.
Línguas mudam
Sírio Possenti
Desde a década de 1960, um fator foi associado sistematicamente à mudança linguística: a variação. Isso quer dizer que, antes que haja mudança de uma forma a outra, há um período de variação, quando as duas (ou mais) ocorrem – inicialmente em espaços ou com falantes diferentes. Aos poucos, a forma nova vai sendo empregada por todos; depois, a antiga desaparece. Qualquer exemplo de mudança serve para ilustrar o fato: tomemos “igreja”, derivado de “ecclesia”. São mudanças gerais na passagem do latim ao português. As mais óbvias são a sonorização do ‘c’ (k), uma surda que se torna sonora (g) entre vogais; o ‘e’ que se eleva e se torna ‘i’. Fixemo-nos neste caso, para ilustrar a tese mencionada acima: a grafia “egreja” é atestada, o que significa que a pronúncia com ‘e’ inicial esteve em variação com outra, com ‘i’.
O que quer dizer [que determinada forma] “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente. De vez em quando, há discussões sobre certos casos. Dois exemplos: o pronome ‘cujo’ e a segunda pessoa do plural dos verbos (‘jogai’ etc.).
Minha avaliação (bastante informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito formais.
Que apareça em textos antigos é uma evidência de que a forma era / foi empregada. Que apareça cada vez menos é um indício de que tende a desaparecer. Com um detalhe: desaparecer não quer dizer não aparecer nunca mais em lugar nenhum. Quer dizer não ser de uso corrente.
Outro caso é a segunda pessoa do plural, em qualquer tempo ou modo. Recentemente, um colunista defendeu a tese de que a forma está viva. Seu argumento: aparece em cartazes de torcedores em estádios de futebol, especialmente do Corinthians, no apelo “jogai por nós”. Apesar de utilizada em torcidas de times de futebol, em especial a do Corinthians, a segunda pessoa do plural tende a desaparecer, ficando limitada a situações muito específicas.
Mesmo que este seja um fato, a conclusão é fraca. A forma é inspirada numa ladainha de Nossa Senhora, toda muito solene, muito mais do que formal. E é bem antiga, traduzida do latim. Os ‘vocativos’ são títulos de Nossa Senhora: Arca da Aliança, Torre de Marfim etc. A cada invocação, os fiéis respondem “rogai por nós”. “Jogai por nós” é uma fórmula inspirada em outra fórmula, típica dessa oração.
Para que se possa sustentar que a segunda pessoa do plural não desapareceu, seria necessário que seu uso fosse regular. Que, por exemplo, os corintianos também gritassem “Recuai, Wendel”, “Não erreis estas bolas fáceis, Vagner Love”, “Tite, fazei Malcolm treinar finalizações” e, quando chateados, gritassem “Como sois burro!”. Espero que nenhum colunista sustente que isso ocorre…
O uso eventual de uma forma não significa que ela está viva; significa que resiste em certos casos, os mais óbvios sendo os textos antigos ou muito formais, como alguns dos religiosos. Sempre cito a Carta de Caminha para mostrar mudanças, das quais ninguém reclama, aliás. Caminha pede a Sua Alteza que traga seu cunhado de volta do exílio, e lhe diz que “será de mim mui(to) bem servida”. Mesmo quando a Carta é atualizada, estas formas permanecem.
[POSSENTI, Sírio. Línguas mudam. Ciência Hoje. Coluna Palavreado. 2015. Adaptado]
O texto de Sírio Possenti apresenta argumentos sobre as mudanças das línguas. Tendo em vista essa afirmação, analise as alternativas que se seguem.
I. O artigo permite entrever variação, na escrita e na fala, da palavra ‘você’, pois encontra-se a forma ‘cê’ tanto em textos escritos em redes sociais quanto em textos falados cotidianamente.
II. Itens lexicais podem sofrer alterações fonéticas, morfológicas, semânticas e discursivas.
III. O pronome cujo tem sido usado em situações bastante formais, indicando posse e concordando com a palavra posterior a ele.
Está CORRETO o que se afirma em:
I, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Está plenamente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
As paisagens de que me reporto não são quaisquer umas: apenas as das minhas janelas.
As visões externas com cujas nos comprazemos dizem algo da nossa interioridade.
Os elementos do cenário ao qual se interessa o cronista dão-lhe motivos para escrever.
Há encantos da natureza pelos quais ninguém, em sã consciência, pode ou deve ignorar.
Pelas janelas de uma casa abrem-se paisagens de cuja beleza muitos se impregnarão.
No segundo parágrafo, em – e cuja largura, nesta era de rápidas transformações, se mede em anos-luz –, o termo destacado é um pronome relativo.
Considerando essa categoria de pronomes, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, a frase a seguir.
Infelizmente, vivemos em uma sociedade ________ ainda há crianças _________ dia a dia se limita ao esforço para enfrentar a miséria __________ elas sonham escapar.
onde ... a que o ... com que
onde ... cujo ... com que
em que ... cujo ... de que
de que ... a que o ... com que
de que ... cujo ... de que
Está adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
Já não é o fulgurante brilho de um disco voador aquilo em que agora se fixa nossa atenção.
O interesse do embate violento por cujo nos atraimos toma o partido uma ave contra a outra.
É na defesa da fome do gavião aonde se apoiam os defensores da lei do mais forte.
A verdade na qual se refere o escritor Saint-Exupéry diz respeito a um ditame da natureza.
A palavra columbófilo, de cuja o autor se desagradou, não é das mais afáveis ao ouvido.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Analise as frases abaixo e assinale a alternativa que as completa adequadamente.
I. A escritora mato-grossense ............... me refiro é Luciene Carvalho.
II. O livro, ............... escritor foi premiado, é este.
III. Este é o estudante acerca ............... te falei ontem.
IV. Ela é uma pessoa .............. idoneidade ninguém duvida.
V. A rua ............. passaríamos estava interditada.
a cuja - cujo - do que - de cuja - pela que
a quem - cujo - ao qual - que - cuja
a que - cuja - que - de cujo - pelo qual
a que - cujo - do qual - de cujo - pelo qual
a quem - cujo - do qual - de cuja - pela qual
Assinale a alternativa que não merece correção quanto ao uso de CUJO e seus derivados:
Conheço o homem cujas filhas passaram no concurso.
Ela é a mulher cuja ninguém gosta.
Ela é a mulher cuja não devemos enfrentar.
Ela é a mulher cuja jamais deixarei de amar.
Ela é a mulher cuja ela odeia.
Em todas as frases abaixo foi feita a modificação da estrutura sublinhada por outra com o pronome relativo “cujo”; assinale a opção em que essa substituição foi feita de forma incorreta.
O governador é amigo de meu irmão. Simpatizo com ele. / Simpatizo com o governador, cujo amigo é meu irmão.
Morreu ontem o célebre ator. Fiz alusão a seus filmes. / Morreu ontem o célebre ator a cujos filmes fiz alusão.
Sólido é este Estado. Vivemos em suas fronteiras. / Sólido é este Estado em cujas fronteiras vivemos.
Devo muito a meus avós. Morei em sua casa. / Devo muito a meus avós em cuja casa morei.
Em: “Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão.”, estão corretas as afirmativas sobre os pronomes destacados, EXCETO:
O pronome relativo “cujo” estabelece com o antecedente “uma rampa” uma relação de posse.
O pronome relativo “cujo” não pode ser substituído por nenhum outro pronome.
O pronome relativo “onde’’ só pode ser usado quando se refere a lugares físicos.
O pronome relativo “onde” não pode ser substituído por “em que” ou “no qual”, em referência a lugar.
É inteiramente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
O sentimento de posse é aonde se valem os homens para justificarem seus crimes alegadamente passionais.
A autora do texto não sabe se da emancipação feminina decorrerá igualdade no caso desses julgamentos.
A reação da sociedade, diante dessas violências, é marcada pela complacência de que favorece os advogados.
São torpes os motivos em cujos se agarram os criminosos para tentar justificar sua ação assassina.
Os direitos das mulheres, nos quais tanta gente dá às costas, estão sendo progressivamente garantidos.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
No trecho "que dificultam a produção de colágeno no corpo" (primeiro período do segundo parágrafo do texto CG2A1-I), o pronome “que”
introduz oração subordinada adjetiva explicativa.
pode ser substituído por cujos.
retoma o sentido de "defeituosos".
é sujeito da forma verbal "dificultam".
Em todas as opções abaixo mostram-se duas frases independentes, com termos repetidos; para evitar a repetição, elas foram unidas por meio de um pronome relativo.
Assinale a frase em que essa modificação foi feita de forma adequada.
Li o novo livro de Eduardo Gianetti / Comprei o novo livro de Eduardo Gianetti na nova livraria do bairro --- Li o novo livro de Eduardo Gianetti, cujo foi comprado na nova livraria do bairro.
Estudei durante dois anos em Madrid / Em Madrid aprendi bastante --- Estudei durante dois anos em Madrid, aonde aprendi bastante.
Comprei um carro novo na agência Oxford / O preço do carro foi baixo --- Comprei, na agência Oxford, um carro novo cujo preço foi baixo.
Gostei muito da salada / Os legumes da salada são frescos --- Gostei muito de salada onde os legumes são frescos.
Encontrei Maria e João / Maria é minha amiga --- Encontrei Maria e João, que é minha amiga.
“[...] o capacitismo faz referência a um comportamento enraizado na cultura, cujas manifestações são naturalizadas e até inconscientes.” (§ 2)
Na passagem acima, ocorre o uso do pronome relativo “cujas”. Assinale a alternativa que apresenta um uso desse mesmo pronome em DESACORDO com a norma padrão:
O racismo, cujas expressões ainda são evidentes nas sociedades, destoa da ideia de um mundo em que não haja preconceito nem discriminação.
O preconceito, cujo o resultado é sempre prejudicial à sociedade, está enraizado em nosso comportamento.
Os sentimentos de aversão e repulsa pelas mulheres são denominados misoginia, cuja origem está relacionada a termos gregos.
Ainda hoje, o capacitismo subestima seres humanos, por isso, a pessoa com deficiência é alguém de cuja capacidade muitos ainda duvidam.
A frase Há uma grande quantidade de pessoas em cuja existência sequer reparamos continuará gramaticalmente correta caso se substitua o elemento sublinhado por:
onde não discriminamos virtudes próprias.
para cujos méritos não atentamos.
de cujo valor jamais damos crédito.
à quem não dedicamos atenção.
por cuja importância não nos damos conta.
No último parágrafo, a expressão “nas quais” poderia, sem prejuízo sintático para o texto, ser substituída por cujas.
Certo
Errado


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.