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Em “Serginho se despediu das quadras em grande estilo nas Olimpíadas de 2016. O craque do vôlei levará ótimas lembranças das suas atuações defendendo a Seleção Brasileira ao longo dos anos.”, há um caso de:
substituição lexical.
hiperonímia.
sinonímia.
repetição.
substituição gramatical.
O comentário associado apropriadamente à frase indicada é o que se encontra em:
Depois da interferência de alguém da plateia, retomou a palavra e voltou a falar. / Presença de repetição como recurso estilístico, de valorização da ideia.
A cuidadosa descriminação dos itens que compõem o acervo garantirá que nenhuma tela será extraviada. / Há incoerência no enunciado.
Às pessoas invejosas falta-lhes amor próprio. / O pronome oblíquo está empregado com valor de possessivo.
Vossa Excelência deve estar orgulhoso da homenagem recebida. / O adjetivo destacado concorda não com a forma gramatical da expressão, mas com o ser a que remete; no caso, esse fenômeno incide sobre concordância de número.
Sendo sempre o último a se pronunciar, o presidente da mesa elogiou a iniciativa do jovem ao assumir de imediato a tribuna. / Frase cuja ambiguidade é facilmente superada pelo contexto.
Dadas as afirmativas sobre o poema e seu título,
-
I. No título do poema, há uma hipérbole que consiste no exagero proposital de fatos, atribuindo-lhes proporções fora do normal.
II. No título do poema, está presente a figura de linguagem metonímia na palavra “ombros”, os quais substituem “pessoas”, baseando-se numa relação de parte (ombros) pelo todo (pessoas).
III. Na primeira estrofe, a palavra tempo é empregada três vezes, constituindo uma figura de linguagem: repetição ou reduplicação.
-
verifica-se que está(ão) correta(s)
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Canção de nuvem e vento
Mario Quintana
Medo da nuvem
Medo Medo
Medo da nuvem que vai crescendo
Que vai se abrindo
Que não se sabe
O que vai saindo
Medo da nuvem Nuvem Nuvem
Medo do vento
Medo Medo
Medo do vento que vai ventando
Que vai falando
Que não se sabe
O que vai dizendo
Medo do vento Vento Vento
Medo do gesto
Mudo
Medo da fala
Surda
Que vai movendo
Que vai dizendo
Que não se sabe...
Que bem se sabe
Que tudo é nuvem que tudo é vento
Nuvem e vento Vento Vento!
Disponível em: <http://mario-quintana-rh.blogspot.com.br/2013/09/cancao-de-nuvem-e-vento.html>. Acesso em: 06 fev. 2017.
Dadas as afirmativas em relação ao poema,
I. A repetição dos termos e o uso de letras maiúsculas sugerem o imenso pavor do eu lírico diante da nuvem que se avoluma e da força do vento.
II. No contexto poético, o vento é personificado, pois o eu lírico lhe confere ações humanas. Assim, fica evidente o uso da linguagem conotativa.
III. O autor explora a repetição enfática de uma ou mais palavras no início dos versos, o que caracteriza a figura de linguagem denominada anáfora.
IV. No final do poema, o verso “Que não se sabe” é mudado por “Que bem se sabe”. Essa alteração significa que o eu lírico continuará temendo a nuvem e o vento.
verifica-se que estão corretas apenas
I, III e IV.
I, II e III.
III e IV.
II e IV.
I e II.
". . . homem arrasado que espera que a noite passe, que a noite passe, que a noite passe . . .". Essa repetição na frase transmite a seguinte ideia:
As noites passam consecutivamente.
A noite passa rapidamente.
A noite custa a passar.
Passam várias noites.
“A ______________ é um recurso textual muito utilizado no meio publicitário, pois tem alto teor expressivo e serve para marcar o contraste entre dois segmentos de determinado enunciado, contribuindo para acentuar uma oposição.”
No trecho em destaque, observa-se o uso da:
ambiguidade
repetição
antonímia
metáfora
polissemia
No 4º parágrafo, insere-se no texto a voz do Dr. Robert Baker, médico que ensina ao empresário Robert Dernham o que fazer com a saúde de seus trabalhadores.
Tal fala apresenta um tom de aconselhamento, o que se exemplifica por meio do uso de
verbos no modo imperativo
linguagem informal
coordenação sintática
pontuação exagerada
palavras repetidas
Muita gente não enfrenta uma argumentação, prefere substituir uma argumentação pela alegação do gosto, atribuindo ao gosto o valor de um princípio inteiramente defensável, em vez de tomar o gosto como uma instância caprichosa.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados por, respectivamente,
substituir-lhe - atribuindo-o - tomá-lo
substituí-la - atribuindo-lhe - tomá-lo
substituí-la - lhe atribuindo - tomar-lhe
substituir a ela - atribuindo a ele - lhe tomar
substituir-lhe - atribuindo-lhe - tomar-lhe
No trecho: Até hoje, os prédios residenciais no Brasil têm dois elevadores: o social, para os patrões e aqueles no topo da hierarquia social, e o elevador de serviço, apropriado para empregados e pobres. A repetição do conectivo "e" tem efeito de marcar uma:
descontinuidade de fatos.
sequência cronológica dos fatos.
coordenação entre as ideias principais.
implicação natural de consequência dos dois últimos fatos em relação ao primeiro.
subordinação entre a sequência dos fatos.
A língua é um código que exige aprendizagem e obediência a regras e às possibilidades de emprego quanto à variação e unidade. Conforme a intenção do locutor e o tipo de texto, pode ser usada com criatividade, sem a exploração do que é errado por falta de conhecimento do que se chama adequação.
Com relação ao último parágrafo da ''missiva'', (texto C), o autor, para produzir um efeito de expressividade, explorou estilisticamente vários aspectos da língua, por exemplo:
1. metáforas e coloquialismos como na lata, não é flor que se cheire, Pega bem e corda no pescoço.
2. repetição de palavra, para obter um tom enfático: Falo, falo e não digo o essencial.
3. um uso coloquial, ou informal, do pronome oblíquo: Enfrente-a.
4. uso estilístico de flexão da pessoa verbal do modo imperativo, constituindo equívoco de ordem gramatical em Brigue.
Pode-se afirmar que está CORRETO o que se exemplifica apenas em:
3.
1, 2 e 3.
2 e 4.
4.
1 e 2.
As expressões “empresa” (l.13) e “central de operações” (l.17) foram empregadas, no texto, com a finalidade de se evitar a repetição do vocábulo “concessionária” (l.12).
Certo
Errado
As expressões “por meio” (L.14) e “por intermédio” (L.18) podem, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical do texto, ser substituídas pela expressão “a bordo” (L.9), ressalvado o efeito de repetição vocabular.
Certo
Errado