Questões de Concurso sobre Emprego dos tempos verbais

 
 
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A respeito do quadrinho, analise as afirmativas a seguir:


I. Ao passar parte da fala do homem para o discurso indireto, ficaria correta a frase “O homem pediu à mulher que trouxesse um copo de água bem gelada para ele”.

II. Na fala da mulher, ficaria correto substituir devia por deveria.

III. Há marcas linguísticas na fala do homem que caracterizam o registro coloquial.


Assinale


A

se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.


B

se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.


C

se todas as afirmativas estiverem corretas.


D

se nenhuma afirmativa estiver correta.


E

se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.

O uso dos verbos, quanto à conjugação, tempo ou modo, está correto em qual das alternativas?


A

A empresa iria destinar mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se houver melhores incentivos financeiros.


B

A empresa destinará mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se houverem melhores incentivos financeiros.


C

A empresa irá destinar mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se haverem melhores incentivos financeiros.


D

A empresa destinará mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se houvessem melhores incentivos financeiros.


E

A empresa vai destinar mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se houver melhores incentivos financeiros.

Na construção “Era a aurora de um país (...) dinâmico, porque ousara um empreendimento que só em sonho outros ousariam” (𝓁. 4-6), o mais-que-perfeito e o futuro do pretérito simples do indicativo poderiam ser substituídos corretamente pelos seguintes tempos compostos:


A

Era a aurora de um país (...) dinâmico, porque tinha ousado um empreendimento que só em sonho outros teriam ousado.


B

Era a aurora de um país (...) dinâmico, porque ousou um empreendimento que só em sonho outros ousarão.


C

Era a aurora de um país (...) dinâmico, porque ousava um empreendimento que só em sonho outros ousaram.


D

Era a aurora de um país (...) dinâmico, porque tem ousado um empreendimento que só em sonho outros tinham ousado.

Na frase “Está agora procurando outro caminho, olhe, coitada, como ela hesita” (. 15), o verbo sublinhado:


A

está conjugado na terceira pessoa do singular do presente do subjuntivo e refere-se à mãe.


B

está conjugado na segunda pessoa do singular do presente do indicativo e refere-se à esperança.


C

está conjugado na terceira pessoa do singular do presente do indicativo e refere-se à mãe.


D

está conjugado na segunda pessoa do singular do imperativo e refere-se à esperança.


E

está conjugado na terceira pessoa do singular do imperativo afirmativo e refere-se à mãe.

“Uma coisa é dizer que a criança passava fome; outra coisa é dizer que ela passou fome.” (linhas 46-47)

No trecho acima, a mudança no tempo verbal indica que,


A

na primeira parte da afirmativa, a fome acontecia corriqueiramente, com provável frequência e regularidade; na segunda, a fome aconteceu em um momento específico no passado.


B

na primeira parte da afirmativa, a fome aconteceu num momento específico preestabelecido no passado; na segunda, a fome provavelmente aconteceu em várias e diferentes circunstâncias não identificadas no tempo.


C

tanto na primeira parte da afirmativa quanto na segunda, a fome aconteceu num momento não definido no passado, com características de habitualidade e de regularidade no tempo.


D

em ambas as situações, a fome é um evento regular, presente não importa o tempo, podendo começar no passado e continuar até o presente.

A forma verbal que exprime acontecimento passado anterior a outro igualmente passado é encontrada no segmento:


A

o mundo fora criado para o bem do homem.


B

as outras espécies deviam se subordinar a seus desejos e necessidades.


C

nunca pararam um instante.


D

os teólogos e intelectuais [...] podiam apelar prontamente para os filósofos clássicos e a Bíblia.


E

tudo teve um propósito.

O tempo verbal predominante no texto é:


A

O presente do indicativo, pois o tema é atual, corrente.


B

O pretérito perfeito do indicativo, pois o assunto abordado está localizado num período definido do passado.


C

O pretérito imperfeito do subjuntivo, pois mostra ações e informações anteriores ao momento em que se escreve.


D

O futuro do presente do subjuntivo, pois mostra fatos possíveis, mas ainda não concretizados.

Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao emprego dos tempos e modos verbais destacados.


A

Em “...do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar...”, o verbo está no pretérito imperfeito do modo subjuntivo e expressa um fato duvidoso, irreal.


B

Em “Eles agem de acordo com os misteriosos mecanismos mentais...”, o verbo está no presente do modo indicativo e indica um fato real, certo.


C

Em “...um mundo ordenado em que cada indivíduo agia sempre no interesse pessoal e da família...”, o verbo está no pretérito imperfeito do modo indicativo e expressa um fato passado não-concluído.


D

Em “Talvez a maioria das pessoas do século XVIII fossem mesmo seres racionais...”, o verbo está no pretérito imperfeito do modo subjuntivo e expressa um fato duvidoso, irreal.


E

Em “...que eu espero que saia o meu jantar...”, o verbo está no presente do modo subjuntivo e expressa um fato duvidoso, irreal.

Assinale a alternativa em que o emprego do verbo no futuro do pretérito sugere dúvida ou incerteza.


A

Eu gostaria de trocar essa nota de cem por duas de cinqüenta, por favor.


B

Epicuro, pregando a calma felicidade, disse não temer a morte porque nunca iria encontrá-la.


C

Não estaria certo Fernando Pessoa ao sugerir que o humano é somente um cadáver adiado?


D

O delegado se diz seguro e insiste em que o acusado estaria mentindo quando diz não haver participado da chacina.

"Pense num bairro de periferia, (...) mas imagine uma vizinhança de gente simpática, (...) e você localiza em Rio Branco (...)" (L.1-5) Assinale a alternativa em que, passando-se a forma você para vós, as alterações foram efetuadas seguindo a norma culta.


A

Pensais num bairro de periferia, (...) mas imaginais uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizais em Rio Branco (...)


B

Pensai num bairro de periferia, (...) mas imaginai uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizai em Rio Branco (...)


C

Penseis num bairro de periferia, (...) mas imagineis uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizais em Rio Branco (...)


D

Penseis num bairro de periferia, (...) mas imagineis uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizeis em Rio Branco (...)


E

Pensai num bairro de periferia, (...) mas imaginai uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizais em Rio Branco (...)

Em "E há sempre a possibilidade real de crescer no banco e vir a se tornar um sócio" (l. 24-25), existe a presença do verbo vir. Assinale a alternativa em que este verbo se encontra no futuro do pretérito.


A
O jovem talentoso vem chegando.

B
O lucro virá no fim do ano.

C
O investimento viera mas perdera-se na burocracia.

D

O cliente será bem atendido se vier negociar com o banco.


E

O sucesso viria se ele se esforçasse um pouco mais.

Transcreva a frase abaixo no pretérito mais–que–perfeito do indicativo:


A

me envergonhara e me afligira.


B

me envergonhou e afligiu-me


C

me envergonharia e afligir-me-ia.


D

me envergonhara e me afligiu.

Embora o efeito de sentido seja diferente, o emprego da forma verbal no presente "constitui" (L.3) ou no pretérito constituiu são opções gramaticalmente corretas e coerentes para o primeiro período do texto.


C
Certo

E
Errado

O texto começa com os tempos verbais no pretérito imperfeito – vinha, faltavam – e, depois, ocorre a mudança para o pretérito perfeito – olhei, vi etc.; essa mudança marca a passagem:


A
do passado para o presente;

B
da descrição para a narração;

C
do impessoal para o pessoal;

D
do geral para o específico;

E
do positivo para o negativo.

Ao reescrever a frase "Nunca entendi muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação, liberdade e alegria de viver", empregando o tempo futuro do presente tem-se:


A

Nunca entendia muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação, liberdade e alegria de viver.


B

Nunca entenderia muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação, liberdade e alegria de viver


C

Nunca pude entender muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação, liberdade e alegria de viver.


D

Nunca entenderei muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação, liberdade e alegria de viver.


E

Nunca entendo muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação, liberdade e alegria de viver

As formas verbais poderia e reconheceriam (linha 1) pertencem a este tempo e modo:


A

Futuro do pretérito do indicativo


B

Futuro do presente do indicativo


C

Imperfeito do subjuntivo


D

Imperativo afirmativo

No segmento II, o uso do pretérito imperfeito do indicativo em "...devia ter por fim o bem da humanidade...", significa que:


A
a finalidade da ciência está equivocada;

B

o ideal da ciência, no passado, era o bem da humanidade;


C

a realidade é diferente da finalidade ideal da ciência;


D
a realidade confirma o ideal científico;

E
sob certas condições a ciência atinge o seu ideal.

O emprego do futuro do presente do indicativo no segmento I significa:


A
certeza dos fatos futuros;

B
possibilidade de fatos futuros;

C
incerteza dos fatos futuros;

D
dúvida sobre os fatos futuros;

E
desejo do autor sobre os fatos futuros.
   
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