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Observe as frases abaixo:
I. As rosas florescem em maio. II. As margaridas florescem em agosto. III. As rosas florescem em maio, as margaridas em agosto. |
A técnica utilizada para unir as frases I e II, formando a frase III, sem repetir o verbo “florescer”, é denominada:
ironia
metonímia
comparação
elipse
substituição
“As três palavras pareciam o pano que nossa mãe estendia sobre as redes, nos protegendo dos respingos da chuva, na casa de telha vã.” O termo em destaque retomam um enunciado citado: “Deus te abençoe”, o recurso coesivo aqui falado se chama:
Anáfora.
Hiperônimo.
Catáfora.
Hipônimo.
"Como se comporta a Sua Solidão?" Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.” O fragmento acima se caracteriza por estabelecer uma figura de linguagem chamada de:
Prosopopeia;
Zeugma;
Hipérbato;
Anáfora.
No verso “Essa dor doeu mais forte”, pode-se perceber a presença de uma figura de linguagem denominada:
ironia
pleonasmo
comparação
metonímia
O elemento abaixo destacado que exerce uma função discursiva diferente das demais pelo fato de a referência não estar no texto (função anafórica), mas fora dele é:
(...) o futebol, no Brasil, é esse fenômeno que leva (1º parágrafo);
(...) Pelé ou Neymar, esse menino serve (...) ( 2º parágrafo);
(...) para vivermos este mês em estado de euforia (...) (2º parágrafo );
(...) essa massa habitada pela nostalgia da glória (5º parágrafo );
(...) precisamos muito dessa alegria (...) (8º parágrafo ).
Nos itens abaixo foram postos em destaque pronomes em função anafórica e informados os termos a que se referem.
I. "SUAS primeiras aparições foram na lista 'Five to five' da IBM..."/ recursos.
II. "E SUA aposta é que..." / a multinacional IBM.
III. "Com ISSO, será possível optar por tratamentos personalizados ..." / a transformação mais radical.
IV. "...o smartphone poderá recomendar a SEU usuário..." / smartphone.
V. "...ESTE avanço tecnológico pode deixar muita gente ressabiada." / a "permissão" do usuário.
As informações estão de acordo com o texto apenas nos itens:
I, II, III e IV.
II e V.
III e IV
l, ll e IV.
l, ll e V.
Está subentendida, após o pronome “outros” (l.13), a palavra métodos.
O excerto “Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica.” (5º§) possui um exemplo de figura de linguagem denominada
anáfora.
zeugma.
perífrase.
hipérbato.
silepse de gênero.
No último parágrafo, o pronome ESSE tem valor:
catafórico.
relativo.
anafórico.
expletivo.
substantivo.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto aos recursos de construção empregados no texto.
O pronome demonstrativo destacado no primeiro parágrafo não foi corretamente empregado, pois “esta” indica tempo presente.
A expressão adverbial utilizada em “O combate ao câncer em longo prazo...” poderia ser substituída por “a longo prazo” sem prejuízo da informação.
Em: “assim como a bactéria H. pylori, prevalente em locais onde os alimentos não são devidamente refrigerados”, o pronome relativo empregado pode ser substituído por “em que” sem prejuízo da informação.
No subtítulo: “Mortalidade da doença na região é maior que em países desenvolvidos”, há um problema com a regência nominal.
Observe a passagem: “As leis de nossa escola foram estabelecidas por nós mesmos, alunos. Temos então de zelar para que essas leis sejam cumpridas.” (2º parágrafo).
A figura de sintaxe presente no trecho acima é:
Zeugma.
Silepse de gênero.
Antonomásia.
Silepse de pessoa.
Na produção de textos coesos são utilizados recursos que nos permitem omitir palavra ou elemento facilmente identificável. Em “à que se espalhou” o recurso coesivo explorado foi:
anáfora.
elipse.
hipérbato.
silepse.
pleonasmo.
Há divergência gramatical entre a expressão suas vidas (linha 13) e A população (linha 11), à qual se refere; houve concordância, não com a forma gramatical das palavras, mas entre as idéias que elas expressam. Na norma culta da língua isso se chama silepse. Assinale a alternativa em que NÃO ocorre silepse.
O povo escutou o motor da embarcação; logo acorreram às margens do rio.
A partir de 1524 os franceses visitaram com freqüência o nosso litoral.
Pode V. Exª ficar sossegado: iremos mostrar-lhe o delta do Parnaíba
Os maranhenses, sem dúvida, amamos nossa terra natal.
Assinale a alternativa em que o exemplo confirma a definição, no que se refere aos recursos estilísticos da linguagem:
Elipse é uma figura de sintaxe em que a omissão de termo se deduz facilmente pelo contexto, embora não venha expresso (não esteja explícito), como na frase de Clarice Lispector: "Na rua deserta, nenhum sinal de bonde."
O polissíndeto é um recurso sintático que consiste na repetição do conectivo na coordenação de termos ou orações, como se observa nesta passagem de Graciliano Ramos: "Foi apanhar gravetos, trouxe do chiqueiro das cabras uma braçada de madeira meio roída pelo capim, arrancou touceiras de macambira, arrumou tudo para a fogueira."
A prosopopéia ou personificação é um recurso semântico que consiste em atribuir características de seres animados a seres inanimados, como em: "Faria isso mil vezes se fosse preciso."
Eufemismo consiste em substituir uma expressão por outra menos brusca, isto é, consiste em suavizar alguma asserção desagradável, como em: "Seu aproveitamento na escola não podia ter sido melhor: aprovado em apenas seis matérias."