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BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho.
Na tirinha acima, qual é a figura de linguagem que está presente em “rede social”, responsável pelo humor no texto?
Ambiguidade
Metonímia
Pleonasmo
Eufemismo
Catacrese
No trecho “Todo o castelo levantado esboroou-se como se fosse de cartas.” (17º §), o autor utiliza um recurso expressivo para intensificar a percepção do leitor sobre a frustração de Honório. Sobre a construção dessa imagem, é correto afirmar que ocorre uma:
Hipérbole.
Metonímia.
Prosopopeia.
Comparação.
No trecho “Tropeçamos nos próprios cadarços” (l. 03), é empregada a figura de linguagem chamada:
Ironia.
Metonímia.
Hipérbole.
Eufemismo.
Metáfora.
As figuras de palavras são recursos estilísticos que modificam o sentido literal das palavras, usando associações, comparações ou proximidade para criar expressividade e efeitos de sentido. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre frase e figura.
Naquele dia chuvoso, ele deu seu último suspiro. (Metáfora).
Aquele lugar parecia um abismo sem fundo. (Antonomásia).
O trabalhador ganhou 2 pratas fazendo o serviço. (Catacrese).
Praticar a caridade é uma forma de amor. (Metonímia).
A cidade Luz é visitada o ano inteiro. (Sinestesia).
Em “Fiz, faço, feito está,” apresenta a figura de linguagem denominada:
Anacoluto.
Onomatopeia.
Aliteração.
Anáfora.
“Mística e poesia são braços do mesmo rio.” (Adélia Prado)
No pensamento acima, o rio é apresentado como um corpo que possui dois braços. Essa imagem remete à seguinte figura de linguagem:
prosopopeia ou personificação
oposição ou antítese
metonímia
hipérbole
ironia
Analise as assertivas abaixo quanto ao emprego das figuras de linguagem nos enunciados apresentados:
I. O trecho Ele leu Machado de Assis inteiro durante as férias de julho constitui uma metáfora, pois estabelece uma comparação implícita de natureza subjetiva entre a figura física do escritor e o conteúdo de seus livros.
II. O trecho O barulho ensurdecedor do silêncio tomou conta da sala de reunião configura um eufemismo, visto que atenua o impacto provocado pela ausência de manifestação dos participantes.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Apenas I está incorreta.
Apenas II está incorreta.
I e II estão incorretas.
I e II estão corretas.
No trecho “E não poderia haver eufemismo mais elegante para o que estamos vivendo”, a figura de linguagem em destaque é definida CORRETAMENTE por:
Expressar uma atenuação de uma situação ruim.
Expressar um exagero de uma situação menor.
Atribuir uma característica animada a um ser inanimado.
Ser uma analogia implícita.
No trecho “o círculo de carregamento gira com uma serenidade provocativa”, ocorre, principalmente,
personificação (prosopopeia), atribuindo ao ícone atitude humana e ironizando a espera.
eufemismo, suavizando a ideia de falha tecnológica e evitando nomear diretamente o problema.
hipérbole numérica, exagerando medidas de tempo para intensificar a sensação de atraso do narrador.
pleonasmo vicioso, repetindo informação sem propósito expressivo, estilístico ou argumentativo.
metonímia, substituindo um termo por outro em relação de contiguidade (autor/obra, parte/todo).
No texto, o autor utiliza recursos expressivos para conferir maior dinamicidade e clareza aos conceitos de cibersegurança. Analise as seguintes ocorrências:
I. “... amplia a superfície de ataque das organizações ...” (3º parágrafo)
II. “... tem transformado a cibersegurança em um risco de negócio direto.” (4º parágrafo)
III. “... ataques do tipo ‘coletar agora, descriptografar depois’ ...” (5º parágrafo)
Sobre o emprego de figuras de palavras, construção ou pensamento nos trechos acima, assinale a alternativa correta.
Em I, verifica-se o emprego de uma metáfora, em que um conceito do domínio físico-espacial é utilizado para representar a totalidade de pontos vulneráveis no ambiente digital.
Em I, ocorre o fenômeno da catacrese, pois o termo “superfície” é a única palavra disponível na língua para designar o limite entre o software e o hardware, tendo perdido seu valor figurativo.
Em II, ocorre uma hipérbole, pois o autor exagera as consequências das falhas de conformidade ao equipará-las a riscos diretos de negócio para os conselhos.
Em III, observa-se o uso de uma antítese, fundamentada na oposição semântica entre os verbos “coletar” (reunir) e “descriptografar” (decifrar), que representam ações de sentidos opostos.
No trecho III, observa-se o uso de um eufemismo, cujo objetivo é suavizar a gravidade da exposição de dados sensíveis de longo prazo perante as empresas.
Figuras de linguagem são recursos usados na língua para tornar a comunicação mais expressiva. Elas vão além do sentido literal das palavras e ajudam a destacar ideias, causar impacto ou criar diferentes efeitos nos textos e falas.
O trecho a seguir que apresenta a figura de linguagem correspondente de forma correta é:
"...ficando 'malucos'."
(Hipérbole, para suavizar a reação exagerada das pessoas diante da espera).
' ... faz nosso motor interno começar a falhar..."
(Metáfora, em que a palavra 'motor' foi empregada com significado de outro termo, estabelecendo uma comparação subentendida, sem o uso de conectivos comparativos).
"A impaciência sabota o nosso bem-estar."
(Metonímia , em que a palavra 'impaciência foi empregada no lugar de 'intolerância').
"Cultivar paciência não é algo que se faz da noite para o dia."
(Ironia, em que o autor critica o leitor por ser impaciente em situações tão simples do dia a dia).
"...de modo impulsivo, emocional e descontrolado ou de maneira mais refletida e racional."
(Antítese, em que as palavras 'impulsivo' e 'descontrolado' consistem na aproximação de termos com sentidos opostos).
Considerando a construção expressiva do texto e os princípios teóricos que regem as figuras de linguagem, assinale a alternativa que apresenta a correta identificação das figuras predominantes no texto, à luz da classificação tradicional e da análise estilística.
A expressão "Um trailer do fim que não queremos assistir" constitui exemplo de prosopopeia e hipérbole, pois humaniza o tempo e exagera a intensidade do sentimento de saudade.
A construção "A saudade é um GPS do coração" configura uma metonímia, pois substitui o sentimento de perda por um instrumento que indica deslocamento, a partir da relação de causalidade.
A frase "Emparelha almas, sincroniza pensamentos" representa um caso de paradoxo, em que se atribuem ações contraditórias a elementos metafísicos, subvertendo a lógica da experiência concreta.
Em "Uma despedida dentro do encontro", o autor faz uso da catacrese, porque emprega expressão de sentido figurado já cristalizada no uso comum, sem valor metafórico evidente.
A metáfora é a figura dominante na formulação "A saudade é uma repescagem", pois há substituição de um termo real por um simbólico, com base em analogia subjetiva, sem conectivo comparativo.
Quando falamos para uma criança que um ente querido faleceu, geralmente dizemos que a pessoa foi morar com o “papai do céu” ou que ela virou “estrelinha”. Dessa forma, esse tipo de fala está se referindo a qual figura de linguagem:
Eufemismo.
Sinestesia.
Prosopopeia.
Hipérbole.
Assinale a alternativa na qual NÃO seja possível identificar a ocorrência da figura de linguagem conhecida como personificação.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde fosse azul,
não houvesse tantos desejos. (Poema de Sete Faces – Carlos Drummond de Andrade).
As pedras limosas, por onde a tarde ia aderindo,
tinham a mesma exalação de água secreta,
de talos molhados, de pólen,
de sepulcro e de ressurreição.
E as borboletas sem voz
dançavam assim veludosamente. (Recordação – Cecília Meireles).
O mar passa saborosamente a língua na areia
Que bem debochada, cínica que é
Permite deleitada esses abusos do mar. (Folia no Matagal – Ney Matogrosso).
Como dois e dois são quatro
sei que a vida vale a pena
embora o pão seja caro
e a liberdade pequena. (Dois e dois: quatro – Ferreira Gullar).
Aprendi o segredo, o segredo
O segredo da vida
Vendo as pedras que choram sozinhas
No mesmo lugar. (Medo da Chuva – Raul Seixas e Paulo Coelho).
Qual a figura de linguagem que aparece na última frase do texto?
Metáfora
Assonância
Hipérbole
Elipse
Zeugma
Sobre as figuras de linguagem indicadas abaixo, assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
1. Metáfora
2. Metonímia
3. Antítese
4. Paradoxo
( ) “Luz no olhar e trevas no peito.”
( ) “Pediu-lhe a mão em casamento.”
( ) “Estamos vivendo uma guerra pacífica.”
( ) “Aquele rapaz é um pavão de tão exibido.”
1 – 2 – 1 – 4.
4 – 1 – 2 – 3.
2 – 1 – 1 – 3.
1 – 1 – 2 – 4.
3 – 2 – 4 – 1.
Assinale a alternativa cujo enunciado é elaborado sob a figura de linguagem conhecida como eufemismo.
Ao menor gesto, os justiceiros podiam fazer qualquer desafeto comer capim pela raiz, num instante.
O rei do camarote chegou fazendo um estardalhaço, chamando a atenção até dos mais distraídos.
Seja de manhã, seja de tarde, seja de noite, o sentinela mantém-se firme na tarefa de proteger o portão do castelo medieval.
Farto de tanto lhe chamarem a atenção, o serviçal abandonou o seu posto.
O professor logo percebeu que alguns aprendizes eram desprovidos de habilidades mínimas de pensamento.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.
Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.
Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.
(...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.
E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)
TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em < https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da-universidade-neoliberal/>.
“Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade.”
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem que se encontra no trecho acima, seguida de sua correta explicação.
Metonímia – O elemento “silêncio” é apresentado como a parte de um todo, representando uma ideia maior.
Antítese – No mesmo contexto, “silêncio” e “estranho” se apresentam como elementos opostos, contraditórios.
Perífrase – Existe uma redundância ao se fazer referência à noção sobre o “silêncio”.
Prosopopeia – O ser abstrato “silêncio” é personificado, assumindo características humanas.
Sinestesia – Há uma mistura de sensações ao se fazer referência ao “silêncio”.
No texto, diversas figuras de linguagem contribuem para a expressividade do texto. Assinale a alternativa correta:
A construção "aquelas palavras se propagaram por todo o meu corpo me paralisando" caracteriza uma metonímia, pois substitui o efeito pela causa, indicando que a paralisação representa as palavras ditas.
A frase "tanta dor me trouxe alegria" exemplifica uma hipérbole, pois intensifica a ideia de dor para reforçar a oposição entre sofrimento e felicidade, sem implicar contradição lógica.
A expressão "alguns minutos foram uma eternidade" exemplifica uma paradoxo, pois substitui a ideia de tempo real por uma imagem que sugere infinitude, sem exagero quantitativo.
A relação entre "lágrimas" e "sorrisos" configura uma sinédoque, pois estabelece correspondência entre parte e todo, sugerindo que os elementos mencionados representam integralmente a experiência vivida.
A frase "minha história, minha crônica é como um passado presente" constitui um caso de comparação, pois utiliza elemento explícito de aproximação para relacionar duas ideias distintas.
Leia atentamente as definições abaixo, relativas a figuras de linguagem:
I.Consiste na substituição de um termo por outro com base em relações de contiguidade lógica, como a parte pelo todo, o autor pela obra, o lugar pelo produto.
II.Ocorre quando há fusão de diferentes sensações percebidas por órgãos distintos do corpo, gerando associação inusitada e expressiva.
III.Trata-se da figura que exagera intencionalmente determinada característica ou ação, com finalidade enfática ou expressiva.
IV.Refere-se à quebra da expectativa lógica, quando o enunciado expressa o contrário do que se pretende afirmar, podendo revelar crítica ou ironia.
V.Apresenta o encadeamento de termos com estrutura gramatical semelhante, criando simetria rítmica e reforço argumentativo.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente as figuras correspondentes às definições I a V, nessa ordem.
Catacrese − Antítese − Hipérbole − Eufemismo − Anáfora
Metonímia − Sinestesia − Hipérbole − Antítese − Polissíndeto
Metáfora − Sinestesia − Prosopopeia − Ironia − Pleonasmo
Metonímia − Sinestesia − Hipérbole − Ironia − Paralelismo
Metonímia − Metáfora − Hipérbole − Paradoxo − Anacoluto