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Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que "ajudem" na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no
pretérito imperfeito do subjuntivo, pois indica uma ação subordinada ao tempo principal do passado.
presente do subjuntivo, pois expressa uma possibilidade ou expectativa associada aos medicamentos mencionados.
presente do indicativo, pois descreve uma ação habitual associada ao uso de medicamentos.
futuro do subjuntivo, pois está associado a uma ação futura dependente de outra.
Se o verbo baratear estivesse flexionado na 3ª pessoa do plural do futuro do pretérito do indicativo, sua forma seria:
Barateariam.
Baratearam.
Baratearão.
Baratearem.
A forma verbal “reunirá”, no trecho “O evento reunirá profissionais e estudantes de Ciências Contábeis”, tornar‑se‑ia “reunira”, caso fosse flexionada no pretérito imperfeito do modo indicativo.
Certo
Errado
Sobre o texto, qual verbo, no 1º parágrafo, encontra-se no modo indicativo, na 3ª pessoa do singular, no tempo presente?
Ameaçar.
Assedie.
Acontece.
Podem.
“Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles”
Somente a forma verbal em destaque, transposta para a segunda pessoa do plural do pretérito-mais-que-perfeito do indicativo, está corretamente estruturada em
vireis.
viríeis.
viéreis.
vierdes.
venhais.
Assinale a afirmação correta.
Os substantivos sentinela, estudante, aprendiz, personagem, motorista têm um só gênero gramatical: ou masculino, ou feminino.
Os verbos vir, trazer, propor, ter e caber flexionam-se de modo irregular no pretérito perfeito do indicativo.
Palavras compostas são formadas por meio da combinação de palavras já existentes, a exemplo de: porta-aviões, contragolpe, invertebrado, ferrovia, intervalo, acasalamento.
A frase “A cidade antiga de Pompeia, que foi soterrada por um vulcão, estende-se por uma área de 22 hectares, da qual aproximadamente um terço segue enterrado debaixo das cinzas” é composta por quatro orações.
Somente os pronomes pessoais do caso reto e caso oblíquo prestam-se para indicar as pessoas gramaticais (primeira, segunda e terceira) no singular e no plural.
No título, o emprego do presente do indicativo, “investiga”, aponta para fato ocorrido no passado, como em geral acontece em notícias.
Certo
Errado
No trecho do texto, "A regra valerá para as chamadas transações tributárias...", o verbo "valerá" está no:
Futuro do presente do indicativo.
Presente do indicativo.
Futuro do pretérito do indicativo.
Pretérito perfeito do subjuntivo.
No título do texto (“Casos de covid-19 aumentam nas regiões Norte e Nordeste”), o verbo em destaque está flexionado no:
presente do indicativo
presente do subjuntivo
pretérito perfeito do indicativo
pretérito imperfeito do indicativo
Apesar dos desafios, especialistas "veem" a popularidade como uma forma de valorizar a cultura japonesa.
Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
Apesar dos desafios, especialistas verão a popularidade como uma forma de valorizar a cultura japonesa.
Apesar dos desafios, especialistas veriam a popularidade como uma forma de valorizar a cultura japonesa.
Apesar dos desafios, especialistas viram a popularidade como uma forma de valorizar a cultura japonesa.
Apesar dos desafios, especialistas veem-se a popularidade como uma forma de valorizar a cultura japonesa.
Leia o fragmento:
“Um silêncio que não nasce da serenidade (...).”
Caso o verbo destacado na oração fosse conjugado no tempo futuro do pretérito do modo indicativo, a correta transcrição da oração seria:
Um silêncio que não nascera da serenidade.
Um silêncio que não nascerá da serenidade.
Um silêncio que não nasceria da serenidade.
Um silêncio que não nascia da serenidade.
Nenhuma das alternativas anteriores.
Na frase (“Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano”), o verbo em destaque está flexionado no:
infinitivo
indicativo
subjuntivo
imperativo
No trecho “estabelecer limites de tempo para usar dispositivos”, retirado do texto, o verbo sublinhado está no:
Gerúndio.
Particípio.
Presente do indicativo.
Infinitivo.
Pretérito perfeito.
Em “...63% criam imagens; 62% usam para escrever novos textos...”, os verbos criam e usam encontram-se:
no pretérito perfeito do indicativo.
no presente do indicativo.
no infinitivo impessoal.
no imperativo afirmativo.
“Você teria coragem de pegar um morcego com as próprias mãos?” (1º parágrafo). A forma verbal destacada está flexionada no:
presente do indicativo
futuro do pretérito do indicativo
pretérito imperfeito do indicativo
pretérito imperfeito do subjuntivo
“Bebidas artesanais, sem álcool e sem glúten tiveram crescimento”. Se o verbo em destaque estivesse conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, teríamos:
teriam
tinham
tenham
tivessem
Leia o diálogo entre dois professores:
– Professor A: "Você PODERIA me emprestar seu diário de classe?"
– Professor B: "Claro, ESTAVA justamente pensando em procurá-lo."
Os usos do Futuro do Pretérito (PODERIA) e do Pretérito Imperfeito do Indicativo (ESTAVA) cumprem, respectivamente, as seguintes funções semânticas no contexto:
Indicar uma ação futura e uma ação passada habitual.
Expressar uma ordem direta e uma ação em andamento no passado.
Atenuar um pedido (polidez) e indicar uma ação passada interrompida por outra.
Apresentar uma hipótese irreal no passado e uma ação concluída antes de outra.
“Até 1º de outubro de 2025, o Brasil confirmou 31 casos importados, quando a infecção ocorre fora do país” (6º parágrafo). Se a forma verbal em destaque estivesse flexionada no pretérito imperfeito do modo indicativo, teríamos:
confirmaria
confirmava
confirmara
confirmasse
O primeiro parágrafo do Texto 1 apresenta verbos no
pretérito perfeito do subjuntivo, que revelam uma sequência de ações sucessivas no tempo e no espaço, caracterizando-o como uma sequência narrativa.
pretérito imperfeito do subjuntivo, que constroem, em conjunto, uma cena rotineira, caracterizando-o como uma sequência narrativa.
pretérito imperfeito do indicativo, que constroem, em conjunto, uma cena momentânea, caracterizando-o como uma sequência descritiva.
pretérito perfeito do indicativo, que revelam uma sequência de ações cronológicas, caracterizando-o como uma sequência descritiva.
Na oração “O estudo que analisou 84 voluntários humanos fizera experiências em ratos de laboratório”, o termo em destaque é um verbo que está conjugado no
modo subjuntivo, no tempo pretérito imperfeito, porque faz referência a uma ação verbal desejada no passado.
modo subjuntivo, no tempo pretérito imperfeito, porque faz referência a uma ação no passado dependente de uma ação também já passada.
modo indicativo, no tempo pretérito mais-que-perfeito, porque faz referência a uma ação no passado anterior a outra ação também no passado.
modo indicativo, no tempo pretérito imperfeito, porque faz referência a uma ação anterior ao presente, mas ainda não concluída.
modo indicativo, no tempo pretérito perfeito, porque faz referência a uma ação concluída no passado.