Questões de Concurso sobre Linguagem Informal, popular, coloquial e vulgar

 
 
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Assinale a opção que mostra um termo ou segmento da linguagem popular corrente.


A

A atitude desses torcedores foi lastimável.


B

Em que ocupação você ocupou o seu tempo?


C

José não tem esperanças sobre o sucesso na prova.


D

Nunca se sabe quando a gente vai sofrer um acidente.


E

Eu lhe peço humildemente de aceitar minhas desculpas.

Embora apresente uma linguagem predominantemente formal, o texto “Banhos de mar”, de Clarice Lispector, revela uma linguagem espontânea e coloquial em:


A

“O mar de Olinda era muito iodado e salgado.” (7º§)


B

“Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria.” (4º§)


C

“Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer.” (2º§)


D

“Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: [...]” (6º§)

No trecho “Confesso que boiei em algumas palavras e, ao ir ao dicionário, me surpreendi” (primeiro período do último parágrafo), evidencia-se um tom de coloquialidade no discurso do enunciador.


C

Certo


E

Errado

A linguagem formal e a informal são aplicadas em momentos e a pessoas diferentes. Em relação ao uso apropriado de ambas, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.


(1) Linguagem formal.

(2) Linguagem informal.


( ) Grupo de amigos em redes sociais.

( ) Mensagens de celular entre familiares.

( ) Palestras em ambientes acadêmicos.

( ) Reuniões de trabalho.


A

1 - 2 - 2 - 1.


B

2 - 1 - 1 - 2.


C

2 - 2 - 1 - 1.


D

1 - 1 - 2 - 2.


E

2 - 2 - 2 - 1.

Em relação à linguagem utilizada no texto “Roupa de desenho animado”, é correto afirmar que:


A

é totalmente desarticulada, apresentando alguns trechos sem sentido.


B

existem palavras de uso muito formal, como “pra” e “tá”.


C

existem palavras de uso bastante informal, como “pra” e “tá”.


D

é muito parecida com a linguagem de textos técnicos e científicos.


E

é muito próxima da linguagem de uma criança que está aprendendo a falar.

O fragmento retirado do texto “O sol se abre mais (...)" 10°§ representa um tipo de construção da linguagem coloquial. Assinale a opção que também apresenta coloquialidade.


A

Assistir o jogo ou ir para a praga, naquela tarde tediosa, era o dilema.


B

Já não se lembra da picardia que me fez no mês passado?


C

Entre mim e ti, não importa o dia, não pode haver nenhuma confusão.


D

Mesmo eu quase falando, não perceberam ainda onde quero morar.


E

Nem João nem Carlos será eleito presidente do clube do bairro.

Sobre o texto, analise as seguintes afirmativas.


I- O modo verbal é relevante para a construção da coerência textual.

II- O nível de linguagem empregado é o popular.

III- No último quadrinho, há uma metáfora.


É CORRETO o que se afirma em:


A

I e II apenas.


B

I e III apenas.


C

II e III apenas.


D

II apenas.


E

I, II e III.

Sobre a linguagem empregada na charge, analise as assertivas que seguem:


I. A linguagem empregada na charge é informal, com expressões coloquiais e características da oralidade.

II. Na frase O mercado se acalmou, há uma figura de linguagem denominada metáfora.


Das assertivas, pode-se afirmar que:


A

Apenas I está correta.


B

Ambas estão corretas.


C

Apenas II está correta.


D

Ambas estão incorretas.

Há diversos níveis de linguagem, que são os diferentes registros que a língua pode assumir, a depender da situação comunicativa e do contexto.


Assim, assinale a frase que exemplifica a linguagem coloquial.


A

Nem a inteligência nem o juízo são criadores.


B

Eu não procuro conhecer as perguntas; procuro compreender as respostas.


C

Não tem segredo sobre a Terra que dure muito tempo.


D

Você só consegue explicar aquilo que entendeu.


E

A língua mais silenciosa pode ser a amiga mais verdadeira.

Em alguns trechos, o locutor do texto faz uso da linguagem informal, o que pode ser percebido em:


A

“Ao voltar, servia uma nova refeição e lavava o prato.”


B

“Em troca, ela me lambia os dedos.”


C

“Há quem faça ioga, meditação.”


D

“Toca a procurar terapeuta.”

Texto 2


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://f.i.uol.com.br/fotografia/2025/01/13/1736808433678597f138a05_1736808433_3x2_md.jpg. Acesso em: 25 jul. 2025.


Na fala coloquial da personagem do Texto 2, qual é o valor semântico atribuído ao termo “onde”?


A

Local físico em que a criança supõe existir um botão de acionamento.


B

Motivo pelo qual a criança procura por um botão.


C

Momento em que a criança compreende como realizar o uso do objeto.


D

Causa de o livro não estar funcionando.


E

Modo como se realiza a ação de ligar.

Por razões pedagógicas, a professora Electra decidiu explorar, em primeiro lugar, o sentido dos textos selecionados. No caso do texto 1, o esclarecimento de seu sentido – consequentemente, de seu efeito de humor – demandará de Electra uma explicação sobre a diferença entre


A

linguagem formal e linguagem informal.


B

linguagem denotativa e linguagem conotativa.


C

linguagem escrita e linguagem falada.


D

linguagem pessoal e linguagem impessoal.


E

linguagem culta e linguagem coloquial.

Marque a assertiva que apresente um exemplo de variante informal da língua.


A

“O que você levou anos pra construir,...”.


B

“As pessoas podem enganá-lo...”.


C

“Construa assim mesmo.”.


D

“Às vezes as pessoas são egocêntricas,...”.

Assinale a opção em que o trecho do texto apresenta uma linguagem claramente próxima ao registro coloquial, do dia a dia.


A

“O choro médio ou comum consiste numa contração geral do rosto e um som espasmódico acompanhado de lágrimas e muco”.


B

“As crianças chorarão esfregando a manga do casaco na cara”.


C

“que não insulte o sorriso com sua semelhança desajeitada e paralela”.


D

“e se isto lhe for impossível por ter adquirido o hábito de acreditar no mundo exterior”.


E

“Duração média do choro, três minutos”.

A adequação linguística é um conceito central da sociolinguística, determinando que não existe "certo" ou "errado" em absoluto, mas sim usos "adequados" ou "inadequados" a um determinado contexto. A transição da linguagem coloquial (usada em situações informais) para a linguagem culta ou formal (exigida em documentos oficiais, trabalhos acadêmicos e discursos públicos) envolve ajustes não apenas no vocabulário, mas também na sintaxe, como a obediência à colocação pronominal (evitando próclise no início de frases), o uso de verbos impessoais (como 'haver' no lugar de 'ter') e a regência verbal e nominal apropriada.


Acerca da reescrita de frases para adequação aos diferentes níveis de formalidade, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)A frase coloquial "Me dá esse livro" deve ser reescrita na norma culta como "Me dê esse livro", pois a próclise, embora evitada em inícios de frase, é aceitável em contextos formais quando o verbo está no imperativo.

(__)A expressão "a gente" (ex: "A gente vai ao cinema") é considerada um registro culto e pode substituir "nós" (ex: "Nós iremos ao cinema") em uma tese de doutorado sem prejuízo da formalidade.

(__)O uso do verbo "ter" no sentido de "existir" (ex: "Tem muitos problemas aqui") é preferível na norma culta ao verbo "haver" (ex: "Há muitos problemas aqui"), pois é considerado mais direto e moderno.

(__)A sentença "O relatório que eu lhe falei não tá pronto" apresenta marcas de oralidade (regência de "falar" e contração "tá"). Na norma culta, uma reescita adequada seria: "O relatório *de que* (ou *sobre o qual*) eu lhe falei não *está* pronto".


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:


A

F, F, V, V.


B

F, F, F, V.


C

V, V, V, V.


D

V, F, F, F.

No excerto “Ao sair do Tejo, estando a Maria encostada à borda do navio, o Leonardo fingiu que passava distraído por junto dela, e com o ferrado sapatão assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito [...]”, observa-se o uso de expressões populares e regionais, que contribuem para a caracterização das personagens e do contexto. Considerando o conceito de adequação linguística, qual alternativa apresenta o emprego mais adequado de itens lexicais e expressões no contexto narrativo?


A

Substituir “ferrado sapatão” por “sapato de couro” para tornar o texto mais formal e moderno.


B

Alterar “pisadela” para “toque no pé” para suavizar a ação descrita.


C

Trocar “sapatão” por “sandália” para adequar o texto a um contexto mais urbano e contemporâneo.


D

Eliminar as expressões populares para padronizar o texto em uma linguagem mais neutra e universal.


E

Manter as expressões “ferrado sapatão” e “pisadela” para preservar o tom coloquial e regional do texto.

Apesar de possuir uma linguagem predominantemente formal, o texto evidencia o registro de variante linguística coloquial em:


A

“De certa forma, o inevitável lhe agrada.” (2º§)


B

“Lambe o excesso de mel nos dedos e os limpa no macacão.” (3º§)


C

“Apanha um galho de árvore caído no chão e cutuca a colmeia, [...]” (3º§)


D

“Edgar já viu algumas criaturas nascerem mortas, outras, morrerem horas depois.” (2º§)

A respeito da linguagem presente no texto “Sem censura”, sabe-se que a autora usa uma


A

linguagem formal, mas acessível a todos os leitores.


B

linguagem formal e regional, acessíveis a pessoas de determinada localidade.


C

linguagem técnica, rebuscada e acessível para todos os leitores.


D

linguagem coloquial, porém, rebuscada e pouco acessível.

Para exercer sua função social, que é a de informar, predomina no texto o uso de linguagem


A

rebuscada, direcionada para um leitor específico.


B

regional, com vocabulário apenas de domínio local.


C

formal e objetiva, acessível a um público-alvo diverso.


D

informal, com uso de gírias e empréstimos estrangeiros.

   
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