Questões de Concurso sobre Linguagem Informal, popular, coloquial e vulgar

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
537 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Assinale a frase que não mostra marcas de linguagem informal.


A

Os animais pastam; a gente come.


B

A mesa mata mais gente do que a guerra.


C

Tem tempo que eles não vêm aqui.


D

Me disseram que a verdade apareceria.


E

Eles vieram com um disse me disse, mas não acreditei.

Assinale a alternativa que faz uso de uma palavra própria da linguagem coloquial.


A

Agradeço pela atenção dispensada a este assunto massa.


B

Podemos comer uma pizza depois do trabalho?


C

Você precisa tomar banho!


D

Estou à disposição para esclarecer eventuais dúvidas.


E

Sua colaboração é fundamental para o êxito desta iniciativa.

Essa crônica é marcada pelo uso da linguagem informal, o que pode ser comprovado no seguinte trecho:


A

“Eu imaginava um palácio mais modesto” (parágrafo 2)


B

“Eu era louco por guaraná” (parágrafo 2)


C

“A injúria do tempo, somada ao desgaste dos anos, sepultou o delírio” (parágrafo 4)


D

“Ela não me deslumbra como os contos de Grimm e Perrault” (parágrafo 5)


E

“Recebo mensagens propondo regimes de emagrecimento” (parágrafo 6)

Assinale a alternativa que apresenta o correto tipo de linguagem apresentado no Texto 1.


A

Apenas verbal.


B

Apenas não verbal.


C

Mista.


D

Formal.


E

Informal.

Um dos problemas encontrados nos textos de redações é o emprego inadequado de expressões da oralidade.


Assinale a frase que mostra a inclusão indevida de uma dessas expressões.


A

Em suma, parafraseando uma sentença de Ortega, muito pior do que as normas rigorosas é a ausência de normas, que é a barbárie.


B

Olhou em torno e não tinha ninguém. Certificou-se ainda de que ninguém o perseguia, mas positivamente não havia pessoa alguma.


C

O chefe do grupo aproximou-se da entrada da caverna, encostou-se a uma parede de rocha da entrada e observou com atenção o interior da gruta, mas nada viu de perigoso.


D

Como a Língua Portuguesa é caprichosa, muitos antropônimos e topônimos deslizaram para substantivos comuns.


E

Vou desafiar a paciência de meus leitores e escrever ainda um artigo sobre esse assunto ao qual já voltei muitas vezes.

Embora pertença à modalidade escrita e tenha natureza pública, o texto O futuro do plástico apresenta algumas marcas de informalidade.

A alternativa em que uma dessas marcas está corretamente identificada e exemplificada é:


A

emprego de ordem inversa, como se vê em “Em setembro, um estudo publicado por cientistas chineses detectou, pela primeira vez, a presença de microplásticos (partículas com menos de 5 milímetros) na placenta humana.” (1º parágrafo);


B

emprego de oração adjetiva, como se vê em “E o cálculo não considera outros alimentos ou fontes, como os microplásticos presentes em cremes dentais ou liberados por panelas com o revestimento antiaderente danificado – que podem soltar mais de 9.000 pedacinhos a cada uso.” (4º parágrafo);


C

emprego de conjunção conclusiva inovadora, como se vê em “Só que a ilha não é bem como as pessoas imaginam” (7º parágrafo);


D

uso do ponto e vírgula não admitido pela norma padrão, como se vê em “Ele se chama Cryptococcus neoformans, e a ciência já o conhecia; mas essa sua nova habilidade, não. (11º parágrafo);


E

estrutura de sujeito indeterminado não reconhecida pela tradição gramatical, como se vê em “No método tradicional, isso não acontece: o plástico perde qualidade após cada reciclagem, e você precisa adicionar uma porcentagem cada vez maior de material ‘virgem’, ou seja, novo, para fazer as garrafas.” (16º parágrafo).

Sabe-se que uma das marcas da linguagem informal consiste em relativizar o emprego rigoroso das regras gramaticais de concordância – verbal e nominal. A seguir, são apresentados trechos do texto I que confirmam o emprego da linguagem informal nessa perspectiva, EXCETO:


A

Existem histórias boas sim, só que, amigo e amiga, na época em que vocês descobriram os gibis tudo era mais fascinante pois você estava descobrindo-os. (l. 71-74)


B

E então Kamala convence os amigos a não se sacrificarem e a se tornarem cidadãos atuantes, estudando e se tornando gente de valor, que pode mudar esse rumo. (l. 39-42)


C

"A mídia nos odeia porque a gente lê nos nossos smartphones. Os economistas nos odeiam porque a gente troca as coisas em vez de comprar. Não foi a gente que bagunçou a economia ou o planeta". (l. 42-46)


D

Depois da Segunda Guerra Mundial, os soldados estavam muito afoitos para voltar ao seu lar e produziram uma explosão de bebês – a chamada geração dos baby boomers. São pessoas que hoje tem por volta de 60 anos, como meus pais. (l. 09-13)

Em “Costumamos chamar essa sensação de ‘cair a ficha’, mas acho bem mais poética e avassaladora a analogia com os quadros na parede.” (4º§), podemos afirmar que a expressão “cair a ficha” configura:


A

Gíria.


B

Gerundismo.


C

Ambiguidade.


D

Pleonasmo vicioso.


E

Empréstimo de outra língua.

Assinale a expressão que caracteriza mais a oralidade que a linguagem informal.


A

a gente.


B

de orelha em pé.


C

badalada.


D

altos salários.


E

então.

Na oração “Embora os homens, na maioria das vezes, façam as mulheres chorar, ainda servem para alguma coisa.”, o verbo destacado:


A

Apresenta uma marca de coloquialismo e o seu uso deve ser evitado em contextos formais.


B

Forma uma locução verbal com o verbo “fazer” e é considerado como impessoal.


C

Poderia ser flexionado como “chorarem” concordando com “as mulheres”.


D

Só admite essa possibilidade de flexão na estrutura apresentada.

O emprego do pronome oblíquo deu-se no nível coloquial em:


A

"( ... ) perguntou se tínhamos reserva financeira."


B

"Casei-me( ... )".


C

"( ... ) depois de tudo, me amputei,( ... )"


D

"Aquilo me desmoronou."


E

"Para mim, é isso que importa."

Assinale a alternativa em que a linguagem utilizada apresenta um caráter mais pessoal, mais subjetivo.


A

“Pode-se marcar gols em pontos diferentes do estádio.” (1º§)


B

“Cheguei a pensar que eram patrocinados pelo Pinho Sol e não pela Adidas.” (2º§)


C

“Recolheram copos, garrafas, embalagens e colocaram tudo em sacos de lixo. [...]” (3º§)


D

“[...] sabemos que se a mente continua intoxicada pela ideia de que a sociedade é dividida [...]” (5º§)

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/163269348904/tirinha-original Acesso em 18 dez. 2022


Nas falas da tirinha de Armandinho, percebe-se uma diferença na forma de se referir à mandioca. A essa variação linguística dá-se o nome de


A

Geográfica.


B

Histórica.


C

Situacional.


D

Social.

Assinale a alternativa em que, no verso, há exemplo de gíria e coloquialidade:


A

"- É Iracema da América."


B

"Vê um filme de quando em vez”.


C

“Não dá mole pra polícia”,


D

"Iracema voou (...) Para América”.


E

“Leva roupa de lã”,

Assinale a frase que está integralmente expressa em linguagem formal.


A

Seja legal com suas crianças. Elas escolherão seu asilo.


B

Quem não se comunica se trumbica.


C

Quando a gente não sabe o que fazer, não façamos!


D

A melhor maneira de formar crianças boas é desconhecida.


E

Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu.

Marque a opção em que aparece marca de linguagem informal.


A

“Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore.”


B

“começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade”


C

“Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível.”


D

“Percebi certo dia que a árvore começava a morrer.”

Nesse texto, o autor faz uso dos recursos a seguir, exceto:


A

Discurso indireto.


B

Paradoxo.


C

Linguagem formal.


D

Discurso direto.

Leia abaixo as duas primeiras estrofes da canção “Sem samba não dá”, de Caetano Veloso.


Olho pro Cristo ali no Corcovado

E, em silêncio, grito “êpa Babá!”

Tudo esquisito, tudo muito errado

Mas a gente chega lá


Tem muito atrito, treta, tem muamba

Mas tem sertanejo, trap, pagodão

Anavitória, doce beijo d’onça

Mar(av)ília Mendonça, afinação


VELOSO, C. Sem samba não dá. In. VELOSO, C.; FERRAZ, E. (Org.). Letras. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. E-book.


No trecho da canção, predomina-se o uso de:


A

Expressões em desuso na língua portuguesa, como “êpa Babá” e “muamba”.


B

Marcas exclusivas do linguajar carioca, como “Corcovado” e “treta”.


C

Linguagem coloquial, como “pro” e “a gente”.


D

Neologismos, como “pagodão” e “Mar(av)ília”.

Todas as opções a seguir trazem fragmentos textuais retirados de jornais conhecidos.


Assinale a opção que apresenta o fragmento que traz exemplo de linguagem coloquial.


A

O Flamengo, que teve um jogador expulso, deve recorrer ao STJD.


B

Com o advento do novo governo, a legislação econômica sobre o teto de gastos deve sofrer modificações.


C

Os moradores de algumas comunidades cariocas estão sendo obrigados a fazerem papel de espiões para os traficantes.


D

Os candidatos a prefeito de São Paulo fizeram ontem à noite mais um debate político, mas não atraíram grande número de ouvintes.


E

De olho em novos negócios, algumas empresas estão organizando uma feira internacional de eletrodomésticos.

Quero falar de uma coisa

Adivinha onde ela anda

Deve estar dentro do peito

Ou caminha pelo ar

Pode estar aqui do lado

Bem mais perto que pensamos

A folha da juventude

É o nome certo desse amor


Já podaram seus momentos

Desviaram seu destino

Seu sorriso de menino

Tantas vezes se escondeu

Mas renova-se a esperança

Nova aurora a cada dia

E há que se cuidar do broto

Pra que a vida nos dê flor e fruto


Coração de estudante

Há que se cuidar da vida

Há que se cuidar do mundo

Tomar conta da amizade

Alegria e muito sonho

Espalhados no caminho

Verdes, plantas, sentimento

Folhas, coração, juventude e fé.

(TISO, Wagner. Coração de Estudante. Barclay, 1985. LP.)


Considerando as normas de adequação gramatical, analise as afirmativas a seguir.


I. Em “E há que se cuidar do broto” / “Há que se cuidar da vida” / “Há que se cuidar do mundo”, a conjunção “que” pode ser substituída pela preposição “de”, sem prejuízo sintático ou semântico.

II. Na sentença “Adivinha onde ela anda”, há uma incorreção gramatical relativa ao uso do advérbio “onde”.

III. Uma das marcas linguísticas que configuram a linguagem informal utilizada nessa letra de música é o emprego da redução “pra” em lugar de “para” em “Pra que a vida nos dê flor e fruto”.

IV. Em “Mas renova-se a esperança”, o verbo está na voz passiva analítica.


Está correto o que se afirma apenas em


A

I e IV.


B

II e IV.


C

I, II e III.


D

I, II e IV.


E

II, III e IV.

   
Gerar simulado