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Predomina no texto 10A1-II
o sentido conotativo das palavras.
o emprego estilístico da gradação.
a função referencial da linguagem.
o registro informal de linguagem.
a tipologia textual narrativa.
Considerando as ideias expostas e ilustradas no 2º§, construções sintáticas características da chamada norma coloquial, linguagem informal ou norma popular tendem a ser mais:
Concisas.
Obsoletas.
Produtivas.
Adequadas.
“Marcos, algum dia a gente se encontra por aí.” 10º§
A expressão sublinhada nessa frase é característica da linguagem:
coloquial.
formal.
acadêmica.
científica.
técnica.
Analise as seguintes afirmativas:
I- O texto apresenta um narrador personagem.
II- No título do texto, há um substantivo e um adjetivo.
III- A linguagem informal faz parte do texto.
IV- Há uma descrição no primeiro parágrafo do texto.
Estão corretas as afirmativas:
I e II.
II e III.
II, III e IV.
I, III e IV.
O texto apresentado tem como característica pertencente ao gênero textual em que se classifica o emprego de uma linguagem informal podendo ser exemplificada nos seguintes trechos, EXCETO:
“É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão.”
“Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília.”
“Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz ‘É difícil conversar com leigos…’.”
“Para ele tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando.”
O texto apresenta uma linguagem predominantemente:
regional, com muitas gírias típicas do Rio de Janeiro e de regiões vizinhas
formal, considerando que se apropria do padrão culto da língua
coloquial, visto que conta com palavras fora da norma-padrão
informal, já que é voltado para todos os públicos e idades
“Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são ‘hermafroditas que não representam absolutamente nada’”.
Além da citação, a outra marca linguística do português do Brasil presente nessa passagem do texto é, fundamentalmente, o(a)
registro informal.
vocabulário gírio.
variação histórica.
presença do regional.
empréstimo linguístico.
Considerando a variação linguística na construção do texto escrito, pode-se identificar como ocorrência de informalidade a estrutura registrada em:
“Primeiro, a ‘leitura’ do mundo, do pequeno mundo em que me movia; […]” (2º§)
“Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, […]” (3º§)
“A retomada da infância distante, buscando a compreensão do meu ato de ‘ler’ o mundo particular […]” (3º§)
“A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto.” (1º§)
Poeminha Dodói
"Quando os caras tão doente,
Vêm a mim;
Eu olho eles, espeto eles,
Corto eles.
Eles curam ou não curam,
Vivem ou vão pro além.
Qué queu acho?
Eu cobro,
E tudo bem."
Millôr Fernandes
As escolhas linguísticas empregadas por Millôr Fernandes conferem ao texto:
Originalidade, já que transmite a informação desejada com clareza em poucas palavras.
Característica de diálogo, pela ocorrência de algumas gírias.
Espontaneidade, por se valer de expressões coloquiais.
Caráter apelativo, por tentar convencer o leitor a buscar a cura.
Linguagem atual, pelo emprego de vocábulos próprios das redes sociais.
Leia o fragmento da música de Luiz Gonzaga, Respeita Januário
Quando eu voltei lá no sertão
Eu quis mangar de Januário
Com meu fole prateado
Só de baixo, cento e vinte, botão preto bem juntinho
[...]
Eita com seiscentos milhões, mas já se viu!
Dispois que esse fi de Januário vortô do sul
Tem sido um arvoroço da peste lá pra banda do Novo Exu
Todo mundo vai ver o diabo do nego
Eu também fui, mas não gostei
O nego tá muito mudificado
Nem parece aquele mulequim que saiu daqui em 1930
Era malero, bochudo, cabeça-de-papagaio, zambeta, fei pa
peste!
Qual o quê!
O nêgo agora tá gordo que parece um major!
É uma casemiralascada!
Um dinheiro danado!
Enricou! Tá rico!
Pelos cálculos que eu fiz
Ele deve possuir pra mais de 10 contos de réis!
Sanfonona grande danada 120 baixos!
É muito baixo!
Eu nem sei pra que tanto baixo!
Porque arreparando bem ele só toca em 2
Januário não!
O fole de Januário tem 8 baixos, mas ele toca em todos 8
Sabe de uma coisa? Luiz tá com muito cartaz!
É um cartaz da peste!
Mas ele precisa respeitar os 8 baixos do pai dele
E é por isso que eu canto assim!
Luí respeita Januário
Luí respeita Januário
Luí, tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso
Nem com ele ninguém vai, Luí
Respeita os oito baixo do teu pai!
Respeita os oito baixo do teu pai!
Respeita os oito baixo do teu pai!
Disponível em: https://www.letras.mus.br/luiz-gonzaga/47100/
Sobre a letra da música é correto afirmar que:
I - A linguagem empregada no texto é formal e representa o discurso regional, da fala do cidadão sertanejo.
II - A linguagem empregada no texto é informal. Faz parte da variedade linguística regional.
III - A linguagem empregada no texto é verbal, pois utiliza o código (palavra escrita) como forma de expressão.
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas a assertiva II está correta.
Apenas a assertiva III está correta.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Considerando a estrutura e a construção da argumentação em “Por que ler os Clássicos”, é adequado o que se afirma em:
O autor utiliza-se de estratégias linguísticas diversas, como linguagem coloquial, expressões conotativas, verbos e pronomes predominantemente em terceira pessoa.
O autor emprega predominantemente a primeira pessoa do plural, com indícios de subjetividade, discutindo a importância de ler os clássicos.
O texto é construído de forma impessoal, com clareza e objetividade, sem a interferência de aspectos subjetivos do autor, no decorrer de toda a narração.
O texto, por meio de uma linguagem persuasiva e denotativa, revela um apelo sentimental para ações de leitura e de apreciação dos clássicos literários.
O texto é um relato de experiência com base em reflexões do autor que objetivam inspirar e incentivar o leitor para a leitura de obras literárias.
O locutor utiliza a linguagem informal para tratar do assunto a que se refere no texto, de forma subjetiva, devido à característica do gênero textual escolhido.
Certo
Errado
A tirinha a seguir tem como personagem D. Anésia, criação do cartunista paranaense Will Leite.

Disponível em: <https://armazemdecultura.wordpress.com/2014/07/22/humor-e-ironia-no-will-tirando/>.
Avalie o que se afirma sobre os aspectos morfossintáticos e o fenômeno do diálogo entre textos.
I – As palavras “atrás” e “só” foram acentuadas pelo mesmo motivo: ambas são oxítonas terminadas em vogal, seguida ou não de “s”.
II – O registro formal como também o informal da escrita padrão estão presentes nos dois últimos quadrinhos com o emprego de uma variante linguística típica da oralidade.
III – A crase é de rigor diante de verbos, de acordo com o padrão culto da língua; portanto, na frase “...prometo que a deixo passar...” há um erro de revisão, pela ausência do respectivo acento grave.
IV – O texto da tirinha é uma releitura do conto “A velha contrabandista”, de Stanislaw Ponte Preta; trata-se de um exemplo de intertextualidade, fenômeno responsável por referenciar conteúdos e formas de textos para produzir um novo texto.
V – O prefixo “contra” é um elemento formador de palavras cujo significado se relaciona às ideias de "contrário, em oposição", como na palavra “contrabando” que, segundo o Novo Acordo Ortográfico, deveria ser escrita com hífen: “contra-bando”.
Está correto apenas o que se afirma em
I e V.
II e IV.
I, II e III.
III, IV e V.
Em todas as frases abaixo há o emprego de termos informais. Assinale aquela em que o termo sublinhado foi adequadamente substituído por um correspondente formal.
“Os jornalistas só têm 50 perguntas que fazem em quaisquer circunstâncias. O diabo é que, se você der oportunidade, eles fazem todas elas”. (Gore Vidal) / O interessante.
“Pus o dinheiro no bolso, não sai mais. Sou velho, tenho de ter algum pé-de-meia”. (Amador Aguiar) / alguma compensação.
“Em um sistema democrático, todas as tendências políticas devem ter o direito de abrir a boca”. (Leônidas P. Gonçalves) / denunciar o que está errado.
“Quem é que vai desvirar o país, que está de cabeça para baixo”? (Fernando Lyra) / completamente falido.
“O Estado brasileiro virou a casa da mãe Joana”. (FHC) / uma desordem.
Em todas as opções abaixo foram propostas substituições na forma da frase original. Assinale a opção em que a substituição feita não está identificada corretamente.
“É muito difícil evitar as enchentes em São Paulo. Com obras você pode minorar essas coisas, mas é utópico achar que elas terminarão” / ocorrências – Substituição de um vocábulo geral por um mais específico.
“O marido abandonou a mulher depois de 15 anos de casados”. / separou-se da – Substituição de um vocábulo de valor negativo por um menos negativo.
“O Mundial de Futebol é competição e competição é guilhotina. Quem perder, dança” / é eliminado – Substituição de um vocábulo informal por um vocábulo formal.
“A sociedade brasileira precisa desse projeto, como os cidadãos pacíficos precisam de armas para enfrentar os inimigos traiçoeiros” / para o enfrentamento dos inimigos traiçoeiros – Substituição de uma oração reduzida por uma oração desenvolvida.
“Repreende o amigo em segredo e elogia-o em público” / particularmente – Substituição de uma locução adverbial por um advérbio.
Texto 1 |
Z de depressão (fragmento) “Quando o sol nasce em Minas Gerais, Caio está em seu quarto. Ao cair da noite, também é lá que o rapaz fica, isolado. Ele tem 21 anos e mora em Luz, cidade mineira de pouco mais de 18 mil habitantes. Até os 8 anos, levou a vida tranquila de alguém que cresce numa cidade pequena. Mas então um dos seus tios se matou, e o menino foi se tornando cada vez mais triste. Virou alvo de bullying na escola, perdeu os amigos – ‘não sobrou ninguém’, ele conta. Aos 10 anos, tentou suicídio e precisou ser internado às pressas. [...] Na adolescência, Caio identificou que era um homem transgênero, e sua sensação de isolamento só cresceu. Com o agravamento do quadro depressivo, foi levado ao hospital algumas vezes depois de se automutilar. Embora os médicos tenham recomendado, ele nunca tratou a depressão por um longo período de tempo. Cresceu encontrando pequenos alívios para a angústia: cachorros, namoradas, bebidas alcoólicas, cortes nos braços. Conseguiu terminar o ensino médio, mas não teve motivação para prestar vestibular ou trabalhar. [...] Caio representa uma história, mas não a única, de um quadro de adoecimento mental de crianças e jovens brasileiros, com casos repetidos de depressão, ansiedade e síndrome do pânico. [...] Em um Boletim Epidemiológico divulgado setembro passado, o Ministério da Saúde apontava que as taxas de suicídio saltaram 116% entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos no intervalo de 2010 a 2019; nos jovens de 15 a 19 anos, o aumento foi de 81%. Nas demais faixas etárias, a taxa não cresceu mais que 30%. Os dados levaram o governo federal a classificar o suicídio como ‘um problema de saúde pública crescente no Brasil, com destaque aos grupos etários mais jovens’. [...] Entre junho e novembro de 2020, [Guilherme] Polanczyk e outros pesquisadores da USP e do Hospital das Clínicas entrevistaram remotamente 5.795 crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos de todas as regiões do país para medir os efeitos da pandemia sobre a saúde mental deles. No segundo semestre do primeiro ano de isolamento, 36% apresentaram sintomas de depressão e ansiedade. Como as escolas estavam fechadas e seria perigoso realizar as entrevistas presencialmente, só participaram aqueles com conexão à internet. ‘A gente sabe que os dados da pesquisa não refletem a realidade das crianças e dos adolescentes mais pobres’, Polanczyk diz. Ainda assim, os resultados indicaram que a insegurança alimentar esteve associada a maiores níveis de ansiedade e a sintomas depressivos. [...] [...] O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde não aponta causas exatas do sofrimento mental dos jovens brasileiros, mas dá a entender que certas particularidades ajudariam a explicar o aumento das taxas de suicídio juvenil. Com base em estudos americanos, menciona que a geração Z, formada por nascidos a partir de 1995, está mais propensa a ter depressão por ser menos resiliente e não saber lidar com frustrações. [...] [...]”
Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/z-de-depressao/. Acesso em: 22/07/2022 |
Texto 2 |
A nova era do divórcio (fragmento) “‘Novelas da Globo aumentam o número de divórcios no Brasil.’ Parece fake news de haters, mas não. Trata-se de um dado histórico. A conclusão é de um estudo de 2009, feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A pesquisa fez um cruzamento entre informações de censos das décadas de 1970, 1980 e 1990 e dados sobre a expansão do sinal da Globo no país. Segundo os autores do estudo, o número de mulheres que se separaram aumentou conforme a teledramaturgia da emissora foi chegando a mais cidades. ‘A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras’, diz a pesquisa. [...] O que os estudiosos do BID não poderiam prever é o quanto os divórcios aumentariam no Brasil do século 21, por um motivo ainda mais insuspeito: a disseminação de um vírus. Segundo o Colégio Notarial do Brasil, que congrega os tabeliães de notas e protestos, no primeiro ano da pandemia, em 2020, houve um aumento de 15% no número de divórcios em comparação com o ano anterior. Em 2021, então, o número de casais que oficializaram a separação bateu recorde: 80.573 divórcios consensuais, o maior da série histórica, que é registrada desde 2007. [...] Sim, o início desnorteante da pandemia foi o gatilho para um boom de divórcios planeta afora. Motivos para a escalada nas tensões entre casais não faltaram, você sabe: o encarceramento no lar de ambos os cônjuges (condição que se estendeu indefinidamente para quem aderiu ao home office), perrengues financeiros, a necessidade de lidar com as crianças estudando em casa, distúrbios psicológicos (ansiedade, depressão, paranoia…). [...] A [empresa americana] Legal Templates mostrou que os casados há menos de cinco anos foram os que mais se separaram em 2020: 58%. Aliás, quanto menor o tempo de união oficial, maior o aumento no índice de cada um para o seu lado. Enquanto, em 2019, pré-Covid, apenas 11% dos que se separaram tinham menos de cinco meses sob o mesmo teto, em 2020 essa porcentagem quase dobrou: foi para 20%. Estudiosos que analisaram esses dados chegaram a uma conclusão que faz sentido: casais que haviam se unido havia pouco tempo são menos calejados para enfrentar o maremoto que atingiu a praia conjugal na onda do vírus. Os parceiros mais longevos já tinham passado por outras crises. Talvez ilesos, talvez feridos. E muitos aprenderam a sair delas juntos. [...] Nesta nova era do divórcio, vale um alerta: mesmo nas separações mais amigáveis – e até afetuosas –, romper um relacionamento de anos segue sendo tão difícil quanto sempre foi. Os primeiros tempos tendem a ser um período deprimente, de luto mesmo, acordos difíceis e de pisar em ovos. Se você se separou, vale a pena um esforço a mais para manter o bom convívio. Não apenas pelo bem dos filhos – se o casamento produziu crianças. É importante honrar uma história que, em boa parte do tempo, foi partilhada com a pessoa que um dia você amou como se fosse a única.” . Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-nova-era-do-divorcio. Acesso em: 24/07/2022 |
Embora tanto o texto 1 quanto o texto 2 pertençam ao gênero textual reportagem, o segundo exibe uma linguagem mais informal que o primeiro.
Essa maior informalidade é evidenciada pela presença, no texto 2, de:
estrangeirismos recentes e marcas de interlocução direta;
orações subordinadas adjetivas e discurso indireto livre;
gírias associadas à fala jovem e paralelismos sintáticos;
frases nominais e abreviações;
regionalismos e verbos impessoais.
Sobre o texto, é correto afirmar que:
I. As ideias apresentadas no texto se fundamentam em informações baseadas em dados e fatos, conforme se observa, por exemplo, no 4º e no 5º parágrafo.
II. A citação de nomes de cientistas e estudiosos sobre o clima e sobre o comportamento dos jovens contribui para o processo argumentativo do texto.
III. A linguagem coloquial utilizada no texto desqualifica as informações contidas no texto.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Sobre os recursos linguísticos que compõem o Texto 2, analise os itens que se seguem.
I. Linguagem denotativa e conotativa.
II. Registro formal e registro informal.
III. Frase nominal e frase verbal.
IV. Linguagem verbal e não verbal.
Estão CORRETOS os itens
I e IV, apenas.
II e III, apenas.
III e IV, apenas.
II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
A alternativa em que se verifica o uso coloquial de um verbo é
“Outros testes também estão sendo preparados [...]” (Linha 18)
“O maior teste do tipo até agora veio da Islândia [...]” (Linha 12)
“Cerca de 70 empresas toparam entrar no estudo [...]” (Linha 4)
“[...] ou, quem sabe, até faria com que ela crescesse.” (Linhas 10-11)
“[...] 2,5 mil funcionários públicos reduziram sua jornada [...]” (Linha 13)
Analise os trechos que se seguem, tendo em vista as marcas de oralidade presentes no texto.
I. “[...] ou assistindo os recomendados no YouTube?” (Linha 2)
II. “Porque com o tempo, a gente adquiriu esse automatismo.” (Linhas 23-24)
III. “Quem nunca, né?” (Linha 25)
IV. “[...] veste um uniforme com bonezinho [...]” (Linha 12)
V. “[...] dicas de programas de detox digital [...]” (Linhas 22-23)
As marcas de oralidade estão presentes nos trechos
I, II e III, apenas.
III, IV e V, apenas.
II, III e V, apenas.
IV e V, apenas.
I, II, III, IV e V.