

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
“que isso é coisa de homem / esse bicho / estelar / que sonha / (e luta)”
Nesse fragmento, observa-se o uso da figura de linguagem denominada
metáfora.
hipérbole.
paradoxo.
sinestesia.
polissíndeto.
No trecho “Verdes mares que brilhais como líquida esmeralda aos raios do Sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros”, destaca-se uma figura de linguagem relacionada à associação entre mares e esmeralda. Trata-se de um exemplo de:
oxímoro
paradoxo
eufemismo
comparação
'Algumas empresas prometem' novos lançamentos que não trazem compras durante o jogo.
A expressão destacada exemplifica uma figura de linguagem denominada:
Paradoxo.
Anacoluto.
Metonímia.
Hipérbole.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Texto 03

Disponível em: https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/smiles. Acesso em: 17 fev. 2023.
Na afirmativa “Somos a mais completa plataforma de viagens [...]”, verifica-se o uso do recurso de expressão denominado
antítese.
pleonasmo.
hipérbole.
paradoxo.
eufemismo.
Ao longo do texto o autor se vale de vários paradoxos, tal como o que ocorre na seguinte formulação:
Somos o resultado da tensão ocasionada pelas duas forças que nos puxam.
oscilações de intensidade desses dois campos magnéticos.
Às vezes é mais intensa a pressão da vida
usufruímos também as experiências da morte, desde que essas não nos matem.
O Vinícius de Moraes (...) disse que nesse terreno há sempre margem de erro.
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem predominante no fragmento “Se o ano passa rápido, o segundo semestre definitivamente voa”.
Aliteração.
Antítese.
Paradoxo.
Hipérbole.
Eufemismo.
O termo “pessoa que não existe” (linhas 13 e 14 do texto I) configura o uso da figura de linguagem denominada paradoxo.
Certo
Errado
No século XIII, um monge franciscano escreveu uma espécie de enciclopédia chamada Sobre as Propriedades das Coisas, descrita hoje 'como a Wikipédia da Idade Média'.
No trecho destacado, encontra-se a presença de uma figura de linguagem denominada:
Anacoluto.
Paradoxo.
Metáfora.
Comparação.
Em “ácidos adoçam”, na quarta estrofe, ocorre o emprego do oximoro, já que essa expressão é constituída de palavras de sentidos opostos que parecem excluir-se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam certos sentidos.
Certo
Errado
Considerados como termos que se referem a ideias distintas/opostas no texto, os pares de palavras calor x frio e verão x inverno são exemplos do uso figurativo da linguagem conhecido como:
Hipérbole.
Antítese.
Antonomásia.
Oxímoro.
No excerto “O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar. Em cada gomo o coração de uma criança.” (11º§), o narrador reforça a crueldade das ações, provocando apreensão no leitor. Considerando que o desfecho é a morte simbólica da personagem, é possível inferir que:
A comparação evidencia a ação da narrativa lembrando o ritmo, a pulsação de uma partida de futebol.
A personificação da personagem central – a bola, que ganha vida e se humaniza, oferece pistas para o leitor antecipar, configurar o enredo.
A metáfora expressa o sentimento de dor, perda. É a morte da alegria, o roubo do brincar, o desaparecimento da pelada de rua, do “ser criança”.
O paradoxo enfatiza uma contraposição à ideia de solidão em que se transformou a praça, tendo em vista que o cenário era animado antes do fim da pelada.
Na afirmativa “Somos a mais completa plataforma de viagens [...]”, verifica-se o uso do recurso de expressão denominado
antítese.
pleonasmo.
hipérbole.
paradoxo.
eufemismo.
Ao afirmar que “usufruímos também as experiências da morte, desde que estas não nos matem”, pode-se afirmar que o autor apresenta um:
paradoxo.
eufemismo.
polissíndeto.
hipérbato.
pleonasmo.
Assinale a afirmativa que apresenta, corretamente, a figura de linguagem encontrada na passagem “Em pouco, o jardim vestiu o cetim das folhas novas.” (12º§).
Hipérbole, pois há exagero no verbo “vestir”.
Paradoxo, já que falta nexo entre “jardim” e “vestiu”.
Metonímia, pois há contiguidade entre “jardim” e “folhas novas”.
Prosopopeia, porque apresenta uma personificação entre “jardim” e “vestiu”.
Pleonasmo, em razão da redundância viciosa presente no termo “em pouco”.
Leia estes versos de um poema:
Mar português
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
PESSOA, Fernando. Mar português. Disponível em: https://nova-acropole.org.br/blog/mar-portugues-fernando-pessoa/. Acesso em: 15 jun. 2023. [Fragmento]
Nos versos em destaque, Fernando Pessoa utiliza uma imagem poética para falar do mar português. O processo utilizado pelo poeta é chamado de
metáfora, em que a característica salgada do mar estaria relacionada ao sofrimento vivenciado pelos portugueses.
metonímia, pois há a substituição da palavra “português” por “salgado”, buscando indicar a característica do local.
comparação, uma vez que a tristeza dos portugueses é comparada à força do mar e suas águas salgadas.
paradoxo, visto que as ideias expostas vão de encontro umas às outras, pois lágrimas não podem salgar o mar.
A personagem Mafalda usa qual figura de linguagem para expressar sua opinião:
Antítese.
Paradoxo.
Conjunções.
Locação adverbial.
Ao afirmar que “qualquer um de nós iria, a nado, buscar o cheque e a medalha”, a expressão “a nado” pode ser interpretada como uma figura de linguagem. Marque a alternativa que a indique.
Eufemismo.
Hipérbole.
Paradoxo.
Onomatopeia.
Personificação.
Analise as proposições abaixo colocando (V) para o que for verdadeiro e (F) para o que for falso, considerando o poema de Ferreira Gullar.
( ) O poema Traduzir-se corporifica e transgride os liames impostos por uma estrutura antinômica, em que o eu lírico encontra o limite e a transgressão como condição imanente (textocomposição) e latente (ressonâncias do desejo, da falta, do trágico, dada a consciência de precariedade da linguagem, sugerida pelo eu lírico).
( ) No poema há predomínio da figura de linguagem denominada oxímoro.
( ) A predileção pelo verbo ser atribui uma semântica existencial que é subsumida pelo valor de transitividade da despersonalização marcada pela metáfora da “estranheza”.
( ) Recorrendo a metáfora que sugere dispersão, queda e aniquilação (mundo, ninguém, fundo sem fundo, multidão, estranheza, delírio etc.), o eu lírico projeta uma identificação e solidariedade com o mundo, sem, com efeito, encontrar nela uma saída existencial.
( ) O poema Traduzir-se evidencia um discurso poético de cunho social, investigando de forma acurada sua subjetividade. O tom que emana dos versos é soturno.
( ) O recurso estilístico adotado pelo autor é o de ajustar dois vocábulos de significação universal, embora oponentes. Assim, temos: "mundo/fundo", "multidão/solidão", “pondera/delira”.
A sequência correta de cima para baixo é:
V – V – V – V - V – V.
V – F – V – V – F – V.
F – F – F – V – V – V.
V – V – V – F – V – V.
F – V – V – F – F – V.
A estilística da fala aponta construções em que há uma contradição na associação dos elementos de que se fala. A figura que corresponde a essa construção, no enunciado do primeiro parágrafo – Sem nada ouvir, eu ouvia. –, é:
o eufemismo
a hipérbole.
o pleonasmo.
o paradoxo.
a ironia.