Questões de Concurso sobre Oximoro

 
 
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Há na sétima e oitava estrofes as oposições “ar puro x poluição” e “civilizado x selvagem”, sendo, portanto, exemplos da figura de linguagem:


A

Paradoxo.


B

Antítese.


C

Quiasmo.


D

Prosopopeia.

Figuras de linguagem, figuras de estilo ou figuras de retórica são estratégias que o orador pode aplicar ao texto para conseguir um determinado efeito na interpretação do ouvinte. Podem relacionar-se com aspectos semânticos, fonológicos ou sintáticos das palavras afetadas.


Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Figura_de_linguagem


Assinale a figura de linguagem presente no trecho: "Um mais um é sempre mais que dois".


A

Comparação.


B

Metonímia.


C

Metáfora.


D

Paradoxo.

Figura de linguagem é uma forma de expressão que consiste no emprego de palavras em sentido figurado, isto é, em um sentido diferente daquele em que convencionalmente são empregadas. A figura de linguagem que consiste no emprego de palavras ou expressões que, embora opostas quanto ao sentido, se fundem em um enunciado, é denominada:


A

Antítese


B

Prosopopeia


C

Paradoxo


D

Hipérbole

No quinto parágrafo, o autor destaca uma articulação que ele considera paradoxal.


O paradoxo se refere à relação entre os seguintes aspectos:


A

inutilidade dos conflitos e utilidade do conhecimento sobre a realidade


B

importância dos avanços tecnológicos e desperdício com uso em guerras


C

aprimoramento dos valores humanos e instintos animais primitivos


D

progresso civilizatório implacável e fragilidade do corpo

A repetição de: "Que você seja"- identifica a figura de linguagem denominada:


A

Metonímia.


B

Pleonasmo vicioso.


C

Paradoxo.


D

Anáfora.


E

Catáfora.

O autor recorre a um aparente paradoxo no seguinte trecho:


A

Não levem para a ilha os problemas de hegemonia e ciúme (5o parágrafo).


B

A mesma solidão existe nos mais diversos locais (3o parágrafo).


C

ser uma ficção sem deixar de constituir uma realidade (4o parágrafo).


D

Significa a evasão daquilo para que toda alma necessariamente tende (2o parágrafo).


E

devem comportar-se como se poetas não fossem (5o parágrafo).

No trecho “sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis”, a repetição da preposição “sem” caracteriza uma figura de linguagem. Marque a alternativa que a indica.


A

Anáfora.


B

Eufemismo.


C

Ironia.


D

Paradoxo.


E

Pleonasmo.

"O Grande Motor renova as eras: chuva, sangue, leite, fome, aço e peste são o fogo do céu visto, uma longa faísca correndo."


Na frase presente, a figura de linguagem que predomina na sentença é:


A

Metáfora.


B

Catacrese.


C

Paradoxo.


D

Polissíndeto.

Trata-se de um paradoxo a seguinte citação textual:


A

“Mas ele foi mais forte que ela.”


B

“Mas ambos eram comprometidos.”


C

“Olhamo‐nos sem palavras, desalento contra desalento.”


D

“Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde.”

Observe o trecho do livro Esaú e Jacó, do escritor Machado de Assis: "O que o berço dá só a cova tira." O fragmento do livro corresponde a qual das figuras de linguagem a seguir?


A

Paradoxo.


B

Eufemismo.


C

Antítese.


D

Ironia.

Indique uma passagem do texto que alude paradoxalmente ao comportamento do homem de empresa:


A

... sonha em tornar-se um dia banqueiro.


B

... ao mesmo tempo inveja e despreza o poeta.


C

...tudo é fantasia.


D

...a poesia não teria vez


E

... é a amante espiritual dos homens.

Capítulo I – Mudança


Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.

Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.


(RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 62. ed. Rio de Janeiro: Record, 1992. p.9)


De acordo com a abertura do romance, responda as seguintes questões.


A obra é tão bem trabalhada que as figuras começam pelo título da mesma: “VIDAS SECAS”. O primeiro vocábulo dá sentido de abundância enquanto o segundo dá idéia de vazio, ou seja, há:


A

um paradoxo.


B

uma antítese.


C

um pleonasmo.


D

uma gradação.

“É um paradoxo que a ideia de ter vida longa agrade a todos, e a ideia de envelhecer não agrade a ninguém”.


Essas ideias formam um paradoxo porque


A

pode-se ter vida longa sem envelhecer.


B

muitos envelhecem fisicamente ainda jovens.


C

nem todos se alegram ao viver muito.


D

algumas pessoas têm prazer na velhice.


E

não se pode ter vida longa sem envelhecer.

Na frase Ler é como voar sem sair do chão, tem-se qual figura de linguagem?


A

Comparação.


B

Metáfora.


C

Eufemismo.


D

Ironia.


E

Paradoxo.

No poema, o eu lírico recorre a um enunciado paradoxal no seguinte verso:


A

Estou assim... (3ª estrofe).


B

Mal sei como conduzir-me na vida (2ª estrofe).


C

Esta velha angústia, (1ª estrofe).


D

Estou lúcido e louco, (3ª estrofe).


E

Um internado num manicômio é, ao menos, alguém. (3ª estrofe).

Expressões do tipo "li Jorge Amado", "comprei um Ford", "ingeri uma lata de suco", são exemplos de:


A

Anacoluto.


B

Polissíndeto.


C

Metonímia.


D

Paradoxo.

No trecho “tão igual, tão igual que dá bocejos”, a repetição da expressão “tão igual” caracteriza uma figura de linguagem. Marque a alternativa que a identifica.


A

Anáfora.


B

Eufemismo.


C

Paradoxo.


D

Personificação.

Ao tratar do ceticismo, o autor enfatiza a sua suposta “claridade baça”. Em relação a essa expressão, de acordo com esse contexto, pode-se dizer que apresenta um sentido:


A

paradoxal.


B

harmônico.


C

pleonástico.


D

onomatopaico.

Texto para questão 30.


“Eros e Psique”


Conta a lenda que dormia Uma Princesa encantada A quem só despertaria Um Infante, que viria Do além do muro da estrada.

Ele tinha que, tentado, Vencer o mal e o bem, Antes que, já libertado, Deixasse o caminho errado Por o que à Princesa vem.

A Princesa adormecida, Se espera, dormindo espera. Sonha em morte a sua vida, E orna-lhe a fronte esquecida, Verde, uma grinalda de hera.

Longe o Infante, esforçado, Sem saber que intuito tem, Rompe o caminho fadado. Ele dela é ignorado. Ela para ele é ninguém.

Mas cada um cumpre o Destino – Ela dormindo encantada, Ele buscando-a sem tino Pelo processo divino Que faz existir a estrada.

E, se bem que seja obscuro Tudo pela estrada fora, E falso, ele vem seguro, E, vencendo estrada e muro, Chega onde em sono ela mora.

E, inda tonto do que houvera, À cabeça, em maresia, Ergue a mão , e encontra hera, E vê que ele mesmo era A Princesa que dormia. (Fernando Pessoa)


O poema, na sua última estrofe, traz uma situação conflituosa com um desfecho surpreendente, expresso no seguinte verso: “E vê que ele mesmo era”. Analisando a afirmação é possível afirmar que se constitui em uma figura de linguagem, denominada:


A

Personificação.


B

Antítese.


C

Paradoxo.


D

Eufemismo.


E

Metonímia.

   
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