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Em "tudo o que ele pediu eu já fiz" foi aplicada a figura de sintaxe:
ANÁFORA
ELIPSE.
POLISSÍNDETO.
HIPÉRBATO.
Em “Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios de justas e manuseio de espadas e tiro com besta”, nota-se o uso da figura de linguagem denominada:
Anacoluto.
Silepse.
Inversão.
Pleonasmo.
Polissíndeto.
Em “Se um quer roubar o ouro da mina do pai da mocinha, o outro também.”(8º), encontra-se a seguinte figura, favorecendo a estrutura do texto:
anáfora
zeugma
polissíndeto
silepse
[...]
Se era noivo, se era virgem
Se era alegre, se era bom
Não sei
É tarde pra saber
[...]
Acima, no fragmento do poema "A Morte do Leiteiro", de Carlos Drummond de Andrade, pela repetição da conjunção "se", percebemos a presença da seguinte figura de linguagem:
Assonância.
Gradação.
Hipérbole.
Polissíndeto.
Aliteração.
Nos versos “Mas como causar pode seu favor / nos corações humanos amizade, / se tão contrário a si é o mesmo Amor?”, há a ocorrência da seguinte figura de sintaxe:
Silepse.
Anástrofe.
Assíndeto.
Polissíndeto.
"O Grande Motor renova as eras: chuva, sangue, leite, fome, aço e peste são o fogo do céu visto, uma longa faísca correndo."
Na frase presente, a figura de linguagem que predomina na sentença é:
Metáfora.
Catacrese.
Paradoxo.
Polissíndeto.
A alternativa que apresenta polissíndeto é:
João correu, brincou, dançou, cantou e dormiu.
João correu, mas brincou, nem cantou, portanto, dormiu.
João correu porque brincou, enquanto cantou e dormiu.
João correu e brincou e dançou e cantou e dormiu.
João correu, brincou e dançou, cantou e dormiu.
Expressões do tipo "li Jorge Amado", "comprei um Ford", "ingeri uma lata de suco", são exemplos de:
Anacoluto.
Polissíndeto.
Metonímia.
Paradoxo.
Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou (F) falso:
(__)Os versos: "e sorrir e cantar e brincar e dançar / e vestir-se com todas as cores / e entregar-se a todos os amores" exemplificam uso da figura de linguagem denominada: Polissíndeto.
(__)A repetição da letra "s" em vários versos do texto, exemplifica uso da figura de linguagem denominada: Aliteração.
(__)Os termos: "cantar", "cores", "sabores" associam sensações, caracterizando uso da figura de linguagem denominada: Sinestesia.
(__)A crase usada em: "mais um convite à luta" - é imposta pela regência nominal.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, F, V.
F, V, V, F.
V, F, V, F.
F, V, F, F.
V, V, V, V.
Relacione os números das frases abaixo (I, II, III, IV, V) às figuras de linguagem correspondentes da coluna 1 e assinale a opção correta.
I “Essas, que ao vento vêm, belas chuvas de junho.” (J. Cardoso).
II “Essa gente já terá vindo? Parece que não. Saíram há um bom pedaço.” (Machado de Assis).
III “Ao longe, o mar na solidão gemendo... / Arrebentava em uivos de lamentos.” (Luís Guimarães Júnior).
IV “Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!” (Olavo Bilac).
V “Mexe […] dentro, doida /
Coluna 1
( ) Prosopopeia
( ) Hipérbato
( ) Aliteração
( )Silepse de número
( ) Polissíndeto
I – V – II – IV – III.
II – III – IV – I – V.
III – I – V – II – IV.
IV – V – II – I – III
V – I – III – IV – II.
No texto “Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia” há a repetição enfática dos conectivos, ampliando assim a expressividade da mensagem. Tal descrição é justificada na seguinte figura de linguagem:
Anacoluto.
Metáfora.
Hipérbole.
Polissíndeto.
Atente para os versos abaixo retirados do texto I e para as afirmações a eles relacionadas. Assinale a alternativa que traz uma informação INCORRETA.
Em “Eu sou a Coisa, coisamente.” (verso 64), o neologismo reforça a eficiência da transformação do ser humano em objeto.
Em “Minha gravata e cinto e escova e pente,” (verso 14), o emprego do polissíndeto reforça o desejo de acúmulo de bens imposto pela sociedade de consumo.
Em “Que não fumo, até hoje não fumei.” (verso 7), a expressão “até hoje” estabelece um limite temporal no presente, deixando entrever uma possibilidade de mudança para o futuro.
Versos como “Em minha calça está grudado um nome” (verso 1) e “Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,” (verso 13) mostram que o número de sílabas poéticas não tem relevância no poema.
Qual é a Figura de Linguagem predominante nesse texto?
Anáfora.
Assíndeto.
Polissíndeto.
Eufemismo.
Analise o trecho do poema Balõezinhos, de Manuel Bandeira:
"Vão chegando as burguesinhas pobres,
e as criadas das burguesinhas ricas,
e as mulheres do povo, e as lavadeiras da redondeza."
A figura de construção utilizada no trecho do poema é responsável pela repetição intencional do conectivo coordenativo “e”. Essa figura recebe o nome de:
Pleonasmo.
Elipse.
Inversão.
Polissíndeto.
Repetição.
Assinale a alternativa que classifica e explica CORRETAMENTE a figura de linguagem usada na expressão “pé de mesa”.
Polissíndeto, pois se trata do uso exagerado de conectivos (de), com intuito geralmente poético.
Pleonasmo, que é a caracterização do exagero no uso do termo (pé) em relação ao outro termo (mesa).
Catacrese, que se caracteriza pelo emprego figurado de um termo fora de seu sentido literal (pé), geralmente por falta de um termo mais adequado.
Assíndeto, que marca a falta de uso de conectivos (de), com intuito geralmente poético.
Assinale a alternativa na qual a figura de linguagem polissíndeto ocorre.
Lavo, passo, cozinho.
Ou você joga, ou lê, ou assiste ao filme.
Perto dos pés de plantas, há pedras.
O motor do carro fez vrum, vrum.
Assinale a alternativa que apresenta a definição correta do efeito estético presente nesses versos de Cruz e Sousa, que busca superar os limites dos vocábulos e alcançar a transcendência típica da poesia simbolista.
Ironia: utilização das palavras em sentido oposto àquele originalmente atribuído a elas.
Eufemismo: suavização do sentido original das palavras pela conexão estabelecida entre elas.
Polissíndeto: repetição excessiva de conectivos entre as palavras para enfatizar o nexo entre elas.
Anáfora: repetição de palavras no início dos versos com o objetivo de reforçar a força expressiva delas.
Aliteração: repetição de sons consonantais cuja força expressiva ultrapassa o sentido original das palavras.
Analise as afirmativas, quanto à capacidade polissêmica da linguagem literária.
I. É um texto polissêmico, em que os múltiplos sentidos de várias palavras e expressões se sustentam, sem cometer enganos, graças ao amparo do contexto.
II. Há o uso predominante de recursos específicos de textos escritos em linguagem formal.
III. O autor consegue envolver o leitor através da maneira particular de ver o cotidiano brincando com os fatos e as palavras.
Está correto o que se afirma apenas em:
I.
II.
I e III.
II e III.
I e II.
Leia o poema abaixo, de Cecília Meireles.
Canção
1 Pus o meu sonho num navio
2 e o navio em cima do mar;
3 - depois, abri o mar com as mãos,
4 para o meu sonho naufragar
5 Minhas mãos ainda estão molhadas
6 do azul das ondas entreabertas,
7 e a cor que escorre de meus dedos
8 colore as areias desertas.
9 O vento vem vindo de longe,
10 a noite se curva de frio;
11 debaixo da água vai morrendo
12 meu sonho, dentro de um navio...
13 Chorarei quanto for preciso,
14 para fazer com que o mar cresça,
15 e o meu navio chegue ao fundo
16 e o meu sonho desapareça.
17 Depois, tudo estará perfeito;
18 praia lisa, águas ordenadas,
19 meus olhos secos como pedras
20 e as minhas duas mãos quebradas.
Analise as seguintes afirmativas:
Analise as seguintes afirmativas:
I- Nos versos 5 e 6 encontra-se a figura de palavra denominada “sinestesia”.
II- No verso 7 há a figura de pensamento denominada “gradação”.
III- No verso 9 há a figura de som denominada “aliteração”.
IV- No verso 10 encontra-se a figura de pensamento denominada “personificação”.
V- No verso 15 encontra-se a figura de construção denominada “polissíndeto”.
Considerando-se a relação existente entre verso e figura de linguagem, é CORRETO o que se afirma em:
II e III, apenas.
I, IV e V, apenas.
I, III, IV e V, apenas.
I, II, III, IV e V.
A presença do polissíndeto na estrutura pede o uso de vírgulas. Isso ocorre em:
“(...) que mata as águas do Doce e de seus afluentes, os peixes, os bichos, os campos, cultivados, (...)”
“Vamos trabalhar, e nos manifestar, e chorar, com Sebastião Salgado.”
“(...) pelos inocentes chacinados na França, mas de movimentos vibrantes (...)”
“Rio de Lama, Rio de Lágrimas."
“Todos alertas, todos assustados, todos um tanto perplexos com essa tragédia.”