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Analise as seguintes sugestões de substituição de palavras no texto:
I. influenciar (l. 08) por influir.
II. pesquisar (l. 10) por pesquisa.
III. afeta (l. 23) por impacta.
Quais delas exigiriam alterações para correção da regência verbal ou nominal?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II e III.
Possuem diferentes regências as formas verbais
"vai" (L.2) e "diz" (L.4).
"Percebemos" (L.3) e "retira" (L.7).
"estão comprando" (L.9) e "Estamos pensando (L.9).
"costumam receber" (L.16) e "soube identificar (L.20).
Compare, em cada opção, a redação original e a modificada. A seguir, assinale aquela em que as duas seguem a norma culta da língua no que diz respeito à regência verbal.
“esquecemo-nos de nomes” / esquecemos de nomes
“concluiu que ter uma memória perfeita” / concluiu de que ter uma memória perfeita
“a pessoa que lembra sempre de tudo” / a pessoa que se lembra sempre tudo
“como é importante lembrarmo-nos do rosto de uma pessoa” / como é importante lembrarmos o rosto de uma pessoa
“da próxima vez que te esqueceres de alguma coisa” / da próxima vez que esqueceres de alguma coisa
Todos os segmentos textuais abaixo trazem termos precedidos da preposição de.
Assinale a opção que apresenta o termo cuja preposição é uma exigência de um termo anterior.
Quanto à regência verbal e ao uso de pronomes, analise as seguintes afirmativas:
I. Na frase “Mas conviver com gente de opiniões diferentes das suas não é garantia de uma visão mais realista das coisas” (l. 21 e 22), o verbo “conviver” deveria vir acompanhado da preposição “de” para ser corrigido o problema da regência verbal.
II. A frase “pode-se pensar que se trata de receitas diferentes” (l. 31) ficaria devidamente ajustada flexionando-se o verbo “tratar” para o plural.
III. Na frase “duas pessoas podem confiar no mesmo processo cognitivo” (l. 31 e 32), a regência do verbo “confiar” acompanhado da contração “no” está adequada.
Quais estão corretas?
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Observe as afirmativas corretas.
1. Na frase que segue temos uso de linguagem conotativa: “A lua, com seu olhar manso, invadia a intimidade dos namorados”.
2. Observe: “O gaúcho pôs a sinaleira no lugar”; se precisássemos trocar o termo sublinhado por um pronome pessoal, teríamos a seguinte redação: “O gaúcho pôs ela no lugar”.
3. Em: “Anoiteço nos teus braços” temos uso de linguagem figurada.
4. Na frase: “A bondosa professora advertiu seus rebeldes alunos sobre seu péssimo comportamento”, há três adjetivos.
5. Há correta concordância verbal em: “Na sala de aula, havia muitos alunos que zombavam do gaúcho”.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmações corretas.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 3 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 4 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
Considere a seguinte frase:
“Os lançamentos tecnológicos a que o autor se refere podem resultar em comportamentos impulsivos nos consumidores desses produtos”.
A utilização da preposição destacada a é obrigatória para atender às exigências da regência do verbo “referir-se”, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
É também obrigatório o uso de uma preposição antecedendo o pronome que destacado em:
Os consumidores, ao adquirirem um produto que quase ninguém possui, recém-lançado no mercado, passam a ter uma sensação de superioridade.
Muitos aparelhos difundidos no mercado nem sempre trazem novidades que justifiquem seu preço elevado em relação ao modelo anterior.
O estudo de mapeamento cerebral que o pesquisador realizou foi importante para mostrar que o vício em novidades tecnológicas cresce cada vez mais.
O hormônio chamado dopamina é responsável por causar sensações de prazer que levam as pessoas a se sentirem recompensadas.
As pessoas, na maioria das vezes, gastam muito mais do que o seu orçamento permite em aparelhos que elas não necessitam.
Assinale a alternativa em que a Regência Verbal exija um complemento preposicionado, no contexto apresentado pelo Texto II.
“[…] enfatiza a natureza crucial, de vida e de morte, da guerra.”.
“A guerra é a empresa essencial do estado [...], o caminho para a sobrevivência ou a extinção.”.
“Embora não mencione novamente a importância da retidão para as tropas[...]”.
“A própria sobrevivência do estado depende da compreensão dos princípios da guerra [...]”.
“Este capítulo é o primeiro substancial sobre táticas [...]”.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta corretamente a justificativa utilizada em relação à Regência verbal e nominal, tendo em vista o excerto “A liberdade de ser continua limitada pelo que a sociedade requer de nós. Se não correspondemos às expectativas do mundo, uma gama de diagnósticos e remédios psiquiátricos nos é oferecida. Assim, em vez de lutarmos para afirmar nossa identidade e nossas vontades, simplesmente nos submetemos ao status quo, ainda que isso signifique a autoanulação e o fingimento.”.
No trecho “A liberdade de ser continua limitada pelo que a sociedade requer de nós.”, a preposição “por” retoma sua forma antiga “per”, em que per + o = pelo, indicando um dos termos da regência nominal.
Em “Se não correspondemos às expectativas do mundo, uma gama de diagnósticos e remédios psiquiátricos nos é oferecida.”, “de” funciona como uma preposição, em que “uma gama” é o substantivo e “de” complementa esse nome, sendo o termo regido.
Em “(...) nos submetemos ao status quo, ainda que isso signifique a autoanulação e o fingimento.”, há, com a preposição “ao” (a + o), um objeto indireto, já que o verbo “submeter”, nesse contexto, funciona como verbo transitivo indireto.
No trecho “(...) ainda que isso signifique a autoanulação e o fingimento.”, as preposições “a” e “o” funcionam como elementos que introduzem os substantivos na frase, caracterizando o verbo “significar” como verbo transitivo indireto.
No trecho “Assim, em vez de lutarmos para afirmar nossa identidade e nossas vontades (...)”, a preposição “para” é uma preposição que acompanha o verbo “lutar”, configurando um verbo transitivo indireto.
Em destaque a regência verbal e o pronome “lhe”:
I. Pediu-lhe que viesse para a reunião de professores do Ensino Médio.
II. O diretor fez questão de cumprimentar-lhe pelo desempenho dos alunos nos vestibulares.
III. Quando questionado sobre os boletos, respondeulhe prontamente.
IV. Combinamos de convidar-lhes para uma caminhada até o trapiche.
O pronome “lhe” está de acordo com a regência verbal nas assertivas:
Apenas I e III.
Apenas I e IV.
Apenas I, III e IV.
Apenas I, II e III.
Nenhuma das alternativas anteriores.
Assinale a alternativa que apresenta o termo retirado do trecho abaixo responsável por exigir a preposição sublinhada, devido à sua regência:
“A percepção dessa raridade gerou um debate sobre a exclusão de mulheres na educação e em carreiras científicas.” (linhas 7 a 10)
“percepção”
“debate”
“exclusão”
“mulheres”
No período “A conduta cortês do advogado agradou-lhe bastante.”, a alternativa que apresenta frase com o mesmo tipo de regência verbal é:
O rapaz agradeceu a oferenda com muito entusiasmo.
O médico ajudava a idosa mulher há bastante tempo.
Agradou os meninos com presentes, pelo Dia das Crianças.
A jovem veterinária assistiu a bela gatinha com desvelo.
O feroz animal obedeceu ao dono imediatamente.
Regência Nominal é a relação existente entre um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio) e os termos regidos por esse nome.
INDIQUE a alternativa que apresenta Regência Nominal INCORRETA.
Os arquivos do convênio não estão acessíveis à consulta.
O interrogado mostrou-se insensível pelas perguntas feitas.
O aluno é residente na Avenida Afonso Pena.
Devo obediência aos meus pais.
Regência é a parte da análise gramatical que trata das relações existentes entre nomes (substantivos, adjetivos, advérbios) e verbos com seus respectivos complementos. Atente para o excerto e as con-siderações feitas sobre esse tópico:
“Embora a criança não disponha de dinheiro, ela tem o poder de seduzir os adultos que compram para agradá-la ou se livrar de tanta insistência. E ela não tem idade para discernir ou valorar os produtos, nem distinguir entre o necessário e o supérfluo.”
NÃO está correto o que se afirma em:
No fragmento, “poder” exige objeto indireto iniciado pela preposição “de”.
O verbo “agradar”, com sentido de “afagar”, rege objeto direto, no caso em apreço representado pelo pronome oblíquo “-la”, que retoma “a criança”.
O verbo “dispor”, irregular e derivado de “pôr” (e como este se conjuga), rege preposição “de” iniciando seu complemento.
O verbo “distinguir”, no sentido de “diferenciar”, é transitivo direto e indireto: rege dois objetos, um deles preposicionado.
O verbo “livrar”, no excerto, é pronominal e tem o sentido de “eximir-se”.
Novos Empregos
Quem folheia os classificados de emprego pode ter notado uma diferença. Em meio aos anúncios de empresas contratando engenheiros. arquitetos e advogados, há vagas para gestores de mudanças, webmasters, site aequisitors e uma série de outras funções com nomes igualmente estranhos. Essas profissões são as mais recente transformação feita no mercado de trabalho, principalmente em função da tecnologia. A popularização da Internet deu origem a algumas profissões. Uma delas é o webmaster, responsável por desenvolver e manter em funcionamentos os sites.
No texto haverá erro de regência caso se faça a substituição da expressão.
“Em meio aos” (L,2) por “Entre os”
“deu origem”(L.8) por “originou”
“igualmente”(L.5) por “de igual modo”
“em função”(L.7) por “por causa”
Analisadas as relações de regência estabelecidas no texto e o uso de parônimos ou de formas variantes, é correto afirmar que:
Em relação ao sentido, o uso de “aferir” (l. 6) está correto, porém o pronome que acompanha a forma deveria ser “lhe”, pois esse verbo é transitivo indireto.
Em “servir aos bandidos” (l. 15), a autora usou a preposição “a” porque, no sentido em que foi empregado, o verbo “servir” é transitivo indireto e rege essa preposição.
Em “servir aos bandidos” (l. 15), há um problema de regência: como o verbo “servir” é transitivo direto, a construção correta seria “servir os bandidos”.
Em “a criminalidade” (l. 17), deveria ter sido empregado o “acento” indicativo de crase no “a”, pois o verbo agradecer é transitivo indireto.
Na linha 6, a autora deveria ter usado “auferir”, em vez de “aferir”. Também a expressão “em vez de” (l. 14) deveria ser substituída por “ao invés de”.
Assinale a alternativa que apresenta um erro de Regência Verbal.
D. Pedro I abdicou em 1831.
Os reis abdicaram ao império.
A filha abraçou-se à mãe.
Ajudei-o muito.
No trecho “Em 1847, concorreu à cadeira de Instrução primária no município de Viamão e foi aprovada.”, o verbo destacado, quanto a sua regência, é:
intransitivo.
transitivo direto.
transitivo indireto.
intransitivo direto.
transitivo direto e indireto.
A regência do verbo “referir" em "[...] Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela [...]“(l.9) foi empregada de acordo com a norma-padrão.
Assinale a opção em que a regência verbal também está correta.
Estudei muito para prova, pois aspirava uma boa colocação no concurso.
É preciso perdoar o amigo que te feriu.
Esqueceu-se os amigos de longa data.
Obedeço ao meu pai porque o respeito.
Chamei São José para proteger meu filho.