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Os períodos “Onde esses braços se encontravam?” (l. 6-7) e “Ficou embasbacado” (l. 13) apresentam orações com sujeitos indeterminados.
Entre as alternativas abaixo, apenas uma apresenta uma oração com sujeito indeterminado. Indique-a:
Pede-se um pouco de silêncio, por favor.
Ia um coitado qualquer pela rua.
Há a marca da vida nas pessoas.
Não se necessita de palpites inúteis.
“Estima-se que mais de 20 milhões de brasileiros deixaram a pobreza desde 2003 e que a desigualdade de renda tenha sido reduzida em 8%."
A construção do verbo com o pronome ("estima-se"), no exemplo acima, constitui um exemplo de voz passiva pronominal.
No entanto, ela se aproxima do sujeito indeterminado porque:
permite omitir o agente da ação
induz a acreditar em dado incorreto
evita citar dados contraditórios
contribui para simular verdade absoluta
No último quadrinho, a oração apresenta sujeito:
simples;
composto;
indeterminado;
oculto;
a oração não tem sujeito.
Na oração: Ontem, havia poucos alunos na sala de aula. O sujeito classifica-se como:
indeterminado
inexistente
oculto
simples
Em "se redefinirmos" (L.4-5), como não se pode identificar o agente, o pronome "se" indica indeterminação do sujeito, o que reforça a objetividade e a impessoalidade do texto.
Em "Sabe-se" (L.8), o pronome "se", além de ser índice de indeterminação do sujeito, é um recurso que contribui para impessoalizar a informação dada.
Certo
Errado
A partícula "se" (L.1) indica um sujeito indeterminado para o verbo processar.
Assinale a alternativa em que o sujeito seja indeterminado:
Indique, entre as orações abaixo, aquela em que ocorre a indeterminação do sujeito.
Ninguém diz que ele é estrangeiro.
Come-se bem naquele restaurante.
Quem falou?