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O símbolo na linha 01 pode ser substituído por qual sinal de pontuação?
Ponto e vírgula.
Dois-pontos.
Vírgula.
Ponto-final.
Ponto de exclamação.
Em qual das orações abaixo, a vírgula foi empregada incorretamente?
Paulo só queria uma coisa, que todos fossem amigos.
As meninas, que têm mais de 18 anos, podem morar sozinhas.
Os livros, que são fontes inesgotáveis de conhecimento, devem ser guardados com carinho.
Quando chegaram ao circo, procuraram o malabarista.
Olhou a lista dos aprovados, procurou seu nome, não encontrou.
Analise as afirmações que seguem:
I.Em "Ricardo, você pode entregar essa bolsa para minha mãe?", a vírgula foi usada para separar o vocativo.
II.Em "Precisam-se de cuidadores de animais" temos um erro de concordância verbal.
III.Em "A vida é como um universidade" temos uma figura de linguagem denominada Metáfora.
Está CORRETO o que se afirma em:
I e II, apenas.
I, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
II e III, apenas.
Em relação à pontuação, observe passagem apresentada analise as afirmativas abaixo:
“(...) os homens competem também na barra fixa, nas barras paralelas, no cavalo com alças e nas argolas.”
I. O sinal de ponto final é usado em função de uma pausa repentina e/ou instantânea. Essa pausa é um pouco mais intensa do que a vírgula, indicando, na maioria dos casos, uma estrutura incompleta.
II. As vírgulas são usadas para separar termos coordenados assindéticos (sem ligação por conectivo) de mesma função sintática e que formam, muitas vezes, enumerações.
III. Para indicar supressão de um pensamento ou de uma ideia apresentada anteriormente é que as vírgulas são usadas.
Estão corretas as afirmativas:
I e II apenas.
I e III apenas.
I apenas.
II apenas.
III apenas.
Texto CB1A1-I
A forma peculiar como se processou a independência da América portuguesa teve consequências fundamentais no seu subsequente desenvolvimento. Tendo-se transferido o governo português para o Brasil sob a proteção inglesa e tendo-se operado a independência da colônia sem descontinuidade na chefia do governo, os privilégios econômicos de que se beneficiava a Inglaterra em Portugal passaram automaticamente para o Brasil independente. Com efeito, se bem haja conseguido separar-se de
Portugal em 1822, o Brasil necessitou de vários decênios mais para eliminar a tutela que, graças a sólidos acordos internacionais, mantinha sobre ele a Inglaterra. Esses acordos foram firmados em momentos difíceis e constituíam, na tradição das relações luso inglesas, pagamentos em privilégios econômicos de importantes favores políticos. Os acordos de 1810 foram firmados contra a garantia da Inglaterra de que nenhum governo imposto por Napoleão em Portugal seria reconhecido.
Por eles se transferiam para o Brasil todos os privilégios de que gozavam os ingleses em Portugal — inclusive os de extraterritorialidade — e se lhes reconhecia demais uma tarifa preferencial. Tudo indica que, negociando esses acordos, o governo português tinha estritamente em vista a continuidade da casa reinante em Portugal, enquanto os ingleses se preocupavam em firmar-se definitivamente na colônia, cujas perspectivas comerciais eram bem mais promissoras que as de Portugal.
Celso Furtado. Formação econômica do Brasil. São Paulo:
Cia das Letras, 2007, p. 69 (com adaptações).
A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos caso fosse eliminada a vírgula empregada logo após “acordos” (último período), por ser seu emprego facultativo nesse caso.
Certo
Errado