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A palavra “decreto”, em “A frase tem a concisão de um decreto”, exemplifica:
Emprego denotativo, pois se refere literalmente a um documento jurídico oficial com força de lei.
Variação diacrônica, por recuperar um sentido arcaico que não circula no português contemporâneo.
Homonímia, por reunir palavras diferentes com a mesma forma e sentidos sem relação entre si.
Ampliação metafórica (polissemia), atribuindo ao aviso cotidiano traços de autoridade jurídica.
Ambiguidade sintática, causada por dupla relação do termo com outros constituintes do período.
As variações (variantes ou variedades) linguísticas são as ramificações naturais de uma língua, as quais se diferenciam da norma-padrão em razão de fatores como convenções sociais, momento histórico, contexto ou região em que um falante ou grupo social insere-se.

Disponível em: https://www.propagandashistoricas.com.br. Acesso em: 14 fev. 2025.
Nesse anúncio publicitário, ocorre a variação
diacrônica
diastrática
diatópica
diafásica
Em relação às variações linguísticas, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Variação diatópica.
(2) Variação diacrônica.
(3) Variação diafásica.
( ) Que mico!
( ) Celular (Brasil) | Telemóvel (Portugal)
( ) Pega-las-emos nesse instante ou mais tardiamente?
3 - 1 - 2.
1 - 2 - 3.
1 - 3 - 2.
2 - 3 - 1.
Levando em consideração o texto III, é possível classificar as variações linguísticas como
diatópica e diafásica, pois visa a restringir a cultura, visto que o autor transgride as normas gramaticais
diastrática e diatópica, pois visa a evidenciar os aspectos culturais na formação da identidade nacional.
diacrônica e diatópica, pois visa a apresentar um português mortificado na construção identitária, dificultando a integração social.
diafásica e diastrática, pois visa a compartilhar os desvios que perpassam as relações sociais.
Verifica-se, na charge, a seguinte variação linguística:
diastrática, pela utilização de jargão e de expressões técnicas.
diafásica, pelo uso da informalidade em “tá vendo” e “tô ocupada”.
diastrática, por evidenciar a ocorrência de regionalismo linguístico.
diafásica, o que se evidencia pelo gênero de substantivos e de adjetivos.
diacrônica, pois mostra, por meio de duas gerações, uso de arcaísmo e neologismo.


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Observe a imagem a seguir.

Disponível em: <https://buzzmonitor.com.br/blog/biscoito-ou-bolacha-quemganha-a-batalha-nas-redes-sociais/>. Acesso em: 01 ago. 2024.
Nas redes sociais, é comum a discussão sobre o uso de alguns vocábulos, com pessoas afirmando que o correto a se dizer é como é usado em sua própria localidade. Esse tipo de discussão tem como centro a variação
diatópica.
diafásica.
diacrônica.
diastrática.
Leia o texto a seguir.
“Antigamente as moças chamavam-se “mademoiselles” e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhe pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.”
ANDRADE, Carlos Drummond de. Quadrante (1962), obra coletiva reproduzida em Caminhos de João Brandão José Olympio, 1970.
No trecho, é notória a variação linguística:
diafásica.
diastrática.
diacrônica.
regionalismo.
Tendo em vista o nível de formalidade exigido pela situação comunicativa em que se insere alguns textos e a influência geográfica a que podem estar submetidos, assinale a alternativa que nomeia corretamente os tipos de variações linguísticas que se referem a esses dois fatores, respectivamente.
Diacrônica e diastrática.
Diastrática e diatópica.
Diatópica e diacrônica.
Diafásica e diastrática.
Diafásica e diatópica.
Leia o excerto adaptado de Preti (1994): As variedades diastráticas ocorrem em um plano vertical, isto é, dentro da linguagem de uma comunidade específica, seja urbana, seja rural.

AB – eixo horizontal das variantes geográficas. ab, cd, ef, gh, ij – eixos verticais das variantes socioculturais.
Nesse cenário, as variações socioculturais podem ser influenciadas por fatores ligados diretamente ao falante (ou ao grupo a que pertence) ou à situação ou a ambos simultaneamente.
Após a leitura do excerto, marque a resposta que associa corretamente o conceito e sua indicação com exemplo dado:
Idade (variação diatópica) – ligada a vocabulário, como em “tipo assim”, falado por um jovem adolescente em uma situação coloquial.
Grau de escolaridade (variação diamésica) – atinente ao domínio da norma culta, como em “a gente vamos”, dito por alguém com ensino médio completo a um amigo.
Posição social (variação diacrônica) – relativa a níveis de linguagem, como em “faz-me um obséquio”, proferido por uma pessoa de classe alta a um subordinado.
Sexo (variação diafásica) – relacionada a tabus linguísticos, como em “olha a boca, meu filho”, usado por uma mulher para repreender um palavrão dito por ele.
Analise a tirinha a seguir.

Quanto às variações linguísticas, marque a que se observa, na tira, variação
diacrônica.
diatópica.
diastrática.
diafásica.
diamésica.


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No excerto da crônica de Ruy Castro, o narrador descreve uma situação em que a falha na comunicação decorre de diferenças de uso da língua que exemplificam a variação linguística
diacrônica.
diafásica.
diastrática.
diatópica.
Analise o seguinte período, retirado do texto:
As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil.
Podemos afirmar que esta sentença está no presente do modo indicativo. Caso alterássemos a sentença para o futuro do pretérito do modo indicativo, teríamos:
As doenças cardiovasculares seriam a principal causa de morte no Brasil.
Se as doenças cardiovasculares fossem a principal causa de morte no Brasil.
As doenças cardiovasculares eram a principal causa de morte no Brasil.
As doenças cardiovasculares serão a principal causa de morte no Brasil.
As doenças cardiovasculares foram a principal causa de morte no Brasil.
A sentença “Nós fala errado porque nós quer, pois, instruído nós é” indica
humor por variação diatópica.
ironia por variação diafásica.
erro por variação diacrônica.
cinismo por variação diastrática.
“E via carruagens chegando, silhuetas de damas arrastando os mantos nas aleias, cavaleiros partindo para a caça.” (2º§). O excerto anterior revela um recurso que a escritora empregou para construir um discurso típico dos contos de fadas, utilizando-se de arcaísmos literários, ou seja, de palavras antigas que praticamente já caíram em desuso, como “aleias”, por exemplo. Essa recriação de uma realidade discursiva revela uma variação linguística
histórica.
geográfica.
de formalidade.
de grupo social.
de informalidade.
Considerando o conceito de variação linguística, assinale a alternativa CORRETA.
As variações diatópicas tratam das mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo.
Variações diacrônicas são influenciadas de acordo com os hábitos e a cultura de diferentes grupos sociais.
Variações diafásicas remetem ao contexto o qual exige a adaptação da linguagem em formal ou informal.
As variações diastráticas estão relacionadas à localização regional em que são desenvolvidas.


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É raríssimo que se ponha em circulação em uma língua uma palavra inventada caprichosamente por uma pessoa, ainda que ela responda a uma necessidade real da expressão. O normal é que uma palavra nova venha de algum lugar, tenha sua origem em outra palavra indígena ou estrangeira. Não é difícil “criar” uma palavra; o difícil é que ela seja aceita pela comunidade falante. É frequente, porém, que obtenha uma vida mais ou menos efêmera em âmbitos reduzidos; raras vezes em círculos mais amplos, como ocorreu com entupigaitado, termo talvez inventado por Carlos Drummond de Andrade.
A palavra entupigaitar está presente nos dicionários, datada do século XX; segundo o texto, o vocábulo é
um neologismo importado de origem indígena ou estrangeira.
um vocábulo de vida mais ou menos efêmera no idioma.
uma palavra que responde a uma necessidade de expressão.
um termo que ainda não foi aceito pela comunidade falante.
um elemento linguístico desnecessário.
Observe a variação linguística exemplificada na tirinha.

Em relação à tirinha, percebe-se que a variação linguística é motivada
pela situação informal de uso da língua, com a ocorrência de variação diafásica
pelas alterações naturais da língua, causadas pelo tempo, na variação diacrônica
pelo contexto situacional dos personagens,sendo um caso de variação diatópica.
pelos aspectos idiossincráticos próprios dos falantes, sendo variação diatópica.
por fatores relacionados a grupos sociais específicos, sendo variação diastrática.
O mito da unidade linguística do Brasil é muito prejudicial à educação porque, ao não reconhecer a verdadeira diversidade do português falado no Brasil, a escola tenta impor sua norma linguística como se ela fosse, de fato, a língua comum a todos os 160 milhões de brasileiros, independentemente de sua idade, de sua origem geográfica, de sua situação socioeconômica, de seu grau de escolarização etc.
(Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. Loyola - Adaptado.)
A respeito das diferenças entre os milhões de brasileiros, mencionadas no excerto, analisar os itens abaixo:
I. As diferenças geográficas entre os falantes brasileiros de língua portuguesa também são conhecidas como diferenças diatópicas e se caracterizam pela distância territorial entre um grupo e outro de falantes.
II. As variações diacrônicas estão relacionadas às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo e com o passar das épocas.
III. São exemplos de variações diastráticas as expressões informais usadas por diferentes grupos socioeconômicos.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente os itens I e II.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
No que se refere às variantes da língua, é CORRETO afirmar que o TEXTO 1 se caracteriza pelo uso da:
variante histórica.
variante geográfica.
linguagem informal.
linguagem formal.
linguagem coloquial.
A partir de uma leitura completa e analítica do texto, é CORRETO afirmar que está escrito predominantemente na variante:
Padrão da língua.
Sociocultural da língua.
Histórica da língua.
Geográfica da língua.


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