Segundo Moreira (In: Skliar, 2005), a sexualidade muitas
vezes é tratada a partir do enfoque biológico-funcional e
psicológico. O corpo do surdo é muitas vezes representado
e se institui como um “órgão patológico” e esse corpo
doente, deficiente, incapacitado, não deve ser pensado,
celebrado, antes da sua normalização. Nessa perspectiva,
a mulher surda
A
pode ter um filho, desde que não mude sua condição
de surda.
B
é incapaz de gerar, criar e educar uma criança.
C
tem o corpo deformado; portanto, será muito fácil
para ela engravidar.
D
pode gerar durante a gestação danos ao feto no seu
crescimento e formação.
E
é desaconselhada a ter filhos, pois carrega genes
deficientes.