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Sobre a presença das abordagens educacionais ao longo do tempo é correto afirmar:
No Brasil, o Decreto 5626 de 2005 propõe em seu artigo 25 que os alunos surdos matriculados nas redes de ensino da educação básica devem receber prótese auditiva (inciso IV) e acompanhamento fonoterápico (inciso V), logo, hoje no Brasil, o Oralismo é a abordagem educacional que predomina.
Na idade moderna, os preceptores ensinavam aos jovens nobres surdos através de estratégias variadas que envolviam fala, escrita, sinais e alfabeto digital, portanto neste período tínhamos as 3 abordagens educacionais convivendo: o Oralismo, a Comunicação Total e o Bilinguismo.
Na década de 1970, as novas pesquisas sobre línguas de sinais e a insatisfação com os resultados alcançados pela escola, abrem caminho para o surgimento da abordagem da Comunicação Total.
Na Antiguidade, por influência do filósofo Aristóteles, os surdos eram considerados inferiores, já que não falavam. Nesse contexto histórico predominava a abordagem oralista de educação de surdos.
O abade francês Michel de L’Epée foi o primeiro a reconhecer o valor da língua de sinais, levando- a para o contexto educacional e transformando-a na língua de instrução do Instituto de Surdos Mudos de Paris. Nesta ocasião, a abordagem educacional predominante foi o Bilinguismo.