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De acordo com Sawaia (2001), após o Congresso de Milão, a comunidade surda se viu representada na essência da estratégia política do movimento multiculturalista nos anos 1990, ou seja, o movimento permitiu:
O reconhecimento da identidade cultural como processo permanente da “representação e construção do eu como sujeito único e igual a si mesmo e o uso desta como referência de liberdade, felicidade e cidadania, tanto nas relações interpessoais como intergrupais e internacionais”.
O papel secundário da linguagem na produção de experiências, estabelecendo uma epistemologia que permite a compreensão e a problematização da questão das diferenças e da diversidade.
A possibilidade de problematizar os discursos hegemônicos sobre a surdez, buscando uma transformação nas representações dominantes em relação às identidades surdas.
Às identidades surdas serem colocadas no território da anormalidade ou da deficiência.
A possibilidade de problematizar os discursos hegemônicos sobre a surdez, buscando uma transformação nos estudos bimodais.