

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
No que diz respeito às cardiopatias congênitas acianogênicas, assinalar a alternativa INCORRETA:
A comunicação interventricular quando isolada, é a mais comum de todas as cardiopatias congênitas. No ECG, podemos identificar sobrecarga biventricular, aumento de átrio direito e até sinais de hipertrofia de ventrículo esquerdo.
As causas da cardiopatia comunicação interatrial são defeitos anatômicos que acontecem na formação do septo interatrial. Entre os defeitos, podemos destacar alterações no ostium secundum, ostium primum, seio venoso e defeitos do seio coronariano. O defeito do ostium secundum é o mais comum, e fica localizado na região da fossa oval.
No eletrocardiograma, na persistência do canal arterial (PCA) grande, vê-se sinais de sobrecarga ventricular esquerda, com ondas Q profundas e R altas nas derivações DII, DIII, aVF.
Na circulação fetal é necessário que haja um duto que conecte a artéria aorta à artéria pulmonar esquerda. Porém, quando esse canal permanece após o nascimento, acontece uma mistura de sangue arterial com sangue venoso, sendo que, na maioria dos casos, o fluxo acontece da aorta para a artéria pulmonar esquerda. Todavia, pode haver a inversão do fluxo, fazendo com que o sangue saia da artéria pulmonar em direção à aorta. Isso acontece em casos em que o canal é grande e tem-se o aumento da pressão pulmonar.