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Nos pacientes acima de 80 anos, a opção terapêutica, preferencial, sempre que possível, para a doença arterial coronariana, é:
a escolha de agentes antiarrítmicos como a flecainida ou a propafenona, como tratamento de rotina, sem uma avaliação.
a revascularização percutânea precoce de “artéria culpada” por angina instável/ infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST.
a cirurgia de revascularização miocárdica, by-pass coronariano, ou angioplastia coronariana.
a prescrição de altas doses de antiplaquetários, como a aspirina, sem a necessidade de avaliação do risco benefício.
a indicação de altas doses de estatinas para aqueles com fragilidade ou outras comorbidades.