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A literatura disponível sugere que a asma pode impactar negativamente vários aspectos da gravidez, incluindo a mortalidade perinatal e diversas complicações comuns da gravidez. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.
As consequências diretas da asma que podem prejudicar a oxigenação fetal e o fluxo sanguíneo úteroplacentário incluem hipoxemia materna, hipocapnia e alcalose, todas as quais podem ocorrer durante uma exacerbação aguda da asma.
A asma durante a gravidez está associada a uma aumento da incidência de mortalidade perinatal e a riscos diminuidos de aborto espontâneo, hiperêmese, hemorragia uterina, pré-eclâmpsia, parto complicado, mortalidade neonatal, prematuridade, distúrbios hipertensivos e bebês com baixo peso ao nascer.
A capacidade vital forçada (CVF), o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF 1 ), a relação VEF 1 /
O volume residual (VR) e a capacidade residual funcional (CRF) aumentam significativamente durante a gravidez asmática, enquanto a capacidade pulmonar total (CPT) diminui apenas ligeiramente no último trimestre.
Na gravidez normal, a frequência respiratória por minuto diminui, associada à diminuição do volume corrente, presumivelmente devido ao aumento dos níveis circulantes de progesterona. Assim, a gravidez normal está associada a uma acidose respiratória compensada.