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A puberdade tardia afeta 3% das adolescentes e segue critérios diagnósticos, clínicos e prognósticos bem estabelecidos.
Em relação à etiologia, ao quadro clínico e ao tratamento da puberdade tardia, assinalar a alternativa CORRETA:
O retardo constitucional é a forma mais comum de puberdade tardia, e essas adolescentes não apresentam características sexuais secundárias nem estirão de crescimento em torno dos 16 anos de idade.
A causa provável é a reativação precoce do sistema gerador de pulso de hormônio liberado de gonadotrofinas (GnRH).
As pacientes podem ser tratadas com doses baixas de estrogênio até que haja evolução da puberdade, momento em que o estrogênio pode ser suspenso.
Durante o tratamento com dose baixa de estrogênio, é necessário introduzir progesterona, uma vez que, na puberdade tardia, há um longo período similar de estrogênio antes dos ciclos ovulatórios.