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A neuropatia periférica mais comum é a polineuropatia simétrica distal, que afeta cerca de metade dos indivíduos com diabetes. Essa condição tem uma predominância de sintomas sensitivos e progride lentamente, aumentando o risco de lesões nos pés e, consequentemente, o risco de infecções. Na neuropatia diabética, todas as fibras do nervo periférico, incluindo as sensitivas, motoras e autonômicas, são afetadas. As consequências da neuropatia diabética são
neuropatia autonômica: hipoidrose; neuropatia sensitiva: hipoestesia; neuropatia motora: atrofia da musculatura intrínseca (lumbricais e interósseos).
neuropatia autonômica: hiperidrose; neuropatia sensitiva: hipoestesia; neuropatia motora: atrofia da musculatura intrínseca (lumbricais e interósseos).
neuropatia autonômica: hiperidrose; neuropatia sensitiva: hipoestesia; neuropatia motora: atrofia da musculatura extrínseca (tibial anterior e extensor longo do hálux).
neuropatia autonômica: hipoidrose; neuropatia sensitiva: hipoestesia; neuropatia motora: hipertrofia da musculatura extrínseca (tibial anterior e extensor longo do hálux).