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O tratamento farmacológico disponível para a Doença de Alzheimer (DA) restringe-se ao tratamento sintomático, ou seja,
propiciar efeitos benéficos nos aspectos cognitivo, comportamental e funcional, ainda que esses efeitos não signifiquem remissão dos sintomas.
favorecer benefícios comprovados para o declínio cognitivo, mas não para alterações comportamentais.
indicar anticolinesterásicos de segunda geração (Donepezila, Rivastigmina e Galantamina) porque possuem o mesmo perfil farmacocinético e farmacodinâmico.
fazer uso da memantina em razão da ação antagonista não competitiva de afinidade moderada pelo receptor Nmetil-D-aspartato (NMDA), sem ajuste de dose nos casos de insuficiência renal.