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Os pacientes acometidos com DRGE apresentam maior probabilidade para o desenvolvimento do esôfago de Barrett, haja vista a agressão contínua à mucosa do órgão que leva à consequente substituição do seu epitélio estratificado escamoso por colunar intestinal. Acerca das características apresentadas pelo esôfago de Barrett, é correto o que se afirma em:
o esôfago de Barrett não é considerado precursor para o desenvolvimento de adenocarcinoma
a cromoscopia não apresenta utilidade comprovada no diagnóstico endoscópico do esôfago de Barrett
o esôfago de Barrett pode ser considerado curto se a lesão for menor que 3 cm
a esofagectomia é uma alternativa cirúrgica considerada diante de um esôfago de Barrett sem displasia
o tratamento endoscópico por ablação da mucosa do esôfago de Barrett não deve ser feito por terapia fotodinâmica