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Quanto aos aspectos diagnósticos, de monitoramento clínico e/ou tratamento da neuropatia diabética periférica, é relevante considerar que:
o monofilamento e diapasão são instrumentos úteis para rastrear neuropatia periférica e avaliar fibras finas
deficiência de vitamina B12, etilismo, hipotireoidismo, síndrome do túnel do carpo e excesso de vitamina B6 são diagnósticos diferenciais
todos os pacientes com diabetes mellitus devem ser examinados para pesquisa da neuropatia periférica diabética no momento do diagnóstico de DM1 e 5 anos após o diagnóstico de DM2
além do controle glicêmico e dos fatores de risco cardiovascular, como tratamento da hipertensão, microalbuminúria, dislipidemias, controle do peso, cessação do etilismo e tabagismo, pregabalina e ácido alfa lipoico são a primeira linha de tratamento
em situações específicas, vitamina B1, vitamina B12, clonidina tópica, carbamazepina, lamotrigina, oxcarbazepina, clonazepam e creme de capsaicina (0,075%) são utilizados e os dados de eficácia do tratamento sintomático são robustos e bem consolidados.