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Ana Júlia, 17 anos, com diagnóstico de Asma desde criança, em uso de corticoide inalatório dose alta e beta 2-agonistas de longa duração fixo diariamente, refere episódios de broncoespasmo 4 vezes na semana com necessidade de uso de beta 2-agonistas de longa duração dose baixa e corticoide inalatório de resgate. Queixa-se também de acordar durante ao menos uma vez na semana com tosse e dispneia. Após confirmar boa aderência e uso correto dos dispositivos, a estratégia mais adequada para esse paciente, segundo as recomendações atuais da Global Initiative for Asthma (GINA 2023), é
Aumentar dose de corticoide inalatório fixo
Trocar beta 2-agonistas de longa duração por um de curta duração
Adicionar antagonista muscarínico de longa duração às medicações diárias
Adicionar um beta agonista de curta duração às medicações de resgate