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O diabetes mellitus é a principal causa de doença renal crônica em nosso meio e a nefropatia diabética abrange todas as formas de danos renais que ocorrem como consequência do diabetes. Acerca desse tema, assinale a afirmativa incorreta.
A glomeruloesclerose diabética é a forma mais comum e grave. Aparece tanto no diabetes tipo I (50% 10-15 anos após o diagnóstico de diabetes mellitus tipo I), quanto no tipo II (em menor percentual, podendo estar presente no momento do diagnóstico).
No estágio I, que dura aproximadamente os primeiros cinco anos, ocorrem apenas alterações funcionais, como hiperfiltração.
Estágio III: nefropatia incipiente ou transitória. Fase mais importante da nefropatia diabética, é definida como a presença de albuminúria moderada (30-300 mg/24h, 30-300 mg/g na relação albumina/creatinina na micção isolada), persistente em repouso.
Pode ocasionar necrose da papila renal, de múltiplas causas: arteriosclerose das artérias renais, infecções de repetição e ingestão de analgésicos.
Pacientes com filtração glomerular inferior a 20 ml/min devem ser tratados com a associação metformina + I-SGLT2 (canagliflozina, dapagliflozina e empagliflozina).