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Homem, 65 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) em estágio avançado, apresenta dispneia progressiva e cianose. Ele é ex-tabagista e faz uso regular de broncodilatadores de longa ação e corticosteroides inalatórios. No último mês, foi internado duas vezes por exacerbação aguda da DPOC, necessitando de ventilação não invasiva. Durante a consulta de seguimento, o paciente relata que tem se sentido cada vez mais cansado, mesmo em repouso, e questiona sobre suas opções de tratamento. Em relação ao manejo do paciente em voga, assinale a alternativa INCORRETA.
A reabilitação pulmonar é contraindicada para o paciente em questão devido à sua condição avançada, pois pode aumentar o risco de exacerbações e piorar a dispneia.
A introdução de um broncodilatador de ação rápida adicional pode ser considerada para controle dos sintomas agudos de dispneia, especialmente durante as exacerbações.
O uso de opioides de baixa dose pode ser uma opção para manejo da dispneia refratária em pacientes com DPOC avançada, contribuindo para o alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida.
A oxigenoterapia domiciliar de longa duração é indicada se o paciente estável apresentar uma saturação de oxigênio persistentemente abaixo de 88% em repouso, uma vez que pode melhorar a sobrevida e a qualidade de vida em pacientes com DPOC avançada.
A ventilação não invasiva em ambiente domiciliar pode ser considerada em casos de hipercapnia crônica, especialmente se o paciente continuar a apresentar exacerbações frequentes e insuficiência respiratória.